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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

A Casa dos Woodstayne

No ano de 1997, a família Woodstayne se mudou para uma casa muito antiga no interior do Texas. Ela era relativamente grande, nela haviam quatro quartos, uma sala imensa, cozinha e dois banheiros, um em cada andar.

A família era composta por um casal e seus dois filhos pequenos . Os filhos não eram a favor dos pais em se mudarem para lá, pois haviam boatos que já havia acontecido diversos assassinatos na casa e que por conta disso a mesma era assombrada. Os pais, no entanto, nunca deram tanta atenção aos filhos, e afinal, era a única casa que tinham condições de comprar na época, e estava praticamente de graça.

Não precisou passar tanto tempo na casa para eles começassem a notar fenômenos estranhos no local; coisas fora do lugar, barulhos de madrugada, passos estranhos, objetos quebrando, entre outras coisas que eles preferiram deixar em segredo.

Mesmo com tantos problemas, eles permaneceram lá por bastante tempo, até que um dia, um de seus filhos apareceu com um arranhão, alegando que uma criatura branca bizarra que ele nunca havia visto o atacou enquanto dormia em seu quarto junto à seu irmão.

Os pais, assustados com o relato do filho e o arranham que ele havia ganhado nas costas, decidiram colocar três câmeras na casa. Uma na sala, outra foi colocada no quarto do casal e a ultima, por fim, no quarto dos garotos.

Após três dias depois de colocarem as câmeras na casa, conseguiram algo realmente estranho, uma foto que havia lhes chamado atenção, que fez com que a família decidisse sair de lá imediatamente.



Não há registros da família na surface, apenas na deep web.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Självmord

Uma vez, em 2010, um amigo e eu estávamos procurando vídeos assustadores no Youtube até que nos deparamos com este vídeo intitulado "Sjävmord". O ícone do vídeo mostrava um boneco branco olhando para frente e com sangue escorrendo dos seus olhos. O vídeo era muito estranho, mas realmente a coisa mais sinistra foi que ocasionalmente durante o vídeo, passavam a fotos de corpos mutilados, enquanto ruídos de alguém chorando podiam ser escutados em segundo plano.

Essa animação foi upada pela primeira vez no YouTube, em outubro de 2010, por uma menina da
Suécia. Se bem me lembro, seu nome de usuário era "zorboz" e junto dele tinha alguns números aleatórios. Porém, o vídeo foi removido do YouTube por razões óbvias. Felizmente, meu amigo o baixou antes de ser excluído do YouTube e o reupou para vimeo sob o título de "The Cartoon Scariest Ever". Há também um boato de que a menina que fez o vídeo se enforcou poucos meses depois, mas até agora eu não consegui encontrar nenhuma prova disso.



Fonte: Lua Pálida

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Filmes Snuff

É claro que ninguém acredita em filmes snuff. É muito doentio para ser real, certo? Ninguém no seu perfeito juízo iria produzir ativamente provas contra si mesmo desse jeito, muito menos ganhar dinheiro com isso. Al Goldstein, editor da revista Screw, tem uma oferta permanente de um milhão de dólares americanos para quem encontrasse um filme Snuff real sendo vendido. A oferta está em vigor há anos e ninguém nunca reclamou por ele. E por uma boa razão. Quero dizer, você não compra um maço de cigarros e em seguida o vende por metade ou por um terço do preço, não é?

Além disso, até onde eu sei, ninguém jamais levou um desses filmes para casa, já que eles não são vendidos como todo mundo pensa, isso seria muito arriscado. Na verdade, você paga para ver uma seleção dele. Ninguém nunca fez uma cópia desses filmes, exceto, é claro para as poucas pessoas que ganham dinheiro fora deles. Tanto quanto eu sei que existem apenas três, todos do sexo masculino. Na verdade, as únicas mulheres envolvidas nesses filmes são as vítimas. Nem todos os filmes contém estupro ou sexo de qualquer tipo, mas não é incomum, especialmente com as poucas crianças estrelando como vítimas.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Apenas uma metáfora

Willian e Fabio eram bons amigos. Eles cresceram justos. Todo dia, depois da escola, eles se encontravam para se divertir. Sempre se deram bem, até que um dia, Willian teve a ideia de comprar um formigário.

Ele amava o formigário, todos os dias deixava de ir brincar com Fabio pra poder ficar com suas formigas idiotas. Dia após dia, ele ficou observando as formigas, esquecendo completamente de seu amigo.

Certo dia, Fabio se revoltou com o amor que Willian tinha pelas formigas, e o questionou:

-Porque você gosta tanto dessas formigas inúteis? Se livre delas! Elas não fazem nada, apenas vivem suas vidas mediócres! Elas estão te atrapalhando.

Willian, com muita raiva, o expulsou de sua casa, e o exilou de sua vida.

Agora, meu caro leitor, eu pergunto a você: De que lado você esta?

Dito isso, deixe-me esclarecer as coisas.

Fabio retrata Lucifér, e Willian Deus. As formigas, bom, somos nós, humanos. E o lado de fora da casa de Willian, onde Fabio foi mandado, é o inferno.




domingo, 29 de setembro de 2013

O chamado da mãe

Uma garotinha está brincando em seu quarto quando ela ouve a mãe chamá-la da cozinha, e então ela desce as escadas para encontra-la. Quando ela está correndo pelo corredor, a porta do armário debaixo das escadas se abre, e uma mão se estende e a puxa para dentro. É a sua mãe. Ela sussurra para a criança:

"Não vá para a cozinha. Eu também ouvi.”

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Doutor Crânio

Oi gente, sou o novo editor, e hoje trago pra vocês uma Creepypasta feita por mim. Essa é minha segunda postagem, espero que gostem.                  

Pouco se sabe da mente humana, não sabemos o nosso limite mental e nem onde esse limite pode nos levar. Há muito segredos na mente humana, alguns terríveis demais para serem ditos em voz alta.

Em uma cidade qualquer, em algum lugar deste mundo existe um homem, um homem tem um trabalho comum, ele é cirurgião e tem como especialidade cirurgias no crânio e cérebro.  Até este ponto tudo normal, se não fosse por um detalhe, o cirurgião opera contra a vontade das pessoas, em sua casa.

