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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Uma Ótima Noticia

Quem descobriu a existência dos mortos? Talvez alguns de vocês devem conhecer o nome de Antônia Simone, porém as circunstâncias exatas sobre suas descobertas são amplamente variadas.


Em 1992, seu irmão mais novo, Ricardo, ficou ferido em um acidente de artes marciais que o deixou completamente paralisado. Ele precisava de um respirador para viver e só podia se comunicar através do piscar dos olhos. Como ela era uma cientista da computação do Centro de Pesquisas da cidade de Palo Alto, ela decidiu então criar um terminal de computador sensível à qualquer fonte de energia existente. Antônia era uma estudante de fotografia Kirlian e acreditava firmemente que campos eletromagnéticos do corpo poderiam afetar equipamentos eletrônicos supersensíveis.


Ela criou um terminal que não podia ser afetado pelos meios tradicionais – não havia teclado, mouse ou outros dispositivos de entrada/saída. Somente a caixa preta do terminal. Infelizmente, independente de todo esse esforço, Ricardo tinha pouco tempo de vida. Sra. Simone estava tão devotada a seu irmão que tentou durante anos criar um terminal de computador ainda mais avançado, o que supostamente permitiria que seu irmão se comunicasse naturalmente direto do mundo dos mortos. Atormentado com o fracasso de seu terminal, que ela pensou que acabaria com o sofrimento de outros milhares de pessoas com o mesmo problema, ela se matou por enforcamento.


Quando os paramédicos encontraram o corpo dela dias depois, lá na tela de um computador, havia uma mensagem: "Por que demoraram tanto? Eu tenho uma ótima noticia para contar a vocês.".

A Mentira de sua Vida

A vida como você conhece é uma mentira.

Parece muito realística para você, mas todos os sonhos parecem realísticos quando você está sonhando-os. Mas lembra daquele dia que você caiu da sua bicicleta? Bem, aquilo foi mais sério que apenas um arranhão na sua palma da mão, e roxos no seu joelho. Parece que você apenas seguiu com a sua vida como você faria normalmente, mas todas as nossas vidas foram colocadas em espera naquele dia.

E nós passamos dia após dia no seu quarto de hospital esterilizados, vendo as maquinas alimentarem você e respirarem por você, esperando e rezando para que você acordasse. As vezes ouvimos um zumbido diferente e nos dá um pouco mais de esperança. Mas o médico diz que você está apenas sonhando, e que suas atividades cerebrais não mudaram desde o dia que a ambulância trouxe você aqui.

Quando você perceber que está sonhando, você voltará para nós, eu espero. A não ser que você esteja mais feliz no seu mundo dos sonhos. Eu sei que você está aí, e eu realmente espero que isso faça você perceber, de alguma forma.

Nós sentimos muito a sua falta.

Viagem de Trem

Eu moro em Porto Alegre. Uma colega minha do trabalho ouviu essa história do namorado dela. Ele trabalha com alguém que disse que sua irmã tinha pego o último trem da noite para ir para casa há algumas semanas. Quando ela entrou no trem o vagão estava praticamente vazio exceto por três pessoas. Ela estava um pouco amedrontada, então ela sentou de frente para essas três pessoas. Ao se acomodar e olhar causalmente para frente percebeu que a mulher que estava em sua reta, olhava fixamente para ela.


Ela pegou seu livro e começou a ler, mas toda vez que ela olhava para cima a mulher ainda mantinha o olhar fixo nela. O trem parou na estação seguinte e um homem entrou. Ele olhou por todo o vagão, olhou para ela e as outras três pessoas no banco oposto e sentou ao lado da garota. Quando o trem saiu da estação, o homem se se encostou ao banco e falou baixo no ouvido da moça “Se tu sabe o que é bom pra ti, tu sai comigo na próxima estação.” Ela estava um pouco assustada mas achou que a melhor idéia era esta, já que haveriam mais pessoas por lá.


Quando o trem parou, ela levantou e saiu do trem com o homem. O homem então falou “Graças a Deus, eu não queria te assustar, mas eu tinha que te tirar daquele trem. Eu sou um médico e a mulher sentada no banco oposto estava morta e os dois homens que estavam de cada lado estavam sustentando-a sentada.” De acordo com o cara que me contou essa história, a garota e o médico ligaram para a polícia que parou o trem na estação seguinte.

As últimas fotos de Maisie Deacon

Essas imagens gravaram a última aparição de Maisie Deacon de 11 anos de idade. As fotos foram tiradas pela irmã mais velha, Isabelle, na manhã de 23 de Outubro de 1991. De acordo com Isabelle, uma fotografa amadora, saiu de casa para saber por que sua irmã mais nova estava se debatendo como se alguém estivesse a agarrando contra a sua vontade. Achando graça da brincadeira inofensiva da irmã, Isabelle fotografou Maisie para logo ser nocauteada pelo o que ela chama de “uma rajada de vento brusca”.



