Quando for para Las Vegas, você vai gastar seu dinheiro, se embebedar ou até mesmo jogar poker. Ou talvez você prefira um show de mágica do Cirque Du Soleil ou David Copperfield? Eu sugeria essa opção para sua primeira noite na Cidade do Pecado. A verdadeira magia se encontra em Las Vegas, mas não em casas de strip, oh não. Para uma verdadeira experiência que vai mudar sua opinião sobre magia, você deve procurar mestre ilusionista Mephisto Centurion.
Se quiser ver esse show surpreendente, vá com seu carro para uma estrada que fica logo depois do aeroporto, e continue indo em frente até chegar deserto. Certifique-se de fazer esta viagem logo depois da meia-noite, pois o show de Mephisto só acontece a noite. Uma vez que parece que você fez uma curva errada, pare o carro, saia e olhe através do deserto. Você não vai ver nada no início, mas depois você verá um hotel.
Deixe o seu veículo e se aproxime do hotel.
Você vai notar que não há luzes acessas no hotel. Caminhe até a entrada do hotel e bata nas portas de vidro, até que elas se abram. O local inteiro está escuro, e ninguém vai cumprimentá-lo, por isso traga uma lanterna para você entrar no edifício. Vá até um casino vazio, seguindo as placas penduradas no teto, você chegara até o teatro. Embora não haver ninguém, você tem a sensação de que você está sendo vigiado, mas não deixe que esse sentimento te impeça de continuar. Continue a seguir as placas até chegar a duas grandes portas de ouro com rostos esculpidos sobre elas.
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Tripofobia, você tem?
Eu tava pesquisando umas fobias, e me deparei com ela, a "Tripofobia", uma fobia que atinge uma entre três pessoas. Uma fobia que eu considero tensa.
Trata-se do medo ou aflição de ver buracos pequenos e de tamanhos iguais em uma superfície. E você me pergunta: "A Weslley, porque diabos eu vou ter medo de uma coisa idiota como essa?!", bom.. eu também não sei, mas é uma coisa psicológica.
A maioria das pessoas tem mais aflição ou medo quando vem esses buracos em superfícies orgânicas, porque parece que é um tipo de doença e você fica meio aflito. Mas tem casos mais graves onde as pessoas não conseguem ver ralos, colmeias de abelha,.. enfim, confiram ae:
Trata-se do medo ou aflição de ver buracos pequenos e de tamanhos iguais em uma superfície. E você me pergunta: "A Weslley, porque diabos eu vou ter medo de uma coisa idiota como essa?!", bom.. eu também não sei, mas é uma coisa psicológica.
A maioria das pessoas tem mais aflição ou medo quando vem esses buracos em superfícies orgânicas, porque parece que é um tipo de doença e você fica meio aflito. Mas tem casos mais graves onde as pessoas não conseguem ver ralos, colmeias de abelha,.. enfim, confiram ae:
domingo, 11 de agosto de 2013
Operação Cegueira da Neve
Antes do surgimento das televisões, os rádios eram amplamente utilizados como um meio de transmitir notícias e anúncios. Na Segunda Guerra Mundial, as estações de rádio rebeldes usaram a Quinta Sinfonia de Beethoven, com a repetição do "V" em códigos morse para indicar a vitória. Não demorou muito para que o governo encontrasse uma maneira de usá-la para transmitir mensagens subliminares.
Não foi uma tarefa fácil, a questão era esconder a mensagem bem, mas ao mesmo tempo deixar claro instruções para o alvo. Alguns psicólogos do governo proporam atacar o inconsciente com a hipnose. Por exemplo, um programa de rádio exibe a notícia sobre um alvo político e logo em seguida segue com uma tragédia ou uma história criminal, para os ouvintes casuais, pensariam que essas são as mesmas notícias, a nossa mente junta as suas coisas para simplifica-las. A razão pela qual esse tipo de coisa ser tão difícil de detectar é simples: Não são dadas falsas notícias, portanto, ninguém reclamaria.
Alguns psicólogos do governo estavam céticos sobre a hipnose inconsciente, e então se voltaram para um método mais científico para fazer a lavagem cerebral dos ouvintes. Quando os militares estavam à procura de um canal de rádio codificado para transmitir informações de batalha, eles encontraram uma onda sonora que apenas certos indivíduos poderiam ouvir. No início, eles pensavam que isso acontecia porque a zona de radar estava à um determinado nível de profundidade do oceano, onde o radar não conseguia detectar os submarinos. No entanto, verificou-se mais tarde que o sonar do navio de guerra foi afastado devido à temperatura da água e pressão, e a onda sonora relacionada mais tarde foi chamado de ultra-som.
