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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Jeffrey Dahmer


Jeffrey Dahmer nasceu em 1960, em Milwaukee, cidade dos EUA. Segundo seu pai, Lionel, sua gravidez foi desejada e seu nascimento, festejado. Ele lembra-se do dia em que, Jeffrey já criança, cuidaram de um pássaro machucado e o viram voar, já curado. “Os olhos de Jeff estavam bem abertos e brilhavam. Talvez foi o momento mais simples e feliz da vida dele.”, falou seu pai, anos depois.

Sua família se mudou para Ohio quando tinha ele 6 anos. A mãe engravidou novamente. Nesta época, Jeff teve um transtorno chamado “ansiedade de separação” – necessidade de estar sempre próximo aos familiares.

Aos 8 anos, supostamente foi abusado por um vizinho, mas esta história nunca foi confirmada.
Experiências com animais mortos

Por volta dos 10 anos, Jeffrey Dahmer já fazia “experiências” com animais mortos. Descorava ossos de galinhas utilizando ácidos. Pregou os restos de um cachorro a uma árvore, colocando sua cabeça em uma estaca. Não há certeza se torturava ou matava bichos ou se, como ele dizia ao pai, os achava mortos na estrada e recolhia-os.

Apesar disto, foi uma criança relativamente “normal”, segundo seu pai, até a adolescência, quando começou a ficar realmente introvertido, isolado. Ocasionalmente Jeffrey Dahmer levava bebidas para a escola.

O primeiro homicídio

Quando Jeffrey Dahmer tinha 18 anos, seus pais se separaram. Foi nesta idade o seu primeiro homicídio. Dahmer pegou um caronista, levou para sua casa, conversaram, beberam, possivelmente transaram. Quando ele quis ir embora, Dahmer acertou sua cabeça com um halteres, depois o estrangulou (“Eu não sabia mais como mantê-lo comigo.”, disse Dahmer depois), desmembrou seu corpo (e sentiu-se novamente excitado) e o enterrou no quintal.

Uma vida complicada

Dahmer se inscreveu então para um serviço de seis anos no Exército – na verdade, por causa dos problemas com a bebida, o pai de Dahmer deu-lhe duas opções: trabalhar ou ir para o Exército, já que na faculdade ele não conseguia se manter; Dahmer disse que não queria trabalhar, então seu pai o levou para o Exército.

Jeffrey Dahmer só ficou dois anos nas Forças Armadas, tendo sido dispensado por uso intenso de álcool. Passou grande parte deste período do Exército na Alemanha. A polícia alemã fez uma grande investigação, posteriormente, e aparentemente Dahmer não matou ninguém lá. Ao voltar, supostamente desenterrou a primeira vítima, para ver o estado em que se encontrava.

Em 1982, com 22 anos, mudou-se para a casa da avó, no Wisconsin. Neste ano teve um problema policial por atos obscenos em público (masturbação).

Jeffrey Dahmer volta a matar

Em setembro de 1987, tendo aí seus 27 anos, Jeffrey Dahmer começou a matar efetivamente, em Milwaukee. O primeiro, desta nova fase, foi assassinado em um quarto de hotel. Jeffrey diria depois que não se lembrava como o matou. Haviam bebido muito e quando Jeffrey acordou ele estava morto, com sangue na boca. Levou o corpo para casa, fez sexo com o cadáver, masturbou-se sobre ele, o desmembrou.

A segunda morte foi alguns meses depois, a vítima foi um jovem de 14 anos. Jeffrey Dahmer havia efetivamente se transformado em um serial killer…

Sua avó estava achando seu comportamento estranho, naqueles tempos, e o expulsou. Jeffrey trabalhava, na época, em uma fábrica de chocolate. Chegou a ser levado a julgamento por molestar um menor. O garoto era do Laos, da família Sinthasomphone. A acusação pediu uma pena grande, alegando que por baixo da superfície de calma daquele homem havia alguém bastante perigoso. Psicólogos que o avaliaram recomendaram hospitalização e tratamento, pois era manipulador e evasivo. A própria defesa argumentou que tratamento seria melhor que prisão, mas que Jeffrey Dahmer ainda tinha condições de ficar em liberdade. Dahmer colocou a culpa de seu ato no álcool e disse que foi um momento de “idiotice”, pediu perdão e disse que isto não ocorreria novamente. Foi condenado ao regime semi-aberto por um ano, devendo ficar 5 anos sob condicional.