Isabelle foi encontrada contra uma árvore segurando a mesma caveira retratada nas fotos. Depois que uma análise da arcada dentária foi feita, foi confirmada que o crânio pertencia a ninguém menos que a própria Maisie Deacon. A figura encapuzada nunca foi identificada.

Conversa pelo Facebook

Eu conheci James Vickers quando tínhamos cerca de 12 anos. Éramos vizinhos de porta, e eu costumava ir lá fora ao meu quintal jogar futebol sozinho, chutando a bola contra o muro. Foi assim que eu o conheci. Demorei um pouco para perceber seu rostinho de óculos olhando para mim da janela de seu quarto. Quando eu o vi, acenei para ele. Ele acenou de volta e abriu a janela para conversar comigo.

Falamos sobre muitas coisas. Interesses, comida favorita, jogos, todo tipo de coisa. Eu perguntei a James se ele queria descer em meu quintal para jogar futebol comigo. Ele recusou educadamente, dizendo que ele havia sofrido terrivelmente com asma, entre outras doenças, e que seus pais absolutamente se recusavam a deixá-lo sair pra fora de casa, ou deixar que alguém entre lá. Ele me perguntou se eu tinha uma conta no Facebook, e disse que gostaria de me adicionar para mantermos contato.

Verifiquei meu Facebook mais tarde naquela noite e aceitei o pedido de James, e a partir daí, ficamos conversando. Desse dia em diante, foi basicamente assim que nossa amizade progrediu. Eu ia pra escola de manhã à tarde, chegava em casa, fazia meus deveres e ia direto pro Facebook. Tínhamos um horário especifico para conversarmos, já que seu pai usava o computador pra trabalhar até tarde. Nosso horário de encontro era exatamente às 2:00. Passávamos a madruga inteira conversando, e só íamos dormir quando começasse a amanhecer. Foi assim durante cerca de 5 anos. Infelizmente, as doenças de James levaram a melhor sobre ele, e ele acabou ficando muito doente.

Até que o inevitável aconteceu. Eu não falava com James no Facebook durante muitos dias. Até passava algum tempo no meu jardim, esperando que ele abrisse a janela e me deixasse saber que ele estava bem. Ele nunca o fez. Ao invés disso, seu pai veio até minha casa numa noite de sábado e me entregou um pequeno convite para um funeral. "Ele nos disse sobre o quanto você dois tinham em comum." Seu pai me disse. "Você era seu único amigo, até onde sabemos."

O funeral foi muito tocante. Eu fiz o meu melhor para segurar minhas lágrimas, mas completamente perdi o controle quando Fields of Gold (sua musica favorita) começou a tocar enquanto eles levavam o caixão de James para longe. Depois do funeral, ainda vestido com meu terno, decidi pegar uma cerveja e minha velha bola e sai pra brincar um pouco no mesmo jardim onde eu havia conhecido James, em sua homenagem. Senti-me estranho ao saber que a sala que ele usou para falar comigo pela primeira vez agora estava vazia e desocupada.

Mas por mais triste que eu me sentia, eu sabia que ele estava em um lugar melhor agora. Um lugar aonde suas aflições não iriam mais incomodá-lo. Porém, sua morte tinha chegado tão de repente que o funeral simplesmente não tinha feito com que a ficha caísse pra mim. Talvez eu precisasse de algum tipo de “fechamento”, apenas para ter certeza de que James realmente havia partido, e não iria mais voltar. Então, naquela mesma noite, eu entrei no Facebook, mais uma vez, abri a janela de conversa de James, e digitei: "Olá, James". Neste momento eu percebi o quanto estava sendo bobo, e prontamente me levantei da cadeira, fechei as janelas e fui me deitar na cama. Eu deixei meu Facebook aberto, apenas para o caso de algum dos meus amigos me enviar alguma mensagem importante, mas acabei pegando no sono.

Porém, quando acordei na madrugada do dia seguinte, vi algo que arrepiou os cabelos de minha nuca. A única luz acessa que se emitia no quarto era da tela do computador, e quando olhei pra tela, na janela de conversa de James ainda aberta, vi as palavras "Visualizada às 2:00".

A criatura da Biblioteca Willard

Esta estranha criatura não identificada foi capturada pelas câmeras de segurança da biblioteca Willard.

" A biblioteca de Willard está marcada no meu computador para ter uma verificação mais fácil. No momento em que eu "entrei" (pelo site) na sala, havia uma criatura que parecia estar se rastejando pelas prateleiras.

Não tinha mãos, nem rosto e estava vestido de preto e cinza. Há um pequeno banco à esquerda que após a criatura desaparecer, foi para o lado direito. Em seguida, os livros em cima da prateleira da direita, foram substituídas por uma capa preta com algo debaixo dela. Não muito depois, a cadeira branca foi retirada de perto da mesinha.