Ele atende pelo nome de Dr.Crânio e é obcecado pelos mistérios da mente humana. Utilizando instrumentos que doem só de olhar, ele opera seus ‘’pacientes’’ com muita frieza e sem anestesia, o som de dor causa prazer aos seus ouvidos. Ele remove o couro cabeludo, corta uma camada de pele para chegar até o crânio e depois serra lentamente até chegar ao cérebro. 

Ele desenvolveu uma ferramenta que permite transferir ondas do cérebro das vitimas para a sua própria cabeça.

Digamos que essa séria uma forma mais que excêntrica de saber os segredos de alguém, a curiosidade o faz matar ao invés de mata-lo. 

Pouco se sabe sobre o motivo deste imenso interesse macabro sobre a mente humana. Apenas o que se sabe é que quando criança, seu pai lhe deu um livro sobre anatomia cerebral, e como o pai não o deixava sair de casa para brincar com outras crianças, ele passava o dia inteiro lendo.

Dizem que o excesso de conteúdo cria uma loucura dominante e obsessiva, assim como dizem que as vezes é necessário dar uma pausa e aprender com a vida. Quando criança ele não pode aprender com a vida, aprendeu apenas com um livro que por coincidência acabou criando a sua própria loucura obsessiva.


Agora que você sabe sobre mim, quero saber sobre você. Podemos ir para a minha casa, e lá poderia me contar todos os seus segredos. O que acha? 

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Medo

Olá, eu sou o medo. Sei onde você está, sempre soube, sempre te vigiei, te protegi do sobrenatural. E tudo que ganhei foi ignorância. Pois é... chegou a hora da verdade. Esta noite, não conseguireis dormir, não fará nada mais na sua vida. Apenas leia o próximo paragrafo para me libertar... e sim, eu te avisei

É amigo... eu sabia que iria ler isso. Fique sabendo que não podereis mais dormir, nem tentar fazer o mesmo, pois ficará preso em minha maior engenharia: o tempo. Você irá se dar cara a cara com o sobrenatural. Não estarei lá, estou livre, você que me libertou... acalme-se... gaste o resto do dia muito bem, e se já estiver de noite, se prepare para o fim, você não sentirá medo, você sentirá coisas bem piores...você estará vulnerável a todos os males, não me culpe, eu avisei, boa morte e queime bem no fogo do inferno. Adeus!

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Tulpa (creepypasta)

 Como prometido, um post maior \o/ mas desculpem, não achei nenhuma foto decente do Tulpa, apenas cenas pornográficas bem excitantes por sinal =p Mas o que importa é que fiz um post decente U.U





No ano passado, participei durante seis meses de um experimento psicológico . Eu encontrei a oportunidade em um anuncio do jornal e, como estava sem dinheiro, prontamente liguei para o número indicado. Eles disseram que tudo que eu teria que fazer era ficar sozinho em um quarto, visualizando um outro eu, com aparelhos monitorando minha cabeça. Eles chamaram esse outro eu de Tulpa. 

Parecia fácil, e como disse anteriormente, eu seria pago. No dia seguinte à ligação o experimento começou. Eles me levaram para um quarto simples, me fizeram deitar numa cama e conectaram sensores em minha cabeça, que eram ligados em uma pequena caixa preta ao lado da cama. Explicaram que, caso eu ficasse entediado ou inquieto, no lugar de me movimentar deveria visualizar meu movimento no Tulpa, ou tentar interagir com ele. 

Durante os primeiros cinco dias tive alguns problemas, era algo muito controlado. Conseguia imaginar o Tulpa por alguns minutos, mas em seguida ficava distraído. Porém, no sexto dia, consegui mantê-lo comigo durante as seis horas em que permaneci no quarto, me disseram que eu estava indo muito bem.


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Psicologia Reversa

 Desde pequenos convivemos com ela, as pessoas nos dizem, quando somos pequenos, para não fazer algo e é justamente o que fazemos. É algo tão popular, tão normal, que várias vezes vemos isto nos filmes: quando um personagem faz algo inacreditável e ninguém acredita; quando algum agente secreto não tem autorização para dizer o que estava fazendo mas acaba contando.
 Então, qual o jeito mais fácil de esconder algo incrível, inacreditável e assombroso como criaturas sobrenaturais?
 Tão na cara que é impossível acreditar.
 E você, vai continuar acreditando no que eles querem?

domingo, 1 de setembro de 2013

Criaturas das Cavernas



 Hey gente, aqui é a Cáh, nova blogueira dessa joça \o/ seguinte, o Weslley esqueceu de me avisar ontem que eu tinha sido aceita na equipe matem ele u.u então acabei fazendo um post curtinho, mas juro juradinho que o próximo será maior :p Mas enfim, espero que gostem do que eu postar se não irei chorar flw?! -q

A foto acima foi tirada em 1895 por um fotógrafo amador chamado Oren Jeffries enquanto explorava uma seção não mapeada das Grandes Cavernas, na região sudoeste da Virginia. Ela foi tirada quando Jeffries fazia experimentos fotográficos, usando longas exposições para ver se era possível fotografar no escuro total.
 Durante um desses experimentos ele ouviu algo aproximar-se das profundezas da caverna e, assustado, abandonou seu equipamento após usar um flash de pólvora dentro da caverna. De acordo com o que disse ao jornal local, Jeffries viu três ‘humanoides’ nas sombras o encarando, e então ele correu para fora da caverna, voltando dias depois com mais três homens para buscar seu equipamento. A imagem estava no filme.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Chat

Era uma noite de sexta-feira normal e eu estava acordado até tarde conversando com meu amigo Bradley em uma sala de bate papo virtual que eu tinha encontrado na internet. Ele me disse que era capaz de ficar online o tempo que ele quisesse, porque seus pais estavam fora, até o fim de semana ele tinha a casa apenas para ele. Notei que Bradley estava conversando com uma garota em particular. logo depois, a minha mãe começou a gritar para eu ir dormir. Como eu estava prestes a fazer logoff, eu perguntei para Bradley o que ele iria fazer amanhã. Ele não respondeu por um tempo, até que apareceu na tela:

"Bradley está digitando uma mensagem".

Em seguida, a mensagem que surgiu estava em branco.