Jeffrey Dahmer foi liberado da pena em dez meses, apesar de uma carta do seu pai pedindo que fosse solto apenas após receber tratamento.

Vítimas: jovens, homossexuais, negros

Mesmo após os problemas judiciais, Jeffrey Dahmer continuou a matar. Suas vítimas eram todos homens, geralmente negros, alguns asiáticos, que conhecia em bares gays e atraía para sua casa, às vezes chamando para beber ou pagando-os para posarem para fotos. A vítima mais velha foi um homem de 31 anos.

Em sua casa, Dahmer os sedava com remédios na bebida. Antes e depois do homicídio, abusava deles sexualmente. Antes e depois, fotografava tudo. Depois de mortos, desmembrava os corpos, guardava partes deles. O primeiro crânio que guardou pintou-o de cinza, para parecer um modelo de estudo anatômico.

Teve, posteriormente, a ideia de tentar fazer “zumbis”, injetando ácidos em buracos feitos nas cabeças das vítimas, ainda vivas, para que ficassem apenas semi-conscientes e tornassem-se escravos seus. Obviamente, o experimento fracassou.

Além disto, houve canibalismo: fritava partes dos corpos e comia – embora Dahmer negasse que isto fosse uma prática comum.

Em maio de 91, quase foi pego. Um jovem de 14 anos, chamado Konerak, escapou do apartamento de Jeffrey – nu, sangrando, mas um pouco sedado. Duas mulheres o viram, na rua, e chamaram assistência. Dahmer apareceu antes da polícia, e as mulheres viram o jovem tentando resistir ao assédio de Jeffrey, embora sem condições de falar muita coisa. Elas tentaram dizer isto aos policiais, quando estes chegaram.

Mas Jeffrey Dahmer disse à polícia que o garoto era maior de idade e que eram amantes, e a história ficou por isto mesmo. O jovem não falava inglês e a polícia acompanhou Dahmer enquanto este levava o jovem de volta para o apartamento. Na cama de Dahmer estava o corpo de um outro homem, morto há três dias. Mas a polícia, no apartamento, só viu fotos de Konerak vestindo um biquíni preto.

Quando os policiais foram embora, Dahmer não se preocupou: voltou às suas “brincadeiras” com Konerak, e o matou.

Coincidência: mata irmão de vítima anterior

Dias depois, a mãe de uma dessas duas garotas que viram a cena na rua ligou para a polícia, dizendo que, ao ver notícias sobre um garoto do Laos desaparecido, suas filhas o identificaram como sendo o rapaz nu daquela noite. A polícia, entretanto, não foi atrás de mais informações. O sobrenome do garoto era Sinthasomphone – por coincidência, era irmão daquele outro que Dahmer havia molestado tempos antes.

De maio a julho daquele ano, a média foi de cerca de uma vítima por semana. Até que em julho outro homem escapou, com algemas presas a um punho. Desta vez, a polícia chegou ao apartamento de Dahmer, que abriu a porta calmamente. Disse que iria ao quarto pegar a chave da algema. A vítima disse aos policiais que ele tinha uma faca, no quarto. O policial foi atrás de Dahmer.

Corpos na geladeira

A casa tinha um cheiro estranho… O que o policial viu, primeiramente, foram fotos de corpos desmembrados. Depois, foi encontrando os próprios corpos das vítimas. Foi dada voz de prisão a Dahmer, que tentou lutar e foi dominado.

Um policial abriu a geladeira e gritou para o outro: “Tem uma porra de uma cabeça aqui!”. No total, haviam restos de 11 vítimas na casa, dissecados e depositados em tonéis e na geladeira. Cabeças, pênis etc. Em seu quarto, cabeças humanas, em um aparente princípio de ritual de satanismo.

Um peixe, bem cuidado, nadava no aquário.

Supõe-se que foram 17 as vítimas de Jeffrey Dahmer, em toda a sua vida.