Após mais investigação sobre o ultra-som, os cientistas do governo perceberam que apenas as pessoas com idade inferior a 25 anos poderiam ouvir esta onda sonora, o que era perfeito para uma lavagem cerebral, porque é mais eficaz quando feita para jovens ouvintes. O governo colocava guinchos do radar ultra-som ao longo de países ou pessoas que não concordavam com suas idéias. O resultado desses esforços de lavagem cerebral era impossíveis de serem monitorados, assim, a sua eficácia não foi capazes de ser bem determinada.
Com o surgimento da televisão, o governo suspendeu novas pesquisas sobre a hipnose em onda sonora devido ao declínio do uso do rádio. Em vez disso, o governo se concentrou em como usar mensagens subliminares visuais para fazer lavagem cerebral dos cidadãos. Por exemplo, os anúncios publicitários associados a uma família feliz, com imagens de águias e da bandeira americana, junto com notícias associadas a morte de políticos ou outros líderes do país. Como dizem, uma imagem vale mais que mil palavras, e tal método mostrou-se bastante eficiente. A lavagem cerebral pela associação foi utilizada com muita freqüência, assim o governo iria associar a sua própria religião como boa utilizando lemas como "Deus abençoe a América", em seguida, demonizava outras religiões e países.
Outras pesquisas foram interrompidas mais uma vez, mas não porque o governo estava com medo de que as pessoas descobrissem essas mensagens subliminares, mas sim porque a CIA encontrou uma maneira melhor para fazer lavagem cerebral no povo. Ela foi chamada de "Operação Cegueira da neve". Quando uma antena de televisão não recebia sinal, o monitor exibia "estática", ou um padrão preto e branco gerado aleatoriamente por pontos, assim como a neve. Assim foi explicado para o público o que acontecia com a televisão, mas isso está longe da verdade. Já se perguntou porque a antena faz a televisão exibir esse padrão de movimentos pretos e branco, em vez de apenas uma tela em branco quando não recebe sinal?
Você pode dizer que não notou nenhum efeito olhando para a tela estática por um longo tempo. Isso porque apenas 1 em 100 milhões de pessoas podem realmente ver o que está por trás disso. A maioria de nós somos daltônicos, para ser mais específico, daltônicos para as cores preto e branco. Enquanto você pode dizer a diferença entre as cores comuns, para que você possa assistir suas notícias ou o seu programa favorito de TV, há pessoas que podem dizer a diferença de algumas cores em preto e branco, de tal forma que eles podem assistir outra notícia ou qualquer outra coisa que a maioria das pessoas da Terra não podem ver na estática.
A maioria das pessoas que não podem ver o "Projeto Cegueira da Neve" desligam a televisão, enquanto os poucos que podem vê-lo pensam que a sua antena está totalmente normal. Como a maioria das pessoas não podem perceber, nenhuma queixa foi levada a sério. Você pode perguntar o que esse projeto pode fazer para o governo se só afeta 1 em cada 100 milhões de pessoas. Bem, esse projeto não foi usado apenas como um dispositivo de propaganda, ele foi usado também como instrumento para treinar agentes adormecidos.
As pessoas que não puderam se tornar agentes adormecidos, em vez disso, tornaram-se terroristas e assassinos em massa, dizendo que ouviram de seu deus instruções e permissões para cometer atos terríveis.
Não foi uma tarefa fácil, a questão era esconder a mensagem bem, mas ao mesmo tempo deixar claro instruções para o alvo. Alguns psicólogos do governo proporam atacar o inconsciente com a hipnose. Por exemplo, um programa de rádio exibe a notícia sobre um alvo político e logo em seguida segue com uma tragédia ou uma história criminal, para os ouvintes casuais, pensariam que essas são as mesmas notícias, a nossa mente junta as suas coisas para simplifica-las. A razão pela qual esse tipo de coisa ser tão difícil de detectar é simples: Não são dadas falsas notícias, portanto, ninguém reclamaria.
Alguns psicólogos do governo estavam céticos sobre a hipnose inconsciente, e então se voltaram para um método mais científico para fazer a lavagem cerebral dos ouvintes. Quando os militares estavam à procura de um canal de rádio codificado para transmitir informações de batalha, eles encontraram uma onda sonora que apenas certos indivíduos poderiam ouvir. No início, eles pensavam que isso acontecia porque a zona de radar estava à um determinado nível de profundidade do oceano, onde o radar não conseguia detectar os submarinos. No entanto, verificou-se mais tarde que o sonar do navio de guerra foi afastado devido à temperatura da água e pressão, e a onda sonora relacionada mais tarde foi chamado de ultra-som.