"Bradley está digitando uma mensagem".

Nada de novo.

Era estranho muito estranho ele parar de responder assim.

Eu não o vi novamente até o dia seguinte, quando eu entrei no site de bate-papo. Ele pediu desculpas por não responder ontem à noite e disse que ele estava ocupado. Tivemos uma breve conversa, e ele disse que responderia em breve, dizendo que era urgente. Isso foi bom, mas eu o questionei por que ele não esperava seus pais, que estariam em casa a qualquer minuto. Ele insistiu que não havia tempo porque ele tinha algo muito importante para me mostrar, e depois ele ficou off-line. Eu pensei que ele estava estava fora de si, pois ele sempre colocava sua família antes de qualquer coisa, e fiquei curioso com o que ele queria me mostrar.

Eu esperava que ele viesse mais cedo, como ele ficou off-line apenas uns de vinte minutos, quando recebi um telefonema perturbador. Eram os pais de Bradley, que tinha acabado de chegar em casa e estavam soando extremamente preocupados. Eles perguntaram se eu sabia alguma coisa sobre o paradeiro de Bradley, eu disse a eles para não se preocuparem, pois ele etava vindo até aqui em casa. O telefone ficou mudo por um momento, até que ouvi um grito da mãe no fundo do outro lado da linha. O pai dele respirou fundo, e disse uma frase que eu nunca vou esquecer. "Saia de casa agora. Bradley está aqui ... Ele está morto". Eles tinham encontrado o corpo sem vida de Bradley. Eu estava em estado de choque, até que de repente ouvi o barulho da porta traseira abrir.

Por instinto, eu fiz a primeira coisa que eu conseguia pensar e rapidamente me arrastei  pra debaixo da minha cama para me esconder. Eu ouvi o som de passos se aproximando, muito lentamente. Eu não me atrevi a abrir os olhos, mas quando eu podia ver entre os meus dedos, eu vi um ser branco, pálido, frio, os pés descalços vindo para o meu quarto, quase que lentamente. Eu não consegui ver de quem os tais pés pertenciam. Como eles lentamente se aproximavam da cama, eu podia ouvir a umidade dos passos, o meu coração estava batendo rapidamente, quase pulando de minha boca e eu prendi a respiração. Meu telefone tocou, e fez um barulho alto. A mensagem era de Bradley, e estava escrito:

"Onde está você?"

E os pés pararam de andar, indo em direção a onde eu estava...

Fonte: Creepypasta.com


A Ilusão de Las Vegas

Quando for para Las Vegas, você vai gastar seu dinheiro, se embebedar ou até mesmo jogar poker. Ou talvez você prefira um show de mágica do Cirque Du Soleil ou David Copperfield? Eu sugeria essa opção para sua primeira noite na Cidade do Pecado. A verdadeira magia se encontra em Las Vegas, mas não em casas de strip, oh não. Para uma verdadeira experiência que vai mudar sua opinião sobre magia, você deve procurar mestre ilusionista Mephisto Centurion.

Se quiser ver esse show surpreendente, vá com seu carro para uma estrada que fica logo depois do aeroporto, e continue indo em frente até chegar deserto. Certifique-se de fazer esta viagem logo depois da meia-noite, pois o show de Mephisto só acontece a noite. Uma vez que parece que você fez uma curva errada, pare o carro, saia e olhe através do deserto. Você não vai ver nada no início, mas depois você verá um hotel.

Deixe o seu veículo e se aproxime do hotel.

Você vai notar que não há luzes acessas no hotel. Caminhe até a entrada do hotel e bata nas portas de vidro, até que elas se abram. O local inteiro está escuro, e ninguém vai cumprimentá-lo, por isso traga uma lanterna para você entrar no edifício. Vá até um casino vazio, seguindo as placas penduradas no teto, você chegara até o teatro. Embora não haver ninguém, você tem a sensação de que você está sendo vigiado, mas não deixe que esse sentimento te impeça de continuar. Continue a seguir as placas até chegar a duas grandes portas de ouro com rostos esculpidos sobre elas.

domingo, 11 de agosto de 2013

Operação Cegueira da Neve

Antes do surgimento das televisões, os rádios eram amplamente utilizados como um meio de transmitir notícias e anúncios. Na Segunda Guerra Mundial, as estações de rádio rebeldes usaram a Quinta Sinfonia de Beethoven, com a repetição do "V" em códigos morse para indicar a vitória. Não demorou muito para que o governo encontrasse uma maneira de usá-la para transmitir mensagens subliminares.

Não foi uma tarefa fácil, a questão era esconder a mensagem bem, mas ao mesmo tempo deixar claro instruções para o alvo. Alguns psicólogos do governo proporam atacar o inconsciente com a hipnose. Por exemplo, um programa de rádio exibe a notícia sobre um alvo político e logo em seguida segue com uma tragédia ou uma história criminal, para os ouvintes casuais, pensariam que essas são as mesmas notícias, a nossa mente junta as suas coisas para simplifica-las. A razão pela qual esse tipo de coisa ser tão difícil de detectar é simples: Não são dadas falsas notícias, portanto, ninguém reclamaria.

Alguns psicólogos do governo estavam céticos sobre a hipnose inconsciente, e então se voltaram para um método mais científico para fazer a lavagem cerebral dos ouvintes. Quando os militares estavam à procura de um canal de rádio codificado para transmitir informações de batalha, eles encontraram uma onda sonora que apenas certos indivíduos poderiam ouvir. No início, eles pensavam que isso acontecia porque a zona de radar estava à um determinado nível de profundidade do oceano, onde o radar não conseguia detectar os submarinos. No entanto, verificou-se mais tarde que o sonar do navio de guerra foi afastado devido à temperatura da água e pressão, e a onda sonora relacionada mais tarde foi chamado de ultra-som.

Após mais investigação sobre o ultra-som, os cientistas do governo perceberam que apenas as pessoas com idade inferior a 25 anos poderiam ouvir esta onda sonora, o que era perfeito para uma lavagem cerebral, porque é mais eficaz quando feita para jovens ouvintes. O governo colocava guinchos do radar ultra-som ao longo de países ou pessoas que não concordavam com suas idéias. O resultado desses esforços de lavagem cerebral era impossíveis de serem monitorados, assim, a sua eficácia não foi capazes de ser bem determinada.

