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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Casa de Campo


Era uma noite de sexta-feira de inverno, o frio não era muito mas algumas pessoas usavam casacos pesados. Carol sentia o ar gostoso no rosto pela janela do carro, apesar de gostar mais de calor o frio a estava fazendo bem esse ano. Ela, seu marido Roger e o filho adolescente Alex estavam viajando para uma casa de campo que tinham alugado para passar o fim de semana.

“O que é aquilo?” – perguntou ele apontando para o horizonte.

“Não estou vendo nada.” – respondeu Carol.

“Acho que é uma pessoa andando na estrada, que coisa louca. Vou passar devagar para evitar que...”

Ele foi interrompido por um estrondo de algo se chocando contra o para brisa. Roger agiu rápido e freou com força, por alguns instantes perdeu o controle do carro que girou algumas vezes até parar.

Desceu do carro e correu em direção ao objeto com que ele havia chocado. Olhou pro chão e se deparou com um abutre nojento que já estava morto. Ele sentiu um calafrio estranho olhando o animal. Voltou para o carro, a mulher e o filho passavam bem e ninguém se machucou. O para brisa do carro estava todo trincado, mas era somente isso. Olhou novamente para onde havia visto a pessoa andando mas não viu nada.

O Garoto Hadouken


A revista japonesa Chi in Action vol. 38, descreveu a primeira manifestação voluntaria de energia termocinética luminosa (hadouken) em um laboratório com condições próprias para a percepção do fenômeno em um garoto chamado Eiji Homura de 14 anos. Eiji conseguiu estilhaçar uma tela de acrílico (1,5×1,5m) com 1 polegada a uma distancia de 4,5 metros. Os aparelhos detectaram uma esfera discoidal de 25 cm de raio, incandescente (amarelo-branco gradiente) de temperatura de 124°C. A esfera viajou a uma velocidade de 250 km/h a força de impacto foi avaliada em 600 kg por cm³. O fenômeno foi presenciado por um cientista, dois psicólogos e um mestre de acupuntura e retenção de Chi (possui recordes no Guiness). Os pareceres foram mistos, o cientista não deu crédito ao ocorrido comentou em possível fraude, os psicólogos apoiaram a tese do fato, o menino possui histórico de violência doméstica, a manifestação voluntária (não provada) teria sido obra deste trauma, o mestre de acupuntura Chung Zeng Maoi (75 anos relator e entrevistado do artigo da revista) declarou o menino um prodígio e que pretende manter contato com o menino para entender melhor o que ele é capaz de fazer futuramente. Atualmente o menino vive em Yokohama com os pais adotivos, apesar do “talento” Eiji é uma pessoa calma e tímida e diz nunca ter machucado ninguém com esse “poder”, de fato os danos em seres vivos seriam muito expressivos para não dizer fatais, Eiji deu algumas coletivas em jornais e programas de auditório mas a sua unica atuação pública se deu neste laboratório, os pais adotivos de Eiji não liberaram as imagens do fenômeno, o que se sabe é que o governo japonês está apoiando a família em todos os quesitos,saúde, educação, lazer.

As Pegadas do Diabo



O inverno naquele ano de 1855 na Inglaterra era um dos piores de toda a história e a nevasca na noite do dia 8 de fevereiro para o dia 9 foi intensa, não parando um minuto de derrubar sobre a terra grossas camadas de gelo.


No despertar do dia seguinte, quando as pessoas saíram para a rua, uma coisa foi notada, havia uma longa linha de pegadas em forma de casco. Diversas pessoas acharam aquilo curioso e nos dias seguintes foi descoberto algo que deixou a todos sem palavras.

A linha de pegadas tinha se estendido por mais de 150KM em linha reta, passando por dentro de rios, em cima de casas e atravessando o florestas. Que criatura teria conseguido em uma noite de nevasca daquelas ter feito tudo isso?

Muitos acreditam que o próprio demônio havia descido a terra e feito tal coisa, pois seria impossível alguém ou algum animal ter percorrido 150KM em uma noite daquelas, ainda mais passando por dento de rios e subindo em casas como se fossem o chão na sua frente.

