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sexta-feira, 19 de julho de 2013

A lenda de Cow Head

De acordo com a lenda, um terrível conto chamado “Cow Head” (cabeça de vaca) foi descoberto no Japão no século 17. A verdadeira origem da história continua cercada de mistério.

Várias escritas sobre essa época fazem referencias a esse conto, mas eles apenas mencionam seu título e o descrevem como um conto muito terrível para se falar.

Rumores afirmam que ao ouvir o conto, os ouvintes eram dominados por um terror tão grande que ficavam tremendo violentamente por dias ate finalmente morrerem de pavor.

O conto foi considerado muito perigoso, e várias copias dele foram queimadas há muitos anos. As poucas cópias que sobreviveram foram cortadas e espalhadas pelo país. Hoje, acredita-se que existem apenas fragmentos do conto original.

Muitos detalhes do conto permanecem desconhecidos hoje em dia. Os infelizes que liam o conto nunca sobreviviam o suficiente para repeti-lo.

Um rumor recente conta sobre um professor que inexplicavelmente obteve alguns fragmentos do conto original. De acordo com o rumor, o professor estava levando a classe em um passeio escolar. Ele tinha o hábito de entreter os estudantes no ônibus com histórias de fantasmas. Os estudantes que tendem ficar agitados em viagens longas ficavam notavelmente concentrados enquanto ouviam as terríveis histórias do professor. Muitos ficavam realmente assustados.

Depois de um tempo o professor anunciou que contaria para eles um lendário conto esquecido chamado “Cow Head”. Porém, antes que ele pudesse terminar a primeira frase da história as crianças começaram a entrar em pânico. “Pare! Eles choravam. “Não nos conte!” Uma criança ficou pálida e tapou os ouvidos, e os outros começaram a gritar. Mas o professor se recusou a parar. Eles disseram que os olhos do professor se tornaram brancos e ele continuou a contar como se uma força invisível tivesse tomado sua mente.


Quase uma hora depois, o professor recobrou os sentidos e descobriu que o ônibus tinha caído em uma vala. Todos os estudantes tinham desmaiado e espumavam pela boca. O motorista estava caído sobre o volante, suando e tremendo. Não esta claro o que aconteceu depois, apenas que o professor nunca mais contou “Cow Head” outra vez.


quinta-feira, 18 de julho de 2013

Anestesia

Com certeza todos vocês já sentiram isso. Aquela sensação estranha na bochecha depois que você recebeu uma anestesia na boca para algum tratamento dentário. É como se aquele lado do seu rosto ficasse inchado. Ou mesmo como se nem estivesse ali.

"Duas cáries", disse o dentista, olhando na boca de Natalie, 9 anos de idade. "Eu vou preencher uma das cáries agora e você virá para um check-up depois, assim poderei preencher a outra" "Por que?" Natalie perguntou. "Eu não gosto de anestesiar os dois lados do rosto de uma única vez. Pode ser perigoso", disse o dentista. Natalie ficou tensa. "Perigoso em que sentido?" "Você não conseguiria sentir seu rosto. Poderia acabar se machucando enquanto come, ferindo sua bochecha e sua língua de tanto mordê-las" ele disse, sorrindo.

Natalia sentiu a acidez da novocaína anestesiando o lado esquerdo de seu rosto. Parecia estar muito inchado. Ela resolveu testar o que o dentista disse e mordeu de leve a bochecha. Como não sentiu nada, ficou mais calma. O dentista perfurou o dente com a broca, resolvendo o problema daquela cárie sem problemas. A mãe de Natalie marcou a outra
consulta para dali a alguns dias.

Na volta para casa, ela não parava de morder a bochecha. Era divertido. Ela não podia sentir nada. Eventualmente, ela percebeu que havia aberto uma ferida: sentiu o sangue escorrer no lado da língua que não estava anestesiado. Mas por que parar, se não podia sentir nada? Era divertido.Em casa, ela continuou mordendo a bochecha. Cuspia o sangue e os pedacinhos da carne no chão.