Com o surgimento da televisão, o governo suspendeu novas pesquisas sobre a hipnose em onda sonora devido ao declínio do uso do rádio. Em vez disso, o governo se concentrou em como usar mensagens subliminares visuais para fazer lavagem cerebral dos cidadãos. Por exemplo, os anúncios publicitários associados a uma família feliz, com imagens de águias e da bandeira americana, junto com notícias associadas a morte de políticos ou outros líderes do país. Como dizem, uma imagem vale mais que mil palavras, e tal método mostrou-se bastante eficiente. A lavagem cerebral pela associação foi utilizada com muita freqüência, assim o governo iria associar a sua própria religião como boa utilizando lemas como "Deus abençoe a América", em seguida, demonizava outras religiões e países.

Outras pesquisas foram interrompidas mais uma vez, mas não porque o governo estava com medo de que as pessoas descobrissem essas mensagens subliminares, mas sim porque a CIA encontrou uma maneira melhor para fazer lavagem cerebral no povo. Ela foi chamada de "Operação Cegueira da neve". Quando uma antena de televisão não recebia sinal, o monitor exibia "estática", ou um padrão preto e branco gerado aleatoriamente por pontos, assim como a neve. Assim foi explicado para o público o que acontecia com a televisão, mas isso está longe da verdade. Já se perguntou porque a antena faz a televisão exibir esse padrão de movimentos pretos e branco, em vez de apenas uma tela em branco quando não recebe sinal?

Você pode dizer que não notou nenhum efeito olhando para a tela estática por um longo tempo. Isso porque apenas 1 em 100 milhões de pessoas podem realmente ver o que está por trás disso. A maioria de nós somos daltônicos, para ser mais específico, daltônicos para as cores preto e branco. Enquanto você pode dizer a diferença entre as cores comuns, para que você possa assistir suas notícias ou o seu programa favorito de TV, há pessoas que podem dizer a diferença de algumas cores em preto e branco, de tal forma que eles podem assistir outra notícia ou qualquer outra coisa que a maioria das pessoas da Terra não podem ver na estática.

A maioria das pessoas que não podem ver o "Projeto Cegueira da Neve" desligam a televisão, enquanto os poucos que podem vê-lo pensam que a sua antena está totalmente normal. Como a maioria das pessoas não podem perceber, nenhuma queixa foi levada a sério. Você pode perguntar o que esse projeto pode fazer para o governo se só afeta 1 em cada 100 milhões de pessoas. Bem, esse projeto não foi usado apenas como um dispositivo de propaganda, ele foi usado também como instrumento para treinar agentes adormecidos.

As pessoas que não puderam se tornar agentes adormecidos, em vez disso, tornaram-se terroristas e assassinos em massa, dizendo que ouviram de seu deus instruções e permissões para cometer atos terríveis.

Fonte: Lua Pálida

domingo, 4 de agosto de 2013

O Lado Negro de Dragon Ball


Pelo que sabemos Akira Toriyama foi o principal idealizador de tudo relacionado a famosa saga Dragon Ball… Seria mesmo?

Uma das primeiras idéias de Akira era criar um objeto magico que realizasse desejos. Uma criança deu a ideia de que fosse algo similar ao Gênio da lampada. Como a criança possuía um desenho de um dragão negro com os olhos vermelho-sangue, Akira aderiu a ideia… Porem, ele modificou algumas coisas daquele dragão, o que deixou a criança um tanto ”triste”…

Dois meses depois Akira começava a criar o que seria hoje um dos maiores animes já feitos (Que teve início em forma de mangá[HQs japonesas]). As esferas do dragão foram criadas, e o "gênio" das esferas era o enorme Shenlong verde e bondoso, que conhecíamos muito bem.

Acontece que esse dragão deveria ser o dragão negro com olhos mais vermelhos do que o Shenlong que estávamos acostumados a ver… Era o desejo da pequena criança. E com um detalhe mais ”obscuro”; Na cabeça do dragão haviam manchas de sangue e ferimentos gravíssimos expostos que, obviamente, deixava subentendido que o dragão lutou até a morte (Ou provavelmente já estava MORTO)… Mas ai entra a pergunta: Como uma criança oriental de mais ou menos 7 anos, vestia aquela camisa? Sendo que para aquela idade vestir algo assim era assustador. Detalhe, naquela época, Animês/Mangás ainda não eram coisas tão comuns assim como atualmente.

Dias depois, Akira se mudava de sua antiga residencia em Yokohama…E deixava alguns filminhos para servir de base para quem quisesse morar lá. Acontece que algumas horas depois uma criança aparecia no quarto antigo, e chorava muito… Seus olhos estavam negros.. Não se sabia o porque de chorar tanto… A criança sussurrava com um tom depressivo…

“Eu só queria ver meu Amigo…”

Mas qual “Amigo”?

Nesse momento havia algo curioso… A criança mudou de calça, passou a usar um relógio e um tênis diferente, mas continuava a usar a mesma camisa com a imagem do dragão negro e supostamente morto. O que deixava a perceber que aquela criança era a mesma que havia dado a ideia do personagem Shenlong que Akira aderiu, mas que fora modificado mais tarde por ser considerado algo ”ruim” para um dragão estampado na camisa do pequeno garoto.

A criança ficava lá...Chorando... E os tempos se passando…

Anos se passaram, finalmente lançava-se a animação japonesa Dragon Ball. Porem ao mesmo tempo, um policial, também oriental, entrou no que poderia ser uma casa onde haviam muitos materiais de desenho antigos. Provavelmente a antiga casa que pertencia a Akira Toriyama.

O Policial vasculhava a casa em busca de drogas de boa quantidade, pois era possível que aquela casa servisse para abrigo de traficantes ou “Yakuzas” (mafia japonesa). Porem durante uma busca aprofundada, o policial e os seus companheiros encontraram uma imagem aterrorizante: Eram os traficantes… Todos tiveram seus corpos dilacerados por algum tipo de animal feroz, possivelmente Selvagem.

