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sábado, 6 de abril de 2013

Tom & Jerry: "Judgment Match"

Essa história aconteceu comigo faz um tempo, consegui superá-la um pouco mais rápido do que eu pensava. Foi realmente estranho, eu sempre gostei de Tom e Jerry, assistia todos os episódios que eu fosse capaz, na televisão tinha um programa que passava a noite, ou normalmente as 6:30. Assim como eu, todos os meus amigos assistiam.

Se eu não me engano, passava Du Dudu e Edu, Mike Lu e Og, Johnny Bravo e Tom e Jerry.
Eu estava vendo um episódio de Tom e Jerry que já estava no final, mas quando ele acabou a apresentadora disse que no dia seguinte iria passar um episódio inédito de Tom e Jerry. Ele passaria as 21:25, mas como o pessoal de casa acompanha as novelas, eu teria que ir para outra TV.
Mas esse episódio inédito só seria um pesadelo para mim.

Tive que dormir cedo, pois o programa acabaria tarde, e eu iria acordar cedo, teria que fazer minhas tarefas e ajudar na casa, ao contrário eu ficaria cansado.
Então o dia chegou.

Mas a TV era tão boa, não entendo porque a qualidade estava média.
O programa começou com a apresentadora falando, mas ela estava meio acanhada e soluçando, tentando manter o bom humor. Eu tive que aguentar todos os outros desenhos até chegar em Tom e Jerry. Nesse momento a apresentadora ficou meio pálida, como se escondesse alguma coisa, ou medo.
Então ela disse:

_A..agora vamos com o esperado episódio.. de...Tom e Jerry..

Depois de falar ela respirou fundo, e como sempre a tela ficou toda preta, já que ia começar o programa, mas dessa vez começaram a aparecer rabiscos e o nome dos criadores em cima deles. Então começou o desenho, parecia ser antigo ou da primeira temporada.

Apareceu o nome do episódio como Judgment Match. A qualidade era ruim, a imagem ficava alternando entre preto e branco e colorido.

Começa com Tom sentado de sofá e escutando o rádio e vendo TV. Ele parecia desanimado. Então aparece Jerry com um sorriso sinistro.

Jerry está com um livro, e ele chama Tom até ele se virar para ler. A medida que eles vão lendo a tela vai ficando com manchas de sangue, cada vez maiores, além disso foi ficando branco e preto.
Parecia que este livro nunca terminaria, só terminou quando a TV ficou toda vermelha. Depois apareceu Tom fechando o livro, muito abalado e Jerry com o mesmo sorriso maligno, depois o desenho voltou a ser colorido.

Depois do nada teve um intervalo com a tela cheia de rabiscos, e depois voltou ao desenho. Isso já estava assustador, eu estava com receio, mas minha curiosidade era maior.

Voltou igual como estava, Tom estava com cara de choro, e Jerry com o sorriso maligno, então ele começou a andar até uma corda, Tom tentou arranhar Jerry, mas pegou só um pouco na cabeça dele, o assustador foi que invés de Jerry ficar com os olhos arregalados e sair correndo, saiu sangue da cabeça dele.

Mas ele só arqueou as sombrancelhas e começou a enrolar Tom na corda, nesse momento apareceu sons de uma mulher que parecia estar sendo espancada, era possível escutar gritos,, berros, som de faca, murros, chutes, parecia até que ela estava caindo da escada. Depois de um último grito os sons pararam, e Jerry terminou de amarrar Tom.

Com isso minha TV desligou e eu gritei, mas ninguém veio ver o que tinha acontecido comigo. Quando a TV ligou eles pareciam estar em outro lugar, e Jerry com um sorriso assustador e intenso, parecido com o da famosa imagem, GO TO SLEEP.


Depois de se livrar das cordas, Tom estava sangrando e chorando. Jerry o segurou pelo couro e apareceu um cachorro vermelho com chifres, que o amarrou de novo e o levou para uma espécie de purgatório. Eles começaram a julgar e punir Tom de maneiras absurdas, mas eu só entendi pelas imagens, pois eles falavam uma língua estranha, latim talvez.