Anos se passaram e essa história virou uma espécie de lenda, até que em 2009 novamente em uma noite de nevascas as pegadas surgiram novamente…



Mais umas vez todos ficam perplexos, que criatura seria aquela que tinha patas em forma de ferradura, conseguia andar quilômetros no meio da nevasca, além de conseguir pular sobre muros com mais de seis metros de altura?

Ninguém sabe, talvez o próprio demônio esteja passeando por lá nas noites de neve…

Fonte: MiniLua

967 – O voo fantasma

Era dia 30 de janeiro de 1979, quando um avião cargueiro da Varig estava decolando de noite, por volta das oito e vinte, do aeroporto de Narita em Tóquio, indo rumo ao Rio de Janeiro. Como de costume, todas as checagens haviam sido feitas, mostrando que tudo estava perfeito com a aeronave. Dentro dela iam algumas obras de artes valiosas do pintor Manabu Mabe, avaliadas em alguns milhões de dólares, além de outras cargas comuns.

Como o planejado o avião entrou em contato com as torres de controle 22 minutos após a decolagem. Aparentemente tudo estava indo bem, pois o piloto não informou nenhum problema com a aeronave ou com o tempo. Porém mal sabiam eles que aquele era o último contato feito por aquela aeronave.



O próximo contato, que deveria ser feito por volta de nove e vinte da noite, jamais foi realizado e o avião simplesmente sumiu de todos os radares, ninguém sabia onde o cargueiro voador estava.

Horas após o sumiço, as autoridades enviaram aviões e barcos em busca da aeronave sumida, mas nenhum destroço ou sinal foi encontrado após dias. Isso deixou uma grande dúvida, onde aquele enorme avião estava?

Poucos acreditavam que o avião tivesse sofrido com algum problema, pois caso o contrário o piloto teria entrado em contato avisando as autoridades, mas isso não foi feito. E a causa mais provável do sumiço sem aviso do avião era de que ele havia explodido ou se desintegrado no ar, mas isso geraria escombros espalhados por quilômetros no oceano, mas nenhum sinal foi encontrado.

O que teria então acontecido com o voo 967 de Tóquio para o Rio?



Alguns acreditam que os russos derrubaram o avião, outros que a tripulação desmaiou por causa de uma despressurização e o avião voou por horas até cair em algum canto do mundo, outros dizem que ele foi sequestrado e as obras foram roubadas, mas até hoje nenhum quadro apareceu… Fala-se até que o avião foi abduzido por alienígenas ou que entrou em algum portal para outra dimensão.

Contudo nenhuma dessas possibilidades pode ser comprovada, pois aquela enorme aeronave, com seus seis tripulantes, até hoje está desaparecida… E ninguém consegue explicar como um avião daquele porte simplesmente desapareceu do mapa sem deixar vestígios, criando o maior mistério da aviação moderna e deixando um mistério para toda humanidade…

Fonte: MiniLua

Marcha da morte de Sandakan

Durante a Segunda Guerra Mundial, diversas atrocidades contra humanos foram realizadas por todos os lados que nela batalharam. Os japoneses em especial não poupavam seus inimigos, tanto que protagonizaram um acontecimento que ficou marcado na história: A Marcha da morte de Sandakan.

Em plena guerra muitos soldados australianos e ingleses acabaram sendo capturados pelos japoneses em Bornéu, na Indonésia. Os asiáticos forcaram seus prisioneiros a andarem por mais de 247 quilômetros em um calor de quase quarenta graus, sem dar a eles comida ou bebida. Muitos morreram de fome ou de desidratação. E todos que reclamavam eram furados ou degolados pelas baionetas japonesas.

Por isso apenas seis conseguiram sobreviver, mas todos eles fugiram em momentos de distração dos seus guardas, caso contrário teriam morrido junto com seus companheiros. Esse cruel episódio ficou muito conhecido, pois foi um ato de tortura em grupo que veio a público.