O policial e seus companheiros não ficaram assustados com a cena a principio, porem ao olhar bem para o cadáver mais próximo, perceberam que os olhos daquele cadáver haviam ficado totalmente avermelhados, e que sua cabeça mostrava ferimentos em alto grau de gravidade. Parecia “Ter lutado com alguém até a morte”…

Alguns dias depois durante a pericia, um dos médicos especializados em investigação de necrópsia, descobriu em um dos cadáveres algo estranho, no corpo havia manchas de sangue bruto, ou seja, sangue “Seco”, e a ferida mais exposta formava um dragão desenhado no corpo dos cadáveres, onde ainda havia vestígios de sangue liquido se formava o olho do dragão. E todos os que estavam no hospital privado(Similar ao instituto medico legal do Brasil) estavam com a mesma simbologia em seus corpos. Algo fora do normal…

Em cada corpo havia uma ”tatuagem” de sangue em forma de dragão. E cada cadáver tinha o mesmo diagnostico, cabeças com ferimentos violentamente graves, e pupilas que eram bizarramente banhados de sangue, oque assustava muito os médicos.

Ainda no Japão os policiais buscavam o responsável por esses bizarros assassinatos. Acreditava-se que fosse algum tipo de ritual satanista…
Mas como alguém teria capacidade "médica" de mudar a cor das pupilas das vitimas? E o que significava tais ferimentos nas cabeças de forma tão psicótica? E o que significava tal dragão desenhado com sangue nos corpos?

As famílias das vitimas relatavam que as vitimas desapareceram após o dia 14/07/1998… Nessa época se passava uma reprise do filme do Dragon Ball ( A Lenda de Shenlong/Shenlong no Densetsu) que aparentemente seria a primeira aparição do supremo dragão Shenlong, o famoso dragão que realizava desejos, quando as 7 esferas eram reunidas…

A cada noite que se passava tal episodio novos casos de desaparecimentos e assassinatos brutais e cenas de necromancia, extremamente bizarros aconteciam…

Mas aonde estava aquela estranha criança, a que desejava que seu dragão da camisa, com ferimentos expostos e olhar macabro, fosse o verdadeiro Shenlong da série?

Por ironia do destino na casa, onde aconteciam os estranhos assassinatos, a porta do quarto estava trancada.

Mas mesmo após tantos anos anda haviam sons vindo de trás dessa porta, sons que lembravam um choro, mas não um choro de criança, mas sim um choro engrossado, um choro que parecia ser de algo que não era humano…

Durante o choro um sussurro, uma frase era dita no quarto de forma macabra e melancólica, mas ainda com a voz grave…

“ Eu quero meu amigo… Eu quero ver meu amigo… Amigo “

Após esse sussurro uma folha de papel saia por debaixo da porta dentro e, nessa folha tinha uma mancha que de certa forma era parecida com uma cabeça de um monstro…

Ao lado da mancha, uma frase…. “Estou aqui… Estou Aqui“


Fonte: Psicológico Macabro

terça-feira, 30 de julho de 2013

Jesus Cristo, Deletado

Pense no mundo em que vivemos por um segundo. Essa rotina, esse tédio. Nós fazemos a mesma coisa várias vezes, sem alterações. Metade da população nunca pega um livro ou examina os seus pensamentos, apenas fica preso, fazendo um trabalho de novo e de novo. Parecem robôs em uma linha de montagem, em um sistema.

E o que dizer dos indivíduos extraordinários? Existiram poucos. Pessoas brilhantes sempre parecem morrer quando estão no seu auge não é? Quando eles tinham muito mais para dar a nós. Os músicos morrem de overdose quando estão se tornando famosos. Quantos artistas morreram antes de que suas grandes obras fossem concluídas? Nietzsche enlouqueceu com sífilis, ou infectado por um bug, como eu gosto de chamar.

E o que acontece com aqueles que realmente vivem a vida, com os aventureiros, viajam pelo mundo, aprendendo constantemente. Eles sempre parecem ir embora muito cedo, não é? As pessoas dizem que é porque esse tipo de vida é perigosa, cansativa, mas a verdade é que eles se tornam em algo mais do que deveriam... e suas mortes foram um aviso. E as grandes figuras religiosas? Desapareceram. Jesus Cristo foi para o céu. Buda morreu debaixo de uma árvore, desapareceu. Anjos levaram consigo os seus santos. Eles foram a diferença, eles tiveram uma nova maneira de olhar as coisas, e então eles se foram. Eles compreendiam a sociedade, a anos-luz além do que uma pessoa normal. Eles não eram movidos por imperativos ou comandos do corpo, por instintos básicos, por emoções mesquinhas. Eles são livres para escolher, mas quando tudo faz sentido, puf, eles desaparecem.

E se todos nós formos superficiais, completamente sem profundidade, falsos, e os poucos que vão além disso morrem ou desaparecem, de propósito?

Porque afinal, o que é a mente humana, além de um programa? E transcendência, mas uma outra palavra para exclusão?

sexta-feira, 26 de julho de 2013

O lado negro de "Friends"

Eu acompanhei meu amigo John para uma festa de alguns amigos dele, que aconteceria na casa de um de seus novos colegas. John começou a trabalhar em uma empresa que fazia traduções para séries de TV, ou seja, que traduzem os scripts para colocarem as legendas. Na verdade, o que o John queria mesmo, era se dar bem com uma garota que estava trabalhando com ele, mas ele realmente não sabia se ela ia corresponder a isso. Em geral, eu não gosto muito de ir a festas onde não conheço nem os convidados, nem os donos da casa, mas como John já havia me tirado de algumas, eu não poderia negar agora que ele estava me pedindo para acompanhá-lo, para estar com o que seria a futura mãe de seus filhos, segundo ele.

Chegamos à festa; era uma mansão e havia um monte de pessoas, e todas elas pareciam conhecer uns aos outros. Eles estavam muito bêbados, alguns deles estavam dançando, outros estavam bebendo e rindo altamente. Como eu sou um pouco tímido, comecei a beber um pouco, a fim de fazer amizade com mais alguém daquela festa sem ser o John, que havia se perdido entre as pessoas querendo se encontrar com a tal garota. O tempo começou a passar, e claramente eu não conseguiria me envolver em qualquer um dos grupos ali. Pouco a pouco as pessoas começaram a deixar a casa, e eu ainda nem tinha notícias de meu amigo. Quando restavam nada mais do que 5 ou 6 pessoas, o dono da casa se aproximou de mim e começamos a conversar.