Felizmente, minhas fotos estão sendo postadas para seu interesse. Me perdoe por serem tantas, mas muitas coisas aconteceram na sala sem que ninguém estivesse lá, precisei então tirar várias fotos (Print Screen). Pode me dizer como o banco se moveu? Para onde os livros da parte de cima foram? Nunca tirei os olhos da câmera que filmava a sala, por isso, lhe perguntou, o que aconteceu? "

- Veronica Whittington













Link para as câmeras da biblioteca
http://www.libraryghost.com/

John Wayne Gacy Jr.

John_Wayne_Gacy1

Toda vez que a noite caia sobre a cidade, John vestia sua roupa de palhaço, maquiava-se com todo cuidado do mundo e sorria para o espelho antes de sair, pois na sua volta ele já não seria o mesmo.

Depois de pronto, John pegava seu velho furgão colorido e saia pelas ruas despreocupado, indo atrás de algum menino que estivesse procurando carona ou andando sozinho por uma rua escura. Era nessas horas que ele parava seu carro e perguntava com um sorriso no rosto se o garoto queria carona para casa ou mesmo para um bar.

John gostava de trata-los muito bem, mas gostava mais ainda quando forçava os garotos a tirarem sua roupa e ver seus corpos nus. Afinal todo seu esforço era para isso, para aquele momento de prazer com os meninos que choravam para serem liberados, porém os coitados não sabiam que uma vez dentro daquela casa dele seu destino estava traçado. E sua morte seria sofrida e lenta, pois depois do sexo vinha à tortura que durava muitas horas, às vezes uma noite inteira…

Muito tempo atrás, antes de ser um palhaço sem coração, John também foi uma criança sem malícia no coração...

Em 1942, no estado Chicago, nascia John Wayne Gacy Jr. em meio a uma família conturbada, onde ele tinha duas irmãs e era espancado pelo pai quase diariamente, assim como sua mãe, mas apesar de tudo isso parecia que ele mesmo assim amava seu “velho”.

Quando já tinha seus onze anos de idade, John sofreu um grave acidente, onde um balanço atingiu sua cabeça com violência em meio a uma brincadeira, depois disso ele começou a sofrer de desmaios e problemas. Até que um coágulo foi retirado de sua cabeça, na sequência ele sofreu de diversos problemas de saúde e sempre acabou ficando de lado em atividades físicas.

Apesar de todos os problemas, Wayne formou-se na faculdade, casou-se e administrava muito bem um pequeno restaurante com sua esposa. Até que acabou sendo acusado de ter abusado sexualmente de um jovem empregado, o qual ele mandou ser espancado por outro, assim só piorou a sua situação e pegou dez anos de prisão, mas foi solto em dois anos por bom comportamento.

Depois disso John Wayne tornou-se uma cidadão exemplar, trabalhando com a política local e se fantasiando de palhaço em festa infantis, coisa que fazia muito bem…

Até 1978 todas as 32 crianças desaparecidas nas redondezas não tinha sido encontradas e o pânico estava espalhado pela cidade, afinal um palhaço pegava os filhos de todo mundo e esses meninos jamais eram vistos, para piorar a Polícia não tinha nenhum suspeito, até que certo dia um mãe chegou à delegacia dizendo que seu garotinho havia saído de manha e não retornado. Ela sabia que ele tinha de tarde uma entrevista de emprego com John Wayne…

O respeitado senhor Wayne foi interrogado pela Polícia, que logo suspeitou de seu nervosismo. Assim, depois de uma batalha contra a burocracia, eles conseguiram um mandato para irem a casa do respeitado senhor. Chegando lá encontraram um arsenal de instrumentos de tortura, que fazia inveja a qualquer castelo medieval. Além de livros pornográficos, vibradores, maconha e muitas coisas que certamente eram dos meninos.

Não demorou muito para John confessar seus crimes, que totalizavam 33 meninos mortos e enterrados em diversos lugares, mas ele apenas revelou a localização de 23, o resto deixou para si.

John logo foi a julgamento e acabou sendo condenado a 21 prisões perpétuas e 12 penas de mortes, tamanho era a crueldade de seus atos.

Por 14 anos ele ficou preso, onde tornou-se pintor, conseguindo arrecadar uma pequena fortuna com seus quadros, e um maníaco obsessivo que anotava tudo, desde o que comia até quem e que a hora as pessoas o visitavam.

No dia de sua execução em 1994, ele comeu camarão e frango, além de morangos na sobremesa. Minutos antes de ser morto por uma injeção letal, John pronunciou suas ultimas palavra:

- Beijem minha bunda! Vocês nunca acharam os outros…

Curiosidades

- Uma das celas que aparece na serie Prision Break foi a cela onde Wayne cumpriu sua pena de verdade.

- O vocalista da banda Korn comprou um dos trajes originais do palhaço assassino e o guarda como uma obra de arte.

Fonte: Mini Lua