Eles começaram a machucar Tom com tridentes, até acertarem sua cara, depois disso ficou tudo preto. Quando tudo apareceu de novo Tom estava dentro de uma armário, então ele saiu e apareceu uma mensagem dizendo: Vamos Tom se apresse!

Então Tom sai correndo e entra dentro de um livro, e passa por diversos contos infantis. No fim ele passa por várias crianças mortas e o mesmo cai no chão todo detonado. Então aparece Jerry sorrindo ao lado de Tom.

Depois Tom acorda, e surge um som muito irritante, como se alguém estivesse arranhando um quadro. Tom e Jerry olharam para a tela sorrindo, depois tudo fica preto, comecei a ouvir risadas e apareceu escrito na tela:

What Is Really a ''Panic'' For You?

O episódio terminou, e eu muito assustado desliguei a TV e fui dormir. No dia seguinte perguntei sobre ele para meus amigos, nenhum deles sabia sobre isso, mas um dos meus amigos disse que seu vizinho estava em depressão desde ontem. No mesmo dia minha TV pifou, compramos logo uma nova, e o primeiro programa que passou foi um episódio da primeira temporada de Tom e Jerry.

Número Desconhecido

"MEU DEUS!", eu gritei ao ser acordado de surpresa pelo meu novo toque de halloween do celular. Não me lembrava de ter mudado o toque mais cedo, então levei um susto até me lembrar de onde ou o que era. Levei um tempo para encontrá-lo preso no meio das almofadas do sofá. O fato da luz baixa da estática na tv ser a única luz não ajudou muito na busca.

"Número desconhecido."

Atendi e não ouvi nada do outro lado. Para ser honesto, eu esperava uma respiração desesperada ou qualquer outra coisa assim do outro lado da linha, pelo fato de eu ainda estar um pouco assustado, mas não havia nenhum barulho.
Desliguei, respirei fundo e franzi o cenho. Talvez eu só liguei uma chamada falsa sem perceber. Como a maioria dos telefones, julguei que esse também tivesse essa função, mas como não o conhecia direito ainda...
Meu pai comprou um usado essa semana, quando perdi meu outro na viagem até aqui, pra esse fim de mundo. Procurei no menu mas não achei essa opção. Irrelevei.

Xinguei e decidi assistir tv ao invés de ficar pensando muito. Tentei usar a luz do celular para achar o controle remoto, sem muito sucesso. Morrendo de preguiça, me arrastei do sofá para a parede até o interruptor. Dei uma leve pausa no caminho ao perceber que a tv era dos canais de satélite, e agora estava com estática de antena. Ignorei e segui, ligando a luz.
A luz intensa me cegou por uns segundos, respirei fundo de novo e percebi como estava tenso por nada. Era estranho ficar sozinho em casa.

Meus pais haviam saído de noite e eu preferi ficar, assim como havia feito durante o dia. Como eles nunca saíam, era uma situação diferente. Nada além de mato nesse fim de mundo em que estávamos, então com eles saindo eu tinha solidão total.
Continuei procurando pelo controle pelo sofá. Fui em um braço, no outro, e me abaixei para por a mão em baixo dele, fatalmente encostando meu ouvido no celular que estava ali em cima. Obviamente, o celular tocou, bem dentro do meu ouvido.
"PUTA QUE PARIU!", foi minha reação. Atendi, e mais uma vez, só silencio. Em fúria e xingando, joguei o celular no sofá.

POP! A lâmpada da sala explode e a estática da televisão vira aquela preto com um chiado e um risco branco no canto esquerdo. Penumbra reina. Corri, peguei meu celular, me joguei na cama e me enrolei em posição fetal após momentos de escuridão terrível. Com o pouco de luz que conseguia através da tela do meu celular, já me senti mais seguro. Respirei até me acalmar e decidi ligar para meu pai. Olhando para a tela do celular, descobri que não havia desligado a última chamada. Segurei minha respiração quando notei que conhecia o número que me ligara. Não era desconhecido. Era meu número. Meu número antigo.