Ele era um cara muito legal, e me disse que tinha começado a trabalhar na empresa à um aproximadamente 1 ano atrás, e ai começamos a falar sobre as séries, aquelas que eles estavam traduzindo e tal, e eu disse a ele que uma de minha séries favoritas era “FRIENDS”. Logo depois que eu disse isso, porem, as pessoas na sala ficaram sérias e se entreolharam com um olhar estranho. Uma menina me perguntou se eu já tinha ouvido falar sobre o episódio “fantasma” da série, e eu respondi a ela que eu não, e que não tinha idéia do que ela estava falando. Eles me deixaram claro que esse capítulo tinha chegado a eles, provavelmente por engano, já que ele tinha vindo sem o script, nem seqüência de crédito, nem nada. O capítulo foi dirigido por Matthew Perry, o ator que interpretava Chandler Bing (assim como alguns capítulos também tinham sido dirigido por David Schwimmer, o ator que interpretava Ross Geller), curiosamente, próximo à data em que seus problemas com drogas havia sido divulgados, o que parcialmente, pode explicar o que eu estava prestes a ver. Fomos para o quarto do dono da casa, e ele tirou de uma prateleira uma fita de vídeo, com uma etiqueta e o nome “Aquele com os gatos congelados” escrito nela com um lápis. Eu achei que aquele era um nome pouco comum para um capítulo normal de “Friends”, mas eles me disseram que era um capitulo “fantasma”, então eu não disse mais nada, e me acomodei para vê-lo. Não sei se foram as cervejas que eu bebi ou algo assim, mas quando o capítulo começou, notei que todos eles estavam se entreolhando com um sorriso meio malévolo.

O capítulo começou como qualquer outro: Rachel e Monica estavam sentadas na cafeteria imaginando como seria ter um encontro com Joey. Nada fora do normal, algumas piadas simples e discretas, nada que chamava muito a minha atenção. Após a introdução, a tela não cortou para a apresentação, com a canção dos Rembrandts. Ao invés disso, apareceu uma tela preta, com o título "Capítulo 101-B: Aquele com os gatos congelados, dirigido por Matthew Perry”. Esses foram os únicos créditos que apareceram em todo o capítulo. A próxima coisa que apareceu foi a gravação de uma televisão, em que ele poderia ser visto o rosto de um cavalo e, de fundo, uma fazenda. A cena seguinte mostra um monte de galinhas correndo em linha reta. Ninguém prestava atenção no que estava acontecendo na tela. Joey e Monica estavam sentados e conversando na mesa da sala de Monica e Rachel, sobre a maldição de uma foto amaldiçoada. Monica diz para Joey que aquilo era somente uma completa mentira para as pessoas de mente fraca, e Joey responde em seguida que uma de suas irmãs enlouqueceu depois de ter recebido a foto em seu e-mail. Monica lhe responde que aquilo era apenas uma lenda urbana para assustar as pessoas, mais então, Joey mostra a ela uma foto de sua irmã, que estranhamente, não era nenhuma daquelas que haviam aparecido na série, mas ao invés disso, aquilo parecia ser uma foto de uma mulher realmente louca, com uma camisa de força e uma expressão extremamente aterrorizada em seu rosto, como se ela realmente estava perturbada por alguma coisa. Enquanto a foto era mostrada na tela (o que durou por muito tempo), risos do público eram ouvidos, o que curiosamente fazia aquela cena ficar ainda mais assustadora. Monica não prestou atenção à imagem, e ela se levanta para desligar a TV. Phoebe entra no apartamento, com um olhar muito deprimido e aborrecido.

Joey e Monica perguntaram a ela o que estava acontecendo. Phoebe se senta em uma cadeira e apóia a cabeça nas mãos, e diz aos amigos que ela não se estava se sentindo muito bem desde que ela teve que deixar os trigêmeos de Alice e seu irmão, e que provavelmente deveria ser uma depressão pós-parto. Monica e Joey tentam incentivá-la, mas Phoebe não parecia ouvi-los, dizendo que era horrível não poder estar mais com os trigêmeos. Ouvindo aquela conversa, parecia estar implícito que os trigêmeos haviam morrido logo após o parto, e que Phoebe estava sofrendo muito, já que se sentia culpada. Phoebe diz que isso tem que terminar, e rapidamente sai do apartamento. Monica e Joey parecem não se preocupar com a situação, e então Monica diz a Joey que ele deve apoiar privadamente a relação entre ela e Chandler (esta é a única vez que ele é mencionado em todo o capítulo). Em seguida, o capítulo se desenvolveu normalmente, com um enredo, e um sub-enredo. A trama principal mostrava Ross procurando uma babá para o Ben, e das confusões que aconteciam ao conhecer cada candidata (que eram julgadas por Monica, Joey e Rachel). Nada fora do normal, alguns diálogos engraçados, mas nada para morrer de rir.

Mas o estranho mesmo era o sub-enredo. Este era sobre o problema de Phoebe, e este continha varias cenas dela sozinha, que me deixavam com calafrios. A cena que realmente me assustou, foi uma que ela estava sozinha em seu apartamento, com as mãos na cabeça, andando em circulo completamente desorientada. De repente, uma música infantil começou a tocar; eu não consegui reconhecê-la, mas eu senti um arrepio em todo meu corpo. Então eu ouvi o choro de alguns bebês, e Phoebe começou a andar em círculos novamente, chorando, até que ela disse algo como “Isto tem que parar!” e saiu correndo da sala. A música e os choros continuaram por algum tempo, e a cena terminou com risos pré-gravados. Mais tarde, Phoebe foi procurar Ben em sua escola, e ele parecia muito assustado com aquela situação, como se aquilo não estivesse no script ou algo assim. Phoebe levou-o para um parque de diversões, e a situação era semelhante à cena do filme "Atração Fatal”, e como uma paródia, aquilo estava muito bem feito, mas a reação do ator que estava interpretando Ben fez tudo aquilo ficar muito estranho e suspeito.

