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sábado, 6 de abril de 2013

Estática da TV

Se você estiver assistindo televisão e ela perder o sinal, desligue a TV imediatamente. Se você assistir a estática da TV por tempo suficiente, a estática, de repente,vai parar. Todo o som na sala em que se encontra cessara; até mesmo o ruído da TV desaparecerá. Se isso acontecer, você não deve desviar o olhar da tela. Provavelmente não notará isso no momento, mas antes de fixar seu olhar na TV, seu corpo também vai congelar. O tempo a sua volta irá parar completamente. As partículas dos pontos pretos e brancos da TV lentamente ganham vida, arrastando-se lentamente em direções aparentemente aleatórios. Não da maneira normal das estáticas, mas sim organizando-se e formando uma imagem em movimento em sua frente. No momento que a estática e o ruído branco da TV voltarem ao normal, você voltará a ter controle de seu corpo.

Você nunca mais poderá assistir aquela televisão novamente. Ela sempre transmitirá estática, mesmo quando desligado. Se você assistir a estática por mais tempo, estes mesmos eventos voltaram a acontecer, mas com resultados desastrosos. O que acontece exatamente é desconhecido, pois é óbvio que qualquer um que tenha tido a infelicidade de experimentar isso acabou desaparecido. Há rumores que dizem que se você continuar a assistir a estática novamente, ou durante sua primeira experiência, e olhar para longe, as manchas brancas e pretas começarão a se mover novamente, mas você não conseguirá se mover. Seus olhos, então, estarão permanentemente fixados na tela enquanto você vê uma imagem se formar, e também o que parece ser o retorno de sua estação de sinal. Você logo descobre que este não é o caso, já que o som permanece ausente, e a imagem na TV mostra uma ambientação muito familiar: o quarto onde você se encontrava.

A única coisa que você vê a seguir é o movimento na TV, enquanto você assiste a si mesmo por dentro da mesma, e posteriormente, a causa do seu desaparecimento.

(imagem do filme Poltergeist)

Tom & Jerry: "Judgment Match"

Essa história aconteceu comigo faz um tempo, consegui superá-la um pouco mais rápido do que eu pensava. Foi realmente estranho, eu sempre gostei de Tom e Jerry, assistia todos os episódios que eu fosse capaz, na televisão tinha um programa que passava a noite, ou normalmente as 6:30. Assim como eu, todos os meus amigos assistiam.

Se eu não me engano, passava Du Dudu e Edu, Mike Lu e Og, Johnny Bravo e Tom e Jerry.
Eu estava vendo um episódio de Tom e Jerry que já estava no final, mas quando ele acabou a apresentadora disse que no dia seguinte iria passar um episódio inédito de Tom e Jerry. Ele passaria as 21:25, mas como o pessoal de casa acompanha as novelas, eu teria que ir para outra TV.
Mas esse episódio inédito só seria um pesadelo para mim.

Tive que dormir cedo, pois o programa acabaria tarde, e eu iria acordar cedo, teria que fazer minhas tarefas e ajudar na casa, ao contrário eu ficaria cansado.
Então o dia chegou.

Mas a TV era tão boa, não entendo porque a qualidade estava média.
O programa começou com a apresentadora falando, mas ela estava meio acanhada e soluçando, tentando manter o bom humor. Eu tive que aguentar todos os outros desenhos até chegar em Tom e Jerry. Nesse momento a apresentadora ficou meio pálida, como se escondesse alguma coisa, ou medo.
Então ela disse:

_A..agora vamos com o esperado episódio.. de...Tom e Jerry..

Depois de falar ela respirou fundo, e como sempre a tela ficou toda preta, já que ia começar o programa, mas dessa vez começaram a aparecer rabiscos e o nome dos criadores em cima deles. Então começou o desenho, parecia ser antigo ou da primeira temporada.

Apareceu o nome do episódio como Judgment Match. A qualidade era ruim, a imagem ficava alternando entre preto e branco e colorido.

Começa com Tom sentado de sofá e escutando o rádio e vendo TV. Ele parecia desanimado. Então aparece Jerry com um sorriso sinistro.

Jerry está com um livro, e ele chama Tom até ele se virar para ler. A medida que eles vão lendo a tela vai ficando com manchas de sangue, cada vez maiores, além disso foi ficando branco e preto.
Parecia que este livro nunca terminaria, só terminou quando a TV ficou toda vermelha. Depois apareceu Tom fechando o livro, muito abalado e Jerry com o mesmo sorriso maligno, depois o desenho voltou a ser colorido.