E agora, quase setenta anos depois, o major John Tulloch estava refazendo o caminho feito pelos prisioneiros e acabou tirando uma foto. E o que era para ser uma simples imagem de recordação do lugar se mostrou algo muito mais impressionante, pois parece que os fantasmas dos que tiveram que viver aquela marcha infernal ainda estão andando por lá:



Na imagem pode-se ver claramente o que aparentam serem vultos de pessoas esqueléticas andando em uma cena que deve ser bem parecida com aquela que aconteceu na Marcha da morte de Sandakan. Seriam esses os espíritos dos soldados mortos, presos ainda no pesadelo que os levou a morte?

Fonte: MiniLua

The Theater


Você já ouviu falar de um jogo de PC antigo chamado "The Theater"?É ,achei que não.. Provavelmente porque muitas pessoas dizem que não existe mesmo. Você vê, The Theater é um jogo de computador antigo lançado na mesma época que Doom. Hoje, se um dia você encontrá-lo, ele só está disponível em algumas porcarias de bootleg CD-ROMs, que, praticamente sempre nem sequer contêm realmente o jogo. As cópias reais que foram lançadas há tempos atrás tinham uma capa em branco, com nada além do sprite do chamado 'Ticket-Taker ". Ele é simplesmente uma imagem pixelada mal desenhada de um homem caucasiano careca com grandes lábios vermelhos vestindo um colete vermelho sobre uma camisa branca e calças pretas. Ele é completamente sem emoção, embora alguns dizem que, se você quebra o disco, na próxima vez que você olhar-lo seu rosto vai estar coberto de raiva. Mas este é apenas um mito. O que é peculiar sobre o The Theater, é que não há nenhum desenvolvedor nomeado, e nem uma descrição do jogo na parte traseira. É simplesmente o Ticket-Taker em um fundo branco em ambos os lados.

O jogo ficou inicialmente conhecido por sua incapacidade para instalar corretamente. O processo de instalação imediatamente trava o computador quando o usuário alcança o contrato de licença. Outra coisa estranha no acordo de licenciamento para The Theater é que sempre que o estúdio de desenvolvimento deveria ser nomeado, o texto é apenas uma linha em branco. De qualquer forma, a maioria das pessoas que alegavam possuir um dos CDs originais dizem que eles descobriram como instalar o jogo, basta reiniciar o seu computador quando abrir o acordo de licenciamento com o disco lá dentro. E quando o computador inicia, aparece um botão escrito “Eu concordo” . Então eles continuam com a instalação. O jogo inicia-se sem qualquer introdução além de um menu principal, que é simplesmente o sprite do exterior de um cinema em uma rua de cidade vazia. O título enfraquece e, em seguida aparecem os 3 botões do menu 'NOVO JOGO, carregar, opções ". Selecionando as Opções de imediato trava o jogo e você é mandado para o desktop. LOAD é dito que não funcionaa. Mesmo se você tiver um jogo salvo, nada acontece quando você pressiona-lo. Assim, NOVO JOGO é a única opção do menu que funciona.

Sinto muito, papai.


Eu era um pai solteiro na época. Minha esposa tinha sido uma louca narcisista que não era capaz de cuidar de si mesma, então o nosso divórcio era mais ou menos uma bênção para mim. Quando nos separamos, eu estava com a custódia de nosso filho, que era minha vida.

Durante nosso casamento, minha esposa reclamou que eu passei muito tempo dando atenção a ele e não ela, que, aparentemente, achava que ela merecia o reconhecimento. Tendo aquela bruxa fora de casa e longe do meu menino teve muitas vantagens, mas também teve alguns inconvenientes. Eu trabalhava o tempo todo, e muitas vezes eu contratava uma babá ou ligava para os meus pais e via se eles poderiam ver o meu filho. Eu costumo tentar chamar meus pais para fazê-lo, mas de vez em quando eu tenho que me contentar com Marcy, a babá que estava sempre disponível em curto prazo. Eu nunca gostei particularmente da Marcy, já que ela sempre foi um pouco irresponsável. Marcy, muitas vezes passou a maior parte do tempo falando no telefone ao invés de prestar atenção no meu filho, e toda vez que ela via meu carro entrando na garagem pegava suas coisas e saia pela porta de trás... Era uma dor. Mas ela era tudo o que estava disponível.