Apertei o botão de encerrar chamada, desesperado. Comecei a criar mil situações que se desencadeariam daquelas chamadas. Então algo pior chamou minha atenção. Minha cama já estava quente.

Mensagem nova. Abri. Li.

"Está de baixo do travesseiro." Lentamente levantei o travesseiro para encontrar o controle remoto.

De baixo das cobertas ouvi o som da minha porta do quarto fechar. Suor frio escorreu pela minha testa, meu coração apertado e minha cabeça explodindo, e então, ouvi a porta de novo. Sendo trancada.

Só Mais uma Vez..

Sabe quando estamos dormindo, como se apenas os sonhos nos rodeassem? E não seriam apenas sonhos, e se fosse um estado onde as pessoas estão vivendo realmente, sem limites. E se os nossos corpos forem recipientes para algo maior. Algo que não tem explicações cientificas ou até mesmo religiosas, talvez não estamos vivos e sim eles que estão sempre procurando, sempre nos observando.
Agora mesmo eu sei que você está sentado, em frente ao seu computador. Assustado ou não. Eu sempre te olhei dormir, te vi nascer, crescer e agora vou te vigiar. Pois não sou eu que estou morto e sim você.. Só mais uma vez vou te ver dormir..


Créditos: Hoshigaki Melody

Casa Comigo?

"Shhh querida, fique calma.. Não vai doer nada, te esperei por muito tempo e agora estou te observando.. Em uma cama de hospital, extremamente linda, do jeito que sempre gostei... Te observar é a minha hora favorita, quero te ter para sempre minha querida para todo o sempre que eu cuidarem de você e te protegerei de tudo e todos.."

Foi isso mesmo que sussurrei em seus ouvidos minha querida, eu prometi que não vai doer certo? E não vai doer apenas irei fazer seu coração parar em alguns segundos, sua família vai desligar seus aparelhos que a mantém viva pois é um caso perdido, não para mim... Vou te fazer perfeita para amar, ser amada e deixar sua vida melhor ao meu lado.. Você, eu e uma menininha que futuramente irei pegar para mim apenas sussurrando em seu ouvido assim como eu fiz com você.. Então, você aceita ser a minha esposa? Quer ser a esposa da Morte?


Crédito: Hoshigaki Melody

Aplicativo do Terror Obscuro!

Bom gente, você que tem um android e costuma ler o blog aqui, eu tenho uma novidade, chegou a aplicativo do Terror Obscuro.

É ótimo pra você que não tem muito tempo tempo pra entrar no PC e fica mais no celular.

O app ainda está sendo adaptado mas já da pra usar.

Ele é grátis e esta disponivel no Media Fire por enquanto.

Segue ae o link: http://www.mediafire.com/?xdi3950q3s4chra ou click ->AQUI

Mande um e-mail para terrorobscuro@gmail.com falando sobre o que acho e onde podemos melhora-lo,oo/

Flappy, o palhaço

Antes da Creepypasta, eu quero me desculpar por ter dado uma parada de novo, é que ta dificil...

Mas vou fazer o possivel né, então confiram ae:

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Tenho fobia de palhaços, ver um deles me causa calafrios e me faz querer me afastar o mais rápido possível. Há 24 anos atrás, quando eu tinha somente 6 anos de idade, estava vivendo na casa da minha avó, pois meus pais estavam sempre tendo discussões e minha avó decidiu que era melhor que eu ficasse com ela por alguns dias, enquanto eles se acalmavam. Mas esses 3 dias seriam completamente opostos à palavra “tranquilidade” e se converteram na memória mais horrível de minha vida.