Depois do nada teve um intervalo com a tela cheia de rabiscos, e depois voltou ao desenho. Isso já estava assustador, eu estava com receio, mas minha curiosidade era maior.

Voltou igual como estava, Tom estava com cara de choro, e Jerry com o sorriso maligno, então ele começou a andar até uma corda, Tom tentou arranhar Jerry, mas pegou só um pouco na cabeça dele, o assustador foi que invés de Jerry ficar com os olhos arregalados e sair correndo, saiu sangue da cabeça dele.

Mas ele só arqueou as sombrancelhas e começou a enrolar Tom na corda, nesse momento apareceu sons de uma mulher que parecia estar sendo espancada, era possível escutar gritos,, berros, som de faca, murros, chutes, parecia até que ela estava caindo da escada. Depois de um último grito os sons pararam, e Jerry terminou de amarrar Tom.

Com isso minha TV desligou e eu gritei, mas ninguém veio ver o que tinha acontecido comigo. Quando a TV ligou eles pareciam estar em outro lugar, e Jerry com um sorriso assustador e intenso, parecido com o da famosa imagem, GO TO SLEEP.


Depois de se livrar das cordas, Tom estava sangrando e chorando. Jerry o segurou pelo couro e apareceu um cachorro vermelho com chifres, que o amarrou de novo e o levou para uma espécie de purgatório. Eles começaram a julgar e punir Tom de maneiras absurdas, mas eu só entendi pelas imagens, pois eles falavam uma língua estranha, latim talvez.

Eles começaram a machucar Tom com tridentes, até acertarem sua cara, depois disso ficou tudo preto. Quando tudo apareceu de novo Tom estava dentro de uma armário, então ele saiu e apareceu uma mensagem dizendo: Vamos Tom se apresse!

Então Tom sai correndo e entra dentro de um livro, e passa por diversos contos infantis. No fim ele passa por várias crianças mortas e o mesmo cai no chão todo detonado. Então aparece Jerry sorrindo ao lado de Tom.

Depois Tom acorda, e surge um som muito irritante, como se alguém estivesse arranhando um quadro. Tom e Jerry olharam para a tela sorrindo, depois tudo fica preto, comecei a ouvir risadas e apareceu escrito na tela:

What Is Really a ''Panic'' For You?

O episódio terminou, e eu muito assustado desliguei a TV e fui dormir. No dia seguinte perguntei sobre ele para meus amigos, nenhum deles sabia sobre isso, mas um dos meus amigos disse que seu vizinho estava em depressão desde ontem. No mesmo dia minha TV pifou, compramos logo uma nova, e o primeiro programa que passou foi um episódio da primeira temporada de Tom e Jerry.

Número Desconhecido

"MEU DEUS!", eu gritei ao ser acordado de surpresa pelo meu novo toque de halloween do celular. Não me lembrava de ter mudado o toque mais cedo, então levei um susto até me lembrar de onde ou o que era. Levei um tempo para encontrá-lo preso no meio das almofadas do sofá. O fato da luz baixa da estática na tv ser a única luz não ajudou muito na busca.

"Número desconhecido."

Atendi e não ouvi nada do outro lado. Para ser honesto, eu esperava uma respiração desesperada ou qualquer outra coisa assim do outro lado da linha, pelo fato de eu ainda estar um pouco assustado, mas não havia nenhum barulho.
Desliguei, respirei fundo e franzi o cenho. Talvez eu só liguei uma chamada falsa sem perceber. Como a maioria dos telefones, julguei que esse também tivesse essa função, mas como não o conhecia direito ainda...
Meu pai comprou um usado essa semana, quando perdi meu outro na viagem até aqui, pra esse fim de mundo. Procurei no menu mas não achei essa opção. Irrelevei.

Xinguei e decidi assistir tv ao invés de ficar pensando muito. Tentei usar a luz do celular para achar o controle remoto, sem muito sucesso. Morrendo de preguiça, me arrastei do sofá para a parede até o interruptor. Dei uma leve pausa no caminho ao perceber que a tv era dos canais de satélite, e agora estava com estática de antena. Ignorei e segui, ligando a luz.
A luz intensa me cegou por uns segundos, respirei fundo de novo e percebi como estava tenso por nada. Era estranho ficar sozinho em casa.