Fantasias, troféus, canibalismo

Dahmer contou que suas fantasias de matar homens e fazer sexo com seus cadáveres começaram aos 14 anos.

Disse ainda que ficava “fascinado” com as vísceras dos homens mortos, que a manipulação dos corpos o excitava muito.

Fora as partes que guardava como “troféus”, precisava fazer sumir o resto do corpo. Com ácidos, tentava dissolvê-los, e jogar pelo vaso sanitário.

O canibalismo foi assim explicado: comendo partes das vítimas, elas poderiam ainda viver, incorporadas no seu organismo, que as absorveria. Ao comer, tinha ereções.

Os rituais “satânicos” eram para obter poderes econômicos e sociais.

O julgamento do serial killer Jeffrey Dahmer

Seu julgamento ocorreu em 1992, e Dahmer ficava em uma cabine à prova de balas. Cães farejadores rastreavam bombas.

Quando começou o julgamento, Dahmer resolveu dizer-se culpado, mas insano. “É difícil, para mim, acreditar que um ser humano possa ter feito o que eu fiz, mas eu sei que fiz.”

A via da insanidade fracassou. O advogado de defesa disse, citando todos os desvios de comportamento de Dahmer, que ele era “um trem nos trilhos da loucura”. A acusação rebateu: “Ele não era o trem, era o maquinista!”. Foi condenado a 15 prisões perpétuas (que, com bom comportamento, poderiam ser transformadas em 957 anos de prisão…).

Dahmer declarou, ao final do julgamento: “Agora está terminado. Em nenhum momento estive aqui para querer permanecer livre. Francamente, eu queria a morte para mim mesmo.”

“Não odiei ninguém. Eu sabia que era doente, ou diabólico, ou ambos. Agora acredito que era doente. Os médicos me explicaram sobre minha doença e agora tenho alguma paz… Eu sei quanto mal eu causei… Graças a Deus não haverá mais nenhum mal que eu possa fazer. Eu acredito que somente o Senhor Jesus Cristo pode me salvar de meus pecados… Não estou pedindo nenhuma consideração.”

Dahmer é assassinado

Jeffrey Dahmer teve um bom comportamento na prisão. Converteu-se ao cristianismo. Em novembro de 1994, um preso psicótico, ironicamente negro, agrediu Dahmer (com uma barra de ferro, em sua cabeça; e um cabo de esfregão foi enfiado em seu olho) e um outro prisioneiro, e os dois faleceram.

Seu pai quis doar seu cérebro para a Medicina. A mãe e o juiz foram contra. Tempos depois, o pai escreveu um livro sobre a história de Dahmer (e foi acusado, por muitos, de oportunismo). Nele, disse: “Havia algo que faltava em Jeff… Chamamos isso de uma ‘consciência’… que morreu ou mesmo que nunca nasceu.”

Fonte: O Serial Killer

Clifford Hoyt, o homem que alega ter estado no inferno

Clifford Hoyt, de 31 anos, sofreu graves ferimentos em um acidente de trânsito, em 1999.

Após recobrar sua consciência, ele contou pra uma enfermeira aterrorizada que ele havia morrido e visitado o inferno. Ele disse sobre as torturas e agonias que passou com detalhes amedrontadores. Recusando tratamento psicológico, ele teve alta.

Várias semanas depois, os vizinhos de Hoyt começaram a reclamar que uma música estranha estava tocando em seu apartamento durante a noite toda. Ao ir lá investigar, o dono do prédio encontrou Clifford Hoyt nesse estado. O Sr. Hoyt ainda estava bem lúcido, e protestou quando o proprietário disse que ia chamar a polícia. Preocupado com os danos em sua propriedade, ele tirou várias fotos do apartamento, e esta imagem é uma delas. Ele foi embora e contatou a família de Clifford, que buscou as autoridades.