Uma noite, eu entrei na minha casa e eu chamei por ela, mas não houve resposta. Achei que ela devia ter saído pela porta de trás, então eu não dei atenção à sua falta de resposta. Entrei na sala e vi que no topo das minhas escadas estava meu filho, ainda de pijama.

"Hey, jogador," Eu chamei ele, antes de notar o olhar em seu rosto. "Algo de errado, filho?"

"Eu tive um pesadelo, papai", ele me disse, antes de descer correndo as escadas para me abraçar. "Foi tão assustador ..."

"O que aconteceu ?" Eu perguntei. Ele me abraçou mais apertado.

"Eu estava andando pelo corredor quando ouvi Marcy assobiando no andar de baixo. Eu me escondi no escuro no alto da escada onde ela não podia me ver, e eu espionei ela fazendo sua lição de casa na cozinha. Depois de alguns minutos, a porta da despensa atrás dela abriu silenciosamente. Ela estava ouvindo sua música então ela não ouviu. Fora da copa estava um homem monstro nu com minúsculos olhos negros ... ", ele estremeceu.

"Vá em frente, meu filho," Eu disse.

"Bem, o homem-monstro a observou por um longo tempo, e então ele acenou com a mão para o armário na sala de estar. Ele abriu, e outro homem monstro saiu daquela porta. Ela estava focada em sua lição e sua música e estava escuro então ela não o viu também. Os dois homens monstro olharam ela por um tempo antes que o segundo homem monstro acenou para a janela. A cortina foi afastada, e havia outro homem monstro por trás dele. Marcy não o viu. Então, o terceiro homem monstro acenou para a porta do porão, e dois homens monstros saíram. Eu estava tão assustado, papai ... mas eu tentei ficar quieto e nenhum deles me viu.

"Todos eles observaram Marcy por alguns minutos antes de um deles atrás dela começar a rugir. Ela não ouviu. Ele resmungou mais alto. Ela fez uma careta e piscou. Eu estava rezando para que ela não se virasse, papai. Mas ela fez. Ela gritava e gritava, chorava e gritava, e todos os homens monstros correram e começaram a atacá-la. Partiram ela em pedaços e comeram tudo ... e quando terminaram, lamberam todo o sangue no chão. Então eles todos acenaram para os outros, e todos eles voltaram para onde estavam antes ... na dispensa, no armário, por trás da cortina, no porão ... e eu só estava no topo das escadas, eu estava tão assustada Papai ... "

Eu puxei o menino mais perto e ele suavemente começou a chorar. Eu dei-lhe um beijo suave na bochecha, como eu tentei o meu melhor para confortá-lo. "... Então o que aconteceu, filho?"

"... Eu ... eu fui chamar os vizinhos para ajudar. Eu pensei que se eu corresse rápido o suficiente para a porta, eles não iriam me pegar. Eu corri o mais rápido que pude ... mas todos eles saltaram para mim, papai. Eles eram tão assustadores. Agarraram-me e estavam prestes a me comer quando ... quando ... "

"O que aconteceu, filho?"

Ele gaguejou enquanto tentava contar o resto da história.

"Você pode me dizer alguma coisa, filho ... o que aconteceu?" Eu acariciava seu cabelo, quando ele começou a se recompor.

"Eu ... eu ... eu disse-lhes que se eles me deixasse, ir ... Eu iria dar você, quando você chegou em casa, para que eles pudessem levá-lo, papai ... me perdoe."

Tudo ficou em silêncio por um momento. E nesse momento, eu podia ouvir uma série de portas se abrindo em toda a casa. Meu filho enterrou o rosto no meu peito.

"Sinto muito, papai."