Meus pais haviam saído de noite e eu preferi ficar, assim como havia feito durante o dia. Como eles nunca saíam, era uma situação diferente. Nada além de mato nesse fim de mundo em que estávamos, então com eles saindo eu tinha solidão total.
Continuei procurando pelo controle pelo sofá. Fui em um braço, no outro, e me abaixei para por a mão em baixo dele, fatalmente encostando meu ouvido no celular que estava ali em cima. Obviamente, o celular tocou, bem dentro do meu ouvido.
"PUTA QUE PARIU!", foi minha reação. Atendi, e mais uma vez, só silencio. Em fúria e xingando, joguei o celular no sofá.

POP! A lâmpada da sala explode e a estática da televisão vira aquela preto com um chiado e um risco branco no canto esquerdo. Penumbra reina. Corri, peguei meu celular, me joguei na cama e me enrolei em posição fetal após momentos de escuridão terrível. Com o pouco de luz que conseguia através da tela do meu celular, já me senti mais seguro. Respirei até me acalmar e decidi ligar para meu pai. Olhando para a tela do celular, descobri que não havia desligado a última chamada. Segurei minha respiração quando notei que conhecia o número que me ligara. Não era desconhecido. Era meu número. Meu número antigo.

Apertei o botão de encerrar chamada, desesperado. Comecei a criar mil situações que se desencadeariam daquelas chamadas. Então algo pior chamou minha atenção. Minha cama já estava quente.

Mensagem nova. Abri. Li.

"Está de baixo do travesseiro." Lentamente levantei o travesseiro para encontrar o controle remoto.

De baixo das cobertas ouvi o som da minha porta do quarto fechar. Suor frio escorreu pela minha testa, meu coração apertado e minha cabeça explodindo, e então, ouvi a porta de novo. Sendo trancada.

Só Mais uma Vez..

Sabe quando estamos dormindo, como se apenas os sonhos nos rodeassem? E não seriam apenas sonhos, e se fosse um estado onde as pessoas estão vivendo realmente, sem limites. E se os nossos corpos forem recipientes para algo maior. Algo que não tem explicações cientificas ou até mesmo religiosas, talvez não estamos vivos e sim eles que estão sempre procurando, sempre nos observando.
Agora mesmo eu sei que você está sentado, em frente ao seu computador. Assustado ou não. Eu sempre te olhei dormir, te vi nascer, crescer e agora vou te vigiar. Pois não sou eu que estou morto e sim você.. Só mais uma vez vou te ver dormir..


Créditos: Hoshigaki Melody

Casa Comigo?

"Shhh querida, fique calma.. Não vai doer nada, te esperei por muito tempo e agora estou te observando.. Em uma cama de hospital, extremamente linda, do jeito que sempre gostei... Te observar é a minha hora favorita, quero te ter para sempre minha querida para todo o sempre que eu cuidarem de você e te protegerei de tudo e todos.."

Foi isso mesmo que sussurrei em seus ouvidos minha querida, eu prometi que não vai doer certo? E não vai doer apenas irei fazer seu coração parar em alguns segundos, sua família vai desligar seus aparelhos que a mantém viva pois é um caso perdido, não para mim... Vou te fazer perfeita para amar, ser amada e deixar sua vida melhor ao meu lado.. Você, eu e uma menininha que futuramente irei pegar para mim apenas sussurrando em seu ouvido assim como eu fiz com você.. Então, você aceita ser a minha esposa? Quer ser a esposa da Morte?


Crédito: Hoshigaki Melody

Aplicativo do Terror Obscuro!

Bom gente, você que tem um android e costuma ler o blog aqui, eu tenho uma novidade, chegou a aplicativo do Terror Obscuro.

É ótimo pra você que não tem muito tempo tempo pra entrar no PC e fica mais no celular.

O app ainda está sendo adaptado mas já da pra usar.

Ele é grátis e esta disponivel no Media Fire por enquanto.

Segue ae o link: http://www.mediafire.com/?xdi3950q3s4chra ou click ->AQUI

Mande um e-mail para terrorobscuro@gmail.com falando sobre o que acho e onde podemos melhora-lo,oo/

Flappy, o palhaço

Antes da Creepypasta, eu quero me desculpar por ter dado uma parada de novo, é que ta dificil...