Clifford Hoyt, 31 anos, sofreu ferimentos graves em um acidente automobilístico em 1999.  Depois que ele recuperou a consciência, ele disse a uma enfermeira aterrorizada que ele tinha morrido e visitou o inferno.  Ele expôs sobre as torturas e angústia que ele experimentou em detalhe assustador.  Ele recusou o tratamento psicológico e foi liberado.  Várias semanas depois, os vizinhos Hoyt se queixaram do seu senhorio que estranha música estava tocando em seu apartamento em todas as horas da noite.  Após a investigação, o proprietário do edifício encontrado Clifford nesta condição.  Hoyt ainda era muito lúcido e protestou quando o proprietário tentou chamar a polícia.  Preocupado com os danos causados ​​à sua propriedade, ele tirou fotos do apartamento, do qual a imagem acima é um exemplo.  Ele saiu e contactou a família do Sr. Hoyt, que contatou autoridades.  Clifford afirmou que os demônios do inferno ainda estavam tentando capturá-lo.  Ele explicou que seu corpo iria queimar sem parar, a menos que ele tocou a música para espantar os demônios longe.  Ele só saía de casa por curtos períodos de tempo para obter suprimentos mínimos, incluindo grandes blocos de gelo para aliviar a queimação que sentia enquanto tentava dormir.  Os médicos atribuem as ações de Clifford a danos cerebrais sofridos no acidente.  Ele atualmente reside em uma clínica de reabilitação mental em Maryland.

Hoyt alegou que os demônios do inferno ainda estavam tentando capturá-lo. Ele explicou que seu corpo iria queimar incessantemente, a não ser que ele tocasse aquela música para espantar os demônios. Ele saía de casa raramente, por curtos períodos de tempo, apenas para conseguir suprimentos mínimos para sua sobrevivência, e enormes blocos de gelo para minimizar as queimaduras que ele sentia quando tentava dormir.

Doutores classificaram as ações de Clifford Hoyt como resultado de algum dano cerebral que ele sofreu no acidente. Atualmente, ele está internado em uma clínica para doentes mentais em Maryland.

sábado, 6 de abril de 2013

Lolita Slave Toy - Doll Maker (+18)

Essa creepypasta é forte e tem grandes chances de ser real, então se você é menor de 18 anos ou é sensível..pare agora ! 

Eu avisei.

Eu criei as Bonecas Escravas Lolita. Caso você esteja se perguntando sobre o que estou falando; é muito simples: Eu transformo jovens garotas em facilmente manejáveis bonecas sexuais. É isso. A garota não consegue fugir, resistir, falar; elas estão simplesmente lá para seu sádico prazer.
Curioso sobre isso?

Eu sou um cirurgião que vive em um desses países nos limites do leste europeu. Uma sociedade dura, onde a miséria é enorme e a menos que você possua dinheiro e conexões, você está ferrado. Não é necessário dizer que tenho ambos. Também temos lindas garotas por aqui, países do leste europeu são bem conhecidos por isso. Felizmente (para mim) algumas dessas garotas não têm pais ou parentes e vivem em orfanatos. Na verdade, eu não chamaria isso de viver, é inacreditável o que você pode achar nestes lugares. Algumas jovens tem sorte e são adotadas, mas na idade de 8 ou 9 anos são consideradas muito velhas. Algumas das mais bonitas são vendidas para redes de prostituição e você pode considerar isso sorte para elas também; ao invés de irem morrendo aos poucos em meio a sujeira e miséria. E algumas garotas eu compro. Eu geralmente compro as garotas de 9 a 10 anos, antes de entrarem da puberdade. O orfanato é muito cooperativo, eles agradecem por terem uma boca a menos para alimentarem, uma vaga a mais para preencherem. Eles também aceitam com prazer minhas doações pelas garotas.

Nunca perguntam e eu nunca conto. Eles sabem que eu sou cirurgião; provavelmente pensam que eu faço experimentos com as garotas ou vendo seus órgãos.
Mas não, eu achei um negócio muito mais rentável; transformo elas em bonecas sexuais.
Você pode encomendar uma Boneca Sexual Lolita se quiser. Elas não são barata; cobro entre 30.000 e 40.000 dólares por uma boneca. Isso sem os custos de envio.
Mas: Você terá uma Boneca Escrava Sexual Lolita que lhe dará prazer por muitos anos, ela é como uma boneca, mas uma boneca viva! 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

A Trágica morte de Dead, ex-vocalista do Mayhem

Per Yngve Ohlin, era um cantor sueco, mais conhecido como Dead, foi vocalista da banda Mayhem, após a saída de Messiah.