"Natalie?" a mãe chamou. "Onde você está?" Subitamente, ouviu o som de um gargarejo vindo do quarto dela.

Na ponta dos pés, ela abriu uma fresta da porta e viu sua filha sentada no canto, com o rosto virado para a parede. "Natalie?" ela chamou outra vez. "Sabe, mãe", Natalie respondeu, com uma voz quase ininteligível, "o dentista estava certo".
Ela se virou na direção da mãe, e seu rosto estava horrível.

Toda a sua bochecha havia sumido. Sua mandíbula pendia como se fosse uma dobradiça, e Natalie estava sentada numa poça de sangue, repleta de pedaços de sua boca. Ela tentou sorrir, mas o movimento fez com que toda sua mandíbula inferior caísse.

Em uma voz gargarejada, quase impossível de entender, ela pôde dizer:"Eu nem mesmo sinto nada!"

segunda-feira, 15 de julho de 2013

As 42 Mortes Mais Bizarras da História

42. O que a falta de uma geladeira faz

Francis Bacon foi uma das pessoas mais influentes do século XVI. Político, filósofo, escritor e cientista, inclusive houve rumores que havia escrito algumas das obras de Shakespeare. Porém todo esse brilhantismo não o salvou de uma morte um tanto quanto idiota. O sujeito morreu recheando uma galinha com neve. Em uma tarde de 1625, Bacon estava olhando uma tormenta de neve e pensou que a neve poderia conservar a carne da mesma forma que o sal. Decidido a provar, comprou uma galinha em uma vila próxima, a matou e foi para fora de casa para ver como a galinha coberta de neve se congelava. A galinha nunca se congelou, mas Francis Bacon sim. A façanha resultou em uma pneumonia que o levaria a morte.

41. Roleta russa da pesada (1999)

Três amigos bebiam num boteco quando um deles voltou com uma mina terrestre anti-tanque, que estava em seu quintal por mais de 25 anos. Com o artefato na mesa o trio passou a jogar roleta russa, tomando um trago de bebida e posteriormente batendo na mina. Minutos depois e ” boom”: não sobrou nenhum pedaço dos amigos pra contar história.

40. Carro a jato (1995)

Um sargento da força aérea americana instalou em seu Chevy Impala 1967 uma turbina a jato utilizada para dar maior impulsão em caças militares. Com o aparato indevidamente instalado, o oficial rumou para o deserto do Arizona e ligou a turbina. Moral: o carro explodiu após praticamente voar pela estrada, mandando o tal sargento pelos ares. Reza a lenda que o adesivo “Como estou dirigindo?” foi encontrado entre os destroços do veículo.

39. Por abraçar o reflexo da lua.

O poeta chinês Li Po é considerado um dos dois maiores da história literária chinesa. Era muito conhecido por ser um bebedor inveterado e sabe-se que escreveu muitos de seus grandes poemas enquanto estava bêbado. E “bebaço” estava à noite em que caiu de seu barco se afogou no rio Yangt-ze ao tentar abraçar o reflexo da lua na água.

38. Pela barba.

O austríaco Hans Steininger ficou famoso por ter a barba mais longa do mundo (de quase um metro e meio) e por morrer por causa dela. Num dia de 1567 teve um incêndio em sua cidade e na fuga Hans esqueceu-se de enrolar sua barba, pisou sobre ela, perdeu o equilíbrio, tropeçou e quebrou o pescoço.

7 Piores maneiras de morrer

1. Fome
Seu corpo pode aguentar até 60 dias sem comer nada, mas precisaria ingerir pelo menos água nesse período. Após alguns dias, você já ficaria sem as reservas de gordura e seu fígado começaria a produzir toxinas que fariam muito mal ao seu organismo. Em apenas um mês, você perderia 18% do seu peso de uma maneira nada saudável e bem perigosa. Depois disso, seu corpo iria consumir a energia dos próprios músculos e órgãos, até morrer. O corpo tipo suga tudo dele próprio para continuar vivo. Pelo menos se você for gordinho vai aguentar mais tempo. Chupa essa modelos.