No primeiro dia que cheguei na casa da minha avó, me sentia muito triste por causa dos meus pais, ainda podia escutar como gritavam um com o outro. Minha avó, que sempre me amou muito, me levou até seu quarto, onde havia um baú com muito pó em cima, como se não tivessem tocado nele havia muitos anos. Ela abriu o baú e dentro dele se encontravam muitas bugigangas velhas que já nem me lembro, mas o que mais me chamou atenção foi o que estava lá no fundo: um boneco muito estranho, em forma de palhaço, mas com algumas deformidades, como seu pescoço que era muito mais largo que o normal e seu corpo redondo na parte de baixo. Não tinha um aspecto bonito, mas chamativo. O que mais me chamou a atenção foi o sorriso que ele tinha, o rosto pálido, com olhos pequenos e pretos, tanto que era possível ver seu próprio reflexo neles e os lábios marcados com pintura vermelha muito fina ao redor deles. Minha avó quis me presentear com um companheiro para que eu não me sentisse sozinho, e a princípio eu aceitei com alegria, já que parecia ser um simples brinquedo. Antes de ir dormir com “Flappy” (que era o nome que pus no boneco), brinquei um pouco com ele no quarto, e em um certo momento, me dei conta de que havia um cordão embaixo de sua camisa, quando levantei a roupa, me dei conta de que era uma cordinha que fazia o palhaço falar.

Obviamente, não pensei duas vezes antes de acionar a cordinha. A princípio, não aconteceu nada, então acionei mais vezes até que o palhaço abriu a boca. Mas o que dizia não eram palavras, eram sons estranhos, como se estivesse quebrado, então, começou a mover a mandíbula de uma maneira um tanto violenta, enquanto esses sons continuavam. Era o barulho mais amedrontador que eu tinha escutado, assim, larguei Flappy num canto e fui dormir com esse som horroroso que não saía da minha cabeça.

No dia seguinte, contei para minha avó o problema de Flappy, e ela o pegou para tentar encontrar qual era o problema. Eu esperei na sala, nervoso por causa daquele som e, sem que me desse conta, o som voltou a tocar, e agora parecia uma senhora chorando desesperadamente, gritando de forma desesperada. Neste momento, tudo que fiz foi tapar os ouvidos para que aquele barulho parasse.

Minha avó estava descendo as escadas lentamente, passo por passo, e estava pálida. Ela se aproximou de mim, me levantou do solo e começou a pressionar minha garganta, tão forte que quase quebrou meu pescoço, enquanto gritava obscenidades e maldições. Logo me soltou e quebrou o vidro de um velho relógio que tinha, e com os cacos, arrancou os próprio olhos. Enquanto jorrava sangue das crateras de seus olhos, ela cortou a própria mandíbula desde as bochechas, o que lhe deu um aspecto cadavérico impactante, logo, se jogou no chão e começou a bater a cabeça violentamente contra o solo. Primeiro, vi como quebrava os próprios dentes, logo seu nariz, seu crânio... Até que morreu, ensanguentada e destruída no chão de sua própria sala. Neste momento, eu estava em estado de choque, depois de presenciar aquele ato. Tudo o que consegui foi ficar parado observando o corpo de minha avó, e então, subi as escadas, peguei o boneco e saí caminhando para fora da casa tranquilamente. Não chorei nem produzi nenhum som, apenas caminhei para longe daquele lugar.

No dia seguinte, meus pais encontraram o corpo de minha avó, e começaram uma busca incessante envolvendo a polícia, para me encontrar. Até hoje não sei quanto tempo fiquei perdido, apenas sei que, quando meus pais me encontraram, eu estava dormindo ao lado do boneco, em uma praça escura muito distante da casa de minha avó. O mais impressionante foi que eu não estava com nenhuma marca, enquanto o boneco tinha as mãos, a boca e a roupa sujas com o sangue de minha avó.

sexta-feira, 15 de março de 2013

A Coisa

Um casal vivia numa pequena casa no Japão com seu filho e filha. O filho estava muito irritado com sua irmã e quis fazer uma brincadeira realmente desagradável com ela. Ele decidiu que iria secretamente fazer um vídeo dela no banheiro e espalhar o video na internet. Ele queria humilhar sua irmã na frente de seus amigos.