Com uma pele muito branca, às vezes parecia azul, ele se destacava onde ía. Estava sempre maquiado como um cadáver, até mesmo nos ensaios.



A história de “Dead”

Em seu monólogo, Jan Axel Bloomberg, mais conhecido como Hellhammer, baterista e único membro remanescente da formação clássica do Mayhem, ele descreve Dead como um fanático pelos castelos Cárpatos e Pophyrians.

Dead foi o primeiro músico de Black Metal a usar o corpse paint, por isso o apelido. Acreditava ser de outra realidade. Para ele a vida era somente um sonho.

Em seus concertos sempre usava uma bolsa com um cadáver de corvo no interior para sentir a essência da morte, além de vestir roupas que anteriormente havia enterrado e onde proliferavam germes e insetos.

Dead cometeu suicídio cortandos os pulsos e dando um tiro em sua cabeça, porém antes de cometer suicídio, ele deixou um bilhete que dizia: “Desculpe pelo sangue”. Ele também contava que sua alma pertencia aos bosques nórdicos para onde ele sempre quis ir...Então Euronymous, guitarrista da banda Mayhem, comprou uma câmera e tirou fotos do cadáver do ex-companheiro de banda.

Uma das fotos tiradas (abaixo) foi usada como capa do futuro CD do Mayhem, chamado ‘Dawn of the Black Hearts’.

A foto é um pouco pesada, então se quiser ver, continue lendo..

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Família Buckley

Essa é a família Buckley. Os nomes das crianças eram Susan e John. Como uma brincadeira de Halloween, todas crianças da vizinhança iam pegar um manequim e fingir que iam arrancar sua cabeça. Os jovens Buckley pensaram que seria mais divertido se realmente viessem a matar sua mãe, então quando as crianças andassem até a porta deles, eles tinham um machado e abateriam-na. Uma vez que todos perceberam o que eles tinham realmente feito, foi chamada a polícia, mas as crianças já tinham sumido então. A única foto deles foi essa, tirada como travessura. O corpo da mãe foi encontrada depois comida pela metade.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Interferência

Deixe-me começar dizendo que isso é uma história real da minha infância, se você visitar a grande biblioteca no centro de Notthingham, e procurar pelos registros de jornal, você vai encontrar a matéria que eu detalho aqui.

Tudo isso se passou a mais ou menos 15 ou 16 anos atrás. Eu tinha 7 anos e meu primo Dale talvez uns 9. Talvez 10. Ele ficaria lá em casa naquela semana.

Sendo eu a única criança eu não tinha muitos brinquedos... e meu Sega Genesis estava quebrado. Então não tínhamos muito o que fazer.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Filho Satanista Mata Mãe Por Acreditar em Jesus Cristo

                          

Um adolescente de 17 anos está sendo acusado de matar a própria mãe de 48 anos de idade, em Aparecida do Taboado (MS), na divisa com São Paulo. O crime teria aconteceu na sexta-feira passada, 1 de julho, e o motivo foi que o filho frequentava uma seita satânica e mãe acreditava em Jesus Cristo, uma “invenção do homem”, segundo o rapaz.

De acordo com a polícia o garoto foi preso no sábado e confessou o crime, ele mora em Mato Grosso do Sul com o pai, e mãe morava em Maringá (PR) e estava na cidade apenas para visitá-lo.

O registro policial diz que mãe e filho discutiram naquele dia, após o adolescente ter dito que havia produzido um vídeo que tratava de terrorismo e ao qual todos da família deveriam assistir. A mãe teria retrucado e dito: “Para com isso meu filho, está estragando a sua vida”. O rapaz continuou: “Você não devia acreditar em Jesus, isso é uma invenção dos homens”.

O pai do adolescente, separado da mulher há dez anos, estava na casa e viu a cena quando o rapaz, que foi repreendido de novo pela mãe, entrou na cozinha, pegou uma faca e golpeou sete vezes no peito da vítima, que caiu no chão, enquanto o ex-marido corria atrás de socorro.

A mulher morreu num posto de saúde, assim que recebia o atendimento médico.

Fonte: Gospel Prime