2. À deriva
Estar no meio do oceano, sem comida, sem rumo, sem nada para usar como proteção, com frio e flutuando sobre cabeças de tubarões parece não ser o sonho mais feliz de alguém. Nessa situação, você pode morrer de fome, de frio, afogado (caso caia no mar) ou ainda ser atacado por algum tubarão faminto. Caso estiver com sede e beber água do mar para sacia-la, quanto mais água do mar você beber mais rápido a morte irá aparecer (rimou =D).

3. Cair em um vulcão

Essa possibilidade é remota – ainda bem –, afinal não são muitas as pessoas que correm esse risco. Mas, em um caso desses, talvez você imagine que a pessoa que cai em um vulcão tem seu corpo instantaneamente transformado em churrasquinho nas lavas, certo? Errado! Por isso essa é uma das mortes mais sacanas de todas, uma vez que, se alguém cair em um vulcão ativo e cheio de lavas ultraquentes, ficaria flutuando na superfície antes de afundar. Seria, então, uma morte cruel, longa e imensamente dolorosa. Fuja dos vulcões!

Propagandas de Terror do McDonalds

Pois é gente, até o McDonalds já usou terror em suas propagandas, mas isso aconteceu la no Japão.

Ficou bem legal até, confiram xD


quinta-feira, 11 de julho de 2013

Escute o Relógio

Se quiser perder todo o rastro da realidade e destruir sua sanidade por completo, simplesmente deve escutar o relógio.

Contudo, permita-me dizer, isto não será fácil. Não é algo com o que você deva brincar. É somente uma forma simples de perder cada rastro de sua mente, lá dentro dos confins... Do seu lugar. Para conseguir, tem que seguir algumas regras...

A primeira deve ser, você estar em um quarto sem janela nenhuma. Pode ser um quarto qualquer, só não deve ter janelas.

A segunda é que, pode começar a qualquer hora do dia, inclusive se decidir começar à noite. Este processo durará 24 horas para ser completo.

Terceira, cancele qualquer compromisso que tenha no dia e desligue o telefone. Você não pode ter nenhuma distração.

Quatro, esteja seguro que seja um dia tranquilo, sem ventos ou trovões.

Por último, para terminar isso, deve colocar no quarto escolhido, um relógio. Esse relógio deve ter um distinto “tic-tac” em cada segundo que vá passando e, como única iluminação do lugar, uma vela.
Uma vez que tenha tudo o que é requisitado, quero que faça uma pergunta a si mesmo , e responda com toda a sinceridade: “Quero realmente fazer isso?” Se a resposta for afirmativa, então espero que Deus, Lucifer o qualquer que seja sua crença, tenham piedade de sua alma, porque eu, só estou aqui para lhe preparar.

Creepypasta: Espíritos Presos

Algumas religiões acreditam que, quando a pessoa morre de forma abrupta, fica, por um tempo, presa ao local de sua morte, até conseguir libertar-se ir seja lá para onde for. Como, por exemplo, em um acidente de carro, onde a morte é rápida, o espírito da pessoa pode ficar por anos junto ao carro, sem saber o que aconteceu.

Li muito sobre isso, pois o que aconteceu comigo, quando tinha apenas 9 anos, me obrigou a buscar alguma explicação plausível, que não duvidasse de minha sanidade mental (fui em muitos psiquiatras, não tenho problema mental nenhum).

Minha família era pequena, apenas minha mãe, dona-de-casa, meu pai, vendedor ambulante, minha irmã e eu. Nós duas dividíamos a mesma cama de solteiro, mas chegou um ponto que não foi mais possível, eu já tinha 9 anos e ela, 12. Então minha mãe decidiu procurar uma beliche para nosso quarto.
Por sermos muito pobres, a única alternativa era procurarmos em lojas de móveis usados. Encontramos uma beliche que minha mãe conseguiria pagar. Era de madeira, aparentemente muito antiga, e com alguns arranhões.