Finalmente, Phoebe estava arrependida do que havia feito, e então ela foi devolver Ben para Carol e Susan, como se nada tivesse acontecido. Phoebe então foi para um abrigo de animais e pegou um pequeno gato nos braços de uma forma muito maternal. Enquanto isso, o resto dos amigos percebeu que nenhuma das babás ia ser tão boa como a própria Phoebe, e com isso, eles decidem ir procurar por ela. Quando eles chegaram até a casa dela, Phoebe estava com uma expressão muito estranha em seu rosto, agindo muito mais incoerente do que o normal. Todos eles perguntavam para ela como estava, mas Phoebe agia como se seus amigos não estivessem lá. Joey abre a geladeira à procura de uma cerveja, e para o seu horror… encontra todos os gatos mortos em sacos amarrados, congelados. Todos olham para Phoebe com uma expressão de completo horror no rosto (como se eles de fato não soubessem o que tinha dentro da geladeira), e de repente Phoebe começa a rir loucamente sem parar, e em seguida, a tela muda para um fundo preto. A cena final mostrava todos os amigos, exceto Chandler e Phoebe, na cafeteria. Monica tenta assustar Joey mostrando-o uma foto do Smile.jpg (A suposta foto amaldiçoada), mas Joey não presta atenção a ela, e pergunta se ela realmente quer ficar assustada, e nisso, ele mostra uma foto de Phoebe, sentada em uma cama com uma camisa de força e olhando para a câmera com uma expressão completamente perturbada. Há uma risada muito longa, e o capitulo termina.

Assim que ele terminou, eu olhei para todo mundo, não acreditando no que eu tinha acabado de ver. Não consegui dizer simplesmente nada para eles. Na verdade, eu só me levantei, e fui para minha casa, tentando dormir, mas obviamente, a expressão de Phoebe e da irmã de Joey me perseguiram a noite inteira. No dia seguinte, liguei para meu amigo e perguntei como ele estava, e ele me disse que estava tudo bem, e que ele estava muito apaixonado pela garota. Em seguida, perguntei se ele sabia alguma coisa sobre o capítulo “fantasma”, e ele me disse que provavelmente era apenas um teste, um capítulo que tinha “escapado”, e que nunca iria para o ar. Nas semanas seguintes, meu amigo foi promovido na empresa, se casou com a tal garota, e se mudou para outra cidade. Eu não tive quase nenhuma noticia dele. E aqueles que eram seus colegas, também nada, como se nunca tivessem existido. E claro, sempre que eu comento algo sobre este capitulo com alguém, eles olham para mim com aquela cara de "vá procurar ajuda”. E, ocasionalmente, aquela expressão perturbada da Phoebe me acompanha antes de adormecer.

domingo, 21 de julho de 2013

A Aranha Australiana


Andrea e Juan desfrutavam de uma maravilhosa lua de mel, nas paradisíacas praias da Austrália. Estavam em um complexo turístico exclusivo, com praias de areia branca, águas cristalinas e a poucos metros de uma floresta. Era um dos poucos luxos que haviam se permitido após o casamento, pois nesses tempos de crise, tinham que se cuidar para não exagerar nos gastos. Os pais dela tinham insistido e assumido mais da metade do preço daviagem, o que motivou o casal a se aventurar e realizar o sonho de viajar para a Austrália e desfrutar daquelas que seriam as melhores férias de suas vidas.

Os dias passavam rápido, como sempre acontece quando alguém se diverte, e não poderiam ter imaginado um lugar melhor. A “pulseirinha” que haviam contratado com o pacote do alojamento, lhes dava direito a comer, beber e entrar em várias festas totalmente grátis. Era um sonho realizado, que dentro de pouco tempo acabaria, para eles despertarem e voltarem à suas monótonas rotinas de trabalho.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Anestesia

Com certeza todos vocês já sentiram isso. Aquela sensação estranha na bochecha depois que você recebeu uma anestesia na boca para algum tratamento dentário. É como se aquele lado do seu rosto ficasse inchado. Ou mesmo como se nem estivesse ali.

"Duas cáries", disse o dentista, olhando na boca de Natalie, 9 anos de idade. "Eu vou preencher uma das cáries agora e você virá para um check-up depois, assim poderei preencher a outra" "Por que?" Natalie perguntou. "Eu não gosto de anestesiar os dois lados do rosto de uma única vez. Pode ser perigoso", disse o dentista. Natalie ficou tensa. "Perigoso em que sentido?" "Você não conseguiria sentir seu rosto. Poderia acabar se machucando enquanto come, ferindo sua bochecha e sua língua de tanto mordê-las" ele disse, sorrindo.

Natalia sentiu a acidez da novocaína anestesiando o lado esquerdo de seu rosto. Parecia estar muito inchado. Ela resolveu testar o que o dentista disse e mordeu de leve a bochecha. Como não sentiu nada, ficou mais calma. O dentista perfurou o dente com a broca, resolvendo o problema daquela cárie sem problemas. A mãe de Natalie marcou a outra
consulta para dali a alguns dias.

Na volta para casa, ela não parava de morder a bochecha. Era divertido. Ela não podia sentir nada. Eventualmente, ela percebeu que havia aberto uma ferida: sentiu o sangue escorrer no lado da língua que não estava anestesiado. Mas por que parar, se não podia sentir nada? Era divertido.Em casa, ela continuou mordendo a bochecha. Cuspia o sangue e os pedacinhos da carne no chão.

"Natalie?" a mãe chamou. "Onde você está?" Subitamente, ouviu o som de um gargarejo vindo do quarto dela.

Na ponta dos pés, ela abriu uma fresta da porta e viu sua filha sentada no canto, com o rosto virado para a parede. "Natalie?" ela chamou outra vez. "Sabe, mãe", Natalie respondeu, com uma voz quase ininteligível, "o dentista estava certo".
Ela se virou na direção da mãe, e seu rosto estava horrível.

Toda a sua bochecha havia sumido. Sua mandíbula pendia como se fosse uma dobradiça, e Natalie estava sentada numa poça de sangue, repleta de pedaços de sua boca. Ela tentou sorrir, mas o movimento fez com que toda sua mandíbula inferior caísse.

Em uma voz gargarejada, quase impossível de entender, ela pôde dizer:"Eu nem mesmo sinto nada!"