Mas vou fazer o possivel né, então confiram ae:

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Tenho fobia de palhaços, ver um deles me causa calafrios e me faz querer me afastar o mais rápido possível. Há 24 anos atrás, quando eu tinha somente 6 anos de idade, estava vivendo na casa da minha avó, pois meus pais estavam sempre tendo discussões e minha avó decidiu que era melhor que eu ficasse com ela por alguns dias, enquanto eles se acalmavam. Mas esses 3 dias seriam completamente opostos à palavra “tranquilidade” e se converteram na memória mais horrível de minha vida.

No primeiro dia que cheguei na casa da minha avó, me sentia muito triste por causa dos meus pais, ainda podia escutar como gritavam um com o outro. Minha avó, que sempre me amou muito, me levou até seu quarto, onde havia um baú com muito pó em cima, como se não tivessem tocado nele havia muitos anos. Ela abriu o baú e dentro dele se encontravam muitas bugigangas velhas que já nem me lembro, mas o que mais me chamou atenção foi o que estava lá no fundo: um boneco muito estranho, em forma de palhaço, mas com algumas deformidades, como seu pescoço que era muito mais largo que o normal e seu corpo redondo na parte de baixo. Não tinha um aspecto bonito, mas chamativo. O que mais me chamou a atenção foi o sorriso que ele tinha, o rosto pálido, com olhos pequenos e pretos, tanto que era possível ver seu próprio reflexo neles e os lábios marcados com pintura vermelha muito fina ao redor deles. Minha avó quis me presentear com um companheiro para que eu não me sentisse sozinho, e a princípio eu aceitei com alegria, já que parecia ser um simples brinquedo. Antes de ir dormir com “Flappy” (que era o nome que pus no boneco), brinquei um pouco com ele no quarto, e em um certo momento, me dei conta de que havia um cordão embaixo de sua camisa, quando levantei a roupa, me dei conta de que era uma cordinha que fazia o palhaço falar.

Obviamente, não pensei duas vezes antes de acionar a cordinha. A princípio, não aconteceu nada, então acionei mais vezes até que o palhaço abriu a boca. Mas o que dizia não eram palavras, eram sons estranhos, como se estivesse quebrado, então, começou a mover a mandíbula de uma maneira um tanto violenta, enquanto esses sons continuavam. Era o barulho mais amedrontador que eu tinha escutado, assim, larguei Flappy num canto e fui dormir com esse som horroroso que não saía da minha cabeça.

No dia seguinte, contei para minha avó o problema de Flappy, e ela o pegou para tentar encontrar qual era o problema. Eu esperei na sala, nervoso por causa daquele som e, sem que me desse conta, o som voltou a tocar, e agora parecia uma senhora chorando desesperadamente, gritando de forma desesperada. Neste momento, tudo que fiz foi tapar os ouvidos para que aquele barulho parasse.

Minha avó estava descendo as escadas lentamente, passo por passo, e estava pálida. Ela se aproximou de mim, me levantou do solo e começou a pressionar minha garganta, tão forte que quase quebrou meu pescoço, enquanto gritava obscenidades e maldições. Logo me soltou e quebrou o vidro de um velho relógio que tinha, e com os cacos, arrancou os próprio olhos. Enquanto jorrava sangue das crateras de seus olhos, ela cortou a própria mandíbula desde as bochechas, o que lhe deu um aspecto cadavérico impactante, logo, se jogou no chão e começou a bater a cabeça violentamente contra o solo. Primeiro, vi como quebrava os próprios dentes, logo seu nariz, seu crânio... Até que morreu, ensanguentada e destruída no chão de sua própria sala. Neste momento, eu estava em estado de choque, depois de presenciar aquele ato. Tudo o que consegui foi ficar parado observando o corpo de minha avó, e então, subi as escadas, peguei o boneco e saí caminhando para fora da casa tranquilamente. Não chorei nem produzi nenhum som, apenas caminhei para longe daquele lugar.

No dia seguinte, meus pais encontraram o corpo de minha avó, e começaram uma busca incessante envolvendo a polícia, para me encontrar. Até hoje não sei quanto tempo fiquei perdido, apenas sei que, quando meus pais me encontraram, eu estava dormindo ao lado do boneco, em uma praça escura muito distante da casa de minha avó. O mais impressionante foi que eu não estava com nenhuma marca, enquanto o boneco tinha as mãos, a boca e a roupa sujas com o sangue de minha avó.