Um amigo do meu pai foi buscar a cama e logo ela estava em nosso quarto. Vendemos nossa cama antiga e assim pudemos comprar mais um colchão. Eu estava muito feliz, pois nunca ganhava presentes como as outras crianças, e uma cama nova era algo incrível para mim.

Meu pai conseguiu alguns restos de tinta de uma obra perto da nossa casa, e resolvemos pintar a cama para que ficasse mais bonita. Eu, empolgadíssima, insisti para ajudá-lo. Ele deixou que eu pintasse a parte de baixo e ele, a de cima. Deitei na cama de baixo e, entre uma pincelada e outra, percebi que os arranhões que eu tinha visto no dia da compra da cama, na verdade, eram palavras.

Fiquei um pouco assustada com o que dizia ali. Meus pais disseram para eu não sentir medo, pois era coisa dos antigos donos da cama, mas não consegui evitar. Antes de pintar, anotei cada palavra que dizia ali, numa agenda que guardo até hoje. Leia:

"Dormir para morrer."
"A maldição está aqui."
"Fuja"
"Não durma."
"Nunca durma."
"Ele está aqui."
"Ele nunca sairá daqui."
"Ele está em você?"
"Eu dormi e ele está em mim."

Depois disso, não consegui dormir na cama de baixo da beliche. Implorei para minha irmã que deixasse eu dormir na cama de cima e ela concordou. Me arrependo de ter feito esse pedido à ela até hoje.
Naquela noite, antes de dormir, ouvi o último "boa noite" de minha irmã. Eu não fazia ideia do que estava prestes a acontecer, mas mudou minha vida para sempre.

No outro dia, minha irmã acordou perturbada. Ela gritava e dizia que sua garganta e estômago estavam queimando. Minha mãe deu alguns medicamentos à ela, mas não adiantou. Ela urrava de dor e se debatia. A única alternativa foi levá-la correndo para o hospital. Seus últimos 5 dias de vida, foram os 5 dias de internação.

Nenhum medicamento fez efeito. Nenhum tratamento conseguiu curá-la. Seus gritos eram escutados de fora do hospital, mas nenhum calmante fazia com que ela dormisse. Ela arrancou os próprios cabelos com as mãos, fazendo seu couro cabeludo sangrar e rasgou a pele dos braços e pernas com as próprias unhas. Ela foi amarrada na cama. No seu último dia de vida, minha mãe implorou que o médico lhe deixasse levá-la para casa. Ela não aguentava mais ver minha irmã naquele estado e, se ela não se curasse, pelo menos estaria em casa, conosco. O médico, após avisar minha mãe de que minha irmã estava em estado crítico e não viveria muito tempo, liberou-a, e uma ambulância nos levou para casa, com ela. A última visão que tive da minha irmã foi dela deitada na parte de baixo da nossa beliche, com apenas algumas mechas de cabelo, com os braços e pernas em carne viva, olhando fixamente para mim. Por algum motivo, a parte branca de seus olhos estava vermelha, cheia de sangue e seu rosto estava roxo devido às pancadas que levou enquanto se debatia. Ela faleceu, deitada naquela cama, duas horas após chegarmos em casa.

Eu só dormi uma noite naquela cama, pois com todo o acontecido, minha mãe permitiu que eu dormisse junto com ela nas outras noites. Após a morte de minha irmã, ela decidiu vender a cama, pois precisávamos de dinheiro. No dia em que a cama seria levada para uma loja de móveis usados, deitei novamente na parte de baixo da beliche. Qual não foi minha surpresa, ao ver que, por cima da pintura, haviam palavras:

"Ele sempre estará aqui."
"Não durma aqui."
"Prisão."

E, com a letra da minha irmã:
"Eu também estou aqui."