O rapaz escondeu uma câmera de vídeo embaixo de uma toalha no banheiro. Minutos depois, sua irmã foi ao banheiro e trancou a porta. Ela nunca mais saiu do local.

Sua mãe começou a perguntar o que estava levando sua filha a ficar tanto tempo la dentro. Ela bateu na porta do banheiro e gritou o nome da menina, mas não obteve resposta. Preocupada, falou com o marido e pai da menina, eventualmente, eles conseguiram arrombar a porta. O que eles encontraram dentro do banheiro os encheu de horror.

Sua filha estava deitada em uma poça de sangue no chão ladrilhado. Ela foi esfaqueada até a morte. Seu rosto estava tão cortado que parecia irreconhecível e sua língua havia sido arrancada. Havia uma foice sangrenta jogada no chão ao lado dela.

A polícia foi chamada imediatamente e eles vieram para investigar a cena.Na inspeção do banheiro, eles descobriram que aquilo era um mistério. A porta tinha sido trancada por dentro, a janela estava bem fechada eo banheiro era tão pequeno que ninguém poderia ter se escondido lá dentro, à espreita para a menina. Então, como ela foi assassinada?

A polícia viu que a única entrada possível era um pequeno orifício na parede que media apenas 10 polegadas por 10 polegadas. Ninguém poderia ter entrado através desse pequeno espaço. A polícia estava absolutamente perplexa. Eles não podiam imaginar como alguém poderia ter começado a matar a menina pelo lado de dentro.

A polícia cuidadosamente vasculhou a foice em busca de impressões digitais, mas, infelizmente, não acharam. Neste momento, eles sentiram que o caso nunca seria resolvido.

Eles interrogaram a mãe e o pai, mas quando chegou a hora de interrogar o filho, ele estava longe de ser encontrado. Eles vasculharam a casa e, eventualmente, encontraram ele escondido em um, guarda-roupa. Seus olhos estavam selvagens de pânico e ele estava chorando incontrolavelmente. Suas mãos tremiam violentamente. Eles perceberam que ele estava segurando uma câmera de vídeo.

Não era possível questioná-lo, a polícia decidiu rever a fita de vídeo. O que eles viram no vídeo iria aterrorizá-los pelo resto de suas vidas.

Eles pressionaram o botão play na câmera de vídeo e a tela mostrou a jovem sentada no vaso sanitário. Quando ela terminou e se levantou, a polícia notou algum movimento no pequeno orifício atrás do vaso sanitário. A pequena figura emergiu silenciosamente do orificio. Ele estava carregando uma foice.

Os policiais mal podia acreditar no que estavam vendo. Uma criatura medindo apenas seis polegadas de altura. Ele saltou por trás da menina e antes que ela tivesse a chance de gritar, ele cortou sua garganta com a foice. Em seguida, começou a esfaquear a menina até que ela estava morta. Mas o horror não havia terminado. A pequena figura começou a cortar o rosto da menina e arrancou sua língua.

Depois, a criatura se aproximou da câmara de vídeo. O rosto da criatura era a de uma mulher áspera e enrugada. Ele olhou diretamente para a lente e sussurrou “Você é o próximo!”

Então, a pequena criatura desapareceu de volta através do pequeno orifício, carregando língua cortada da garota.

Depois de assistir a fita de vídeo, alguns policiais enxugaram as lágrimas de seus olhos. Hoje, o caso permanece sem solução e a mulher pequena nunca foi identificada. O vídeo ainda existe, mas a polícia se recusar a liberá-lo ao público. Encontra em um armário de provas na delegacia. A polícia chama este caso de O Mistério da Foice e se recusam a discutir o assunto com a mídia.