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Escute o Relógio

Se quiser perder todo o rastro da realidade e destruir sua sanidade por completo, simplesmente deve escutar o relógio.

Contudo, permita-me dizer, isto não será fácil. Não é algo com o que você deva brincar. É somente uma forma simples de perder cada rastro de sua mente, lá dentro dos confins... Do seu lugar. Para conseguir, tem que seguir algumas regras...

A primeira deve ser, você estar em um quarto sem janela nenhuma. Pode ser um quarto qualquer, só não deve ter janelas.

A segunda é que, pode começar a qualquer hora do dia, inclusive se decidir começar à noite. Este processo durará 24 horas para ser completo.

Terceira, cancele qualquer compromisso que tenha no dia e desligue o telefone. Você não pode ter nenhuma distração.

Quatro, esteja seguro que seja um dia tranquilo, sem ventos ou trovões.

Por último, para terminar isso, deve colocar no quarto escolhido, um relógio. Esse relógio deve ter um distinto “tic-tac” em cada segundo que vá passando e, como única iluminação do lugar, uma vela.
Uma vez que tenha tudo o que é requisitado, quero que faça uma pergunta a si mesmo , e responda com toda a sinceridade: “Quero realmente fazer isso?” Se a resposta for afirmativa, então espero que Deus, Lucifer o qualquer que seja sua crença, tenham piedade de sua alma, porque eu, só estou aqui para lhe preparar.

Creepypasta: Espíritos Presos

Algumas religiões acreditam que, quando a pessoa morre de forma abrupta, fica, por um tempo, presa ao local de sua morte, até conseguir libertar-se ir seja lá para onde for. Como, por exemplo, em um acidente de carro, onde a morte é rápida, o espírito da pessoa pode ficar por anos junto ao carro, sem saber o que aconteceu.

Li muito sobre isso, pois o que aconteceu comigo, quando tinha apenas 9 anos, me obrigou a buscar alguma explicação plausível, que não duvidasse de minha sanidade mental (fui em muitos psiquiatras, não tenho problema mental nenhum).

Minha família era pequena, apenas minha mãe, dona-de-casa, meu pai, vendedor ambulante, minha irmã e eu. Nós duas dividíamos a mesma cama de solteiro, mas chegou um ponto que não foi mais possível, eu já tinha 9 anos e ela, 12. Então minha mãe decidiu procurar uma beliche para nosso quarto.
Por sermos muito pobres, a única alternativa era procurarmos em lojas de móveis usados. Encontramos uma beliche que minha mãe conseguiria pagar. Era de madeira, aparentemente muito antiga, e com alguns arranhões.

Um amigo do meu pai foi buscar a cama e logo ela estava em nosso quarto. Vendemos nossa cama antiga e assim pudemos comprar mais um colchão. Eu estava muito feliz, pois nunca ganhava presentes como as outras crianças, e uma cama nova era algo incrível para mim.

Meu pai conseguiu alguns restos de tinta de uma obra perto da nossa casa, e resolvemos pintar a cama para que ficasse mais bonita. Eu, empolgadíssima, insisti para ajudá-lo. Ele deixou que eu pintasse a parte de baixo e ele, a de cima. Deitei na cama de baixo e, entre uma pincelada e outra, percebi que os arranhões que eu tinha visto no dia da compra da cama, na verdade, eram palavras.

Fiquei um pouco assustada com o que dizia ali. Meus pais disseram para eu não sentir medo, pois era coisa dos antigos donos da cama, mas não consegui evitar. Antes de pintar, anotei cada palavra que dizia ali, numa agenda que guardo até hoje. Leia:

"Dormir para morrer."
"A maldição está aqui."
"Fuja"
"Não durma."
"Nunca durma."
"Ele está aqui."
"Ele nunca sairá daqui."
"Ele está em você?"
"Eu dormi e ele está em mim."

Depois disso, não consegui dormir na cama de baixo da beliche. Implorei para minha irmã que deixasse eu dormir na cama de cima e ela concordou. Me arrependo de ter feito esse pedido à ela até hoje.
Naquela noite, antes de dormir, ouvi o último "boa noite" de minha irmã. Eu não fazia ideia do que estava prestes a acontecer, mas mudou minha vida para sempre.

No outro dia, minha irmã acordou perturbada. Ela gritava e dizia que sua garganta e estômago estavam queimando. Minha mãe deu alguns medicamentos à ela, mas não adiantou. Ela urrava de dor e se debatia. A única alternativa foi levá-la correndo para o hospital. Seus últimos 5 dias de vida, foram os 5 dias de internação.

Nenhum medicamento fez efeito. Nenhum tratamento conseguiu curá-la. Seus gritos eram escutados de fora do hospital, mas nenhum calmante fazia com que ela dormisse. Ela arrancou os próprios cabelos com as mãos, fazendo seu couro cabeludo sangrar e rasgou a pele dos braços e pernas com as próprias unhas. Ela foi amarrada na cama. No seu último dia de vida, minha mãe implorou que o médico lhe deixasse levá-la para casa. Ela não aguentava mais ver minha irmã naquele estado e, se ela não se curasse, pelo menos estaria em casa, conosco. O médico, após avisar minha mãe de que minha irmã estava em estado crítico e não viveria muito tempo, liberou-a, e uma ambulância nos levou para casa, com ela. A última visão que tive da minha irmã foi dela deitada na parte de baixo da nossa beliche, com apenas algumas mechas de cabelo, com os braços e pernas em carne viva, olhando fixamente para mim. Por algum motivo, a parte branca de seus olhos estava vermelha, cheia de sangue e seu rosto estava roxo devido às pancadas que levou enquanto se debatia. Ela faleceu, deitada naquela cama, duas horas após chegarmos em casa.

Eu só dormi uma noite naquela cama, pois com todo o acontecido, minha mãe permitiu que eu dormisse junto com ela nas outras noites. Após a morte de minha irmã, ela decidiu vender a cama, pois precisávamos de dinheiro. No dia em que a cama seria levada para uma loja de móveis usados, deitei novamente na parte de baixo da beliche. Qual não foi minha surpresa, ao ver que, por cima da pintura, haviam palavras:

"Ele sempre estará aqui."
"Não durma aqui."
"Prisão."

E, com a letra da minha irmã:
"Eu também estou aqui."