Foto: Um casal vivia numa pequena casa no Japão com seu filho e filha. O filho estava muito irritado com sua irmã e quis fazer uma brincadeira realmente desagradável com ela. Ele decidiu que iria secretamente fazer um vídeo dela no banheiro e espalhar o video na internet. Ele queria humilhar sua irmã na frente de seus amigos.

O rapaz escondeu uma câmera de vídeo embaixo de uma toalha no banheiro. Minutos depois, sua irmã foi ao banheiro e trancou a porta. Ela nunca mais saiu do local.

Sua mãe começou a perguntar o que estava levando sua filha a ficar tanto tempo la dentro. Ela bateu na porta do banheiro e gritou o nome da menina, mas não obteve resposta. Preocupada, falou com o marido e pai da menina, eventualmente, eles conseguiram arrombar a porta. O que eles encontraram dentro do banheiro os encheu de horror.

Sua filha estava deitada em uma poça de sangue no chão ladrilhado. Ela foi esfaqueada até a morte. Seu rosto estava tão cortado que parecia irreconhecível e sua língua havia sido arrancada. Havia uma foice sangrenta jogada no chão ao lado dela.

A polícia foi chamada imediatamente e eles vieram para investigar a cena.Na inspeção do banheiro, eles descobriram que aquilo era um mistério. A porta tinha sido trancada por dentro, a janela estava bem fechada eo banheiro era tão pequeno que ninguém poderia ter se escondido lá dentro, à espreita para a menina. Então, como ela foi assassinada?

A polícia viu que a única entrada possível era um pequeno orifício na parede que media apenas 10 polegadas por 10 polegadas. Ninguém poderia ter entrado através desse pequeno espaço. A polícia estava absolutamente perplexa. Eles não podiam imaginar como alguém poderia ter começado a matar a menina pelo lado de dentro.

A polícia cuidadosamente vasculhou a foice em busca de impressões digitais, mas, infelizmente, não acharam. Neste momento, eles sentiram que o caso nunca seria resolvido.

Eles interrogaram a mãe eo pai, mas quando chegou a hora de interrogar o filho, ele estava longe de ser encontrado. Eles vasculharam a casa e, eventualmente, encontraram ele escondido em um, guarda-roupa. Seus olhos estavam selvagens de pânico e ele estava chorando incontrolavelmente. Suas mãos tremiam violentamente. Eles perceberam que ele estava segurando uma câmera de vídeo.

Não era possível questioná-lo, a polícia decidiu rever a fita de vídeo. O que eles viram no vídeo iria aterrorizá-los pelo resto de suas vidas.

Eles pressionaram o botão play na câmera de vídeo e a tela mostrou a jovem sentada no vaso sanitário. Quando ela terminou e se levantou, a polícia notou algum movimento no pequeno orifício atrás do vaso sanitário. A pequena figura emergiu silenciosamente do orificio. Ele estava carregando uma foice.

Os policiais mal podia acreditar no que estavam vendo. Uma criatura medindo apenas seis polegadas de altura. Ele saltou por trás da menina e antes que ela tivesse a chance de gritar, ele cortou sua garganta com a foice. Em seguida, começou a esfaquear a menina até que ela estava morta. Mas o horror não havia terminado. A pequena figura começou a cortar o rosto da menina e arrancou sua língua. 


Depois, a criatura se aproximou da câmara de vídeo. O rosto da criatura era a de uma mulher áspera e enrugada. Ele olhou diretamente para a lente e sussurrou “Você é o próximo!”

Então, a pequena criatura desapareceu de volta através do pequeno orifício, carregando língua cortada da garota.

Depois de assistir a fita de vídeo, alguns policiais enxugaram as lágrimas de seus olhos. Hoje, o caso permanece sem solução e a mulher pequena nunca foi identificada. O vídeo ainda existe, mas a polícia se recusar a liberá-lo ao público. Encontra em um armário de provas na delegacia. A polícia chama este caso de O Mistério da Foice e se recusam a discutir o assunto com a mídia.
Poor; Genalva