Após mais investigação sobre o ultra-som, os cientistas do governo perceberam que apenas as pessoas com idade inferior a 25 anos poderiam ouvir esta onda sonora, o que era perfeito para uma lavagem cerebral, porque é mais eficaz quando feita para jovens ouvintes. O governo colocava guinchos do radar ultra-som ao longo de países ou pessoas que não concordavam com suas idéias. O resultado desses esforços de lavagem cerebral era impossíveis de serem monitorados, assim, a sua eficácia não foi capazes de ser bem determinada.
Com o surgimento da televisão, o governo suspendeu novas pesquisas sobre a hipnose em onda sonora devido ao declínio do uso do rádio. Em vez disso, o governo se concentrou em como usar mensagens subliminares visuais para fazer lavagem cerebral dos cidadãos. Por exemplo, os anúncios publicitários associados a uma família feliz, com imagens de águias e da bandeira americana, junto com notícias associadas a morte de políticos ou outros líderes do país. Como dizem, uma imagem vale mais que mil palavras, e tal método mostrou-se bastante eficiente. A lavagem cerebral pela associação foi utilizada com muita freqüência, assim o governo iria associar a sua própria religião como boa utilizando lemas como "Deus abençoe a América", em seguida, demonizava outras religiões e países.
Outras pesquisas foram interrompidas mais uma vez, mas não porque o governo estava com medo de que as pessoas descobrissem essas mensagens subliminares, mas sim porque a CIA encontrou uma maneira melhor para fazer lavagem cerebral no povo. Ela foi chamada de "Operação Cegueira da neve". Quando uma antena de televisão não recebia sinal, o monitor exibia "estática", ou um padrão preto e branco gerado aleatoriamente por pontos, assim como a neve. Assim foi explicado para o público o que acontecia com a televisão, mas isso está longe da verdade. Já se perguntou porque a antena faz a televisão exibir esse padrão de movimentos pretos e branco, em vez de apenas uma tela em branco quando não recebe sinal?
Você pode dizer que não notou nenhum efeito olhando para a tela estática por um longo tempo. Isso porque apenas 1 em 100 milhões de pessoas podem realmente ver o que está por trás disso. A maioria de nós somos daltônicos, para ser mais específico, daltônicos para as cores preto e branco. Enquanto você pode dizer a diferença entre as cores comuns, para que você possa assistir suas notícias ou o seu programa favorito de TV, há pessoas que podem dizer a diferença de algumas cores em preto e branco, de tal forma que eles podem assistir outra notícia ou qualquer outra coisa que a maioria das pessoas da Terra não podem ver na estática.
A maioria das pessoas que não podem ver o "Projeto Cegueira da Neve" desligam a televisão, enquanto os poucos que podem vê-lo pensam que a sua antena está totalmente normal. Como a maioria das pessoas não podem perceber, nenhuma queixa foi levada a sério. Você pode perguntar o que esse projeto pode fazer para o governo se só afeta 1 em cada 100 milhões de pessoas. Bem, esse projeto não foi usado apenas como um dispositivo de propaganda, ele foi usado também como instrumento para treinar agentes adormecidos.
As pessoas que não puderam se tornar agentes adormecidos, em vez disso, tornaram-se terroristas e assassinos em massa, dizendo que ouviram de seu deus instruções e permissões para cometer atos terríveis.
Fonte: Lua Pálida
domingo, 4 de agosto de 2013
O Lado Negro de Dragon Ball
Pelo que sabemos Akira Toriyama foi o principal idealizador de tudo relacionado a famosa saga Dragon Ball… Seria mesmo?
Uma das primeiras idéias de Akira era criar um objeto magico que realizasse desejos. Uma criança deu a ideia de que fosse algo similar ao Gênio da lampada. Como a criança possuía um desenho de um dragão negro com os olhos vermelho-sangue, Akira aderiu a ideia… Porem, ele modificou algumas coisas daquele dragão, o que deixou a criança um tanto ”triste”…
Dois meses depois Akira começava a criar o que seria hoje um dos maiores animes já feitos (Que teve início em forma de mangá[HQs japonesas]). As esferas do dragão foram criadas, e o "gênio" das esferas era o enorme Shenlong verde e bondoso, que conhecíamos muito bem.
Acontece que esse dragão deveria ser o dragão negro com olhos mais vermelhos do que o Shenlong que estávamos acostumados a ver… Era o desejo da pequena criança. E com um detalhe mais ”obscuro”; Na cabeça do dragão haviam manchas de sangue e ferimentos gravíssimos expostos que, obviamente, deixava subentendido que o dragão lutou até a morte (Ou provavelmente já estava MORTO)… Mas ai entra a pergunta: Como uma criança oriental de mais ou menos 7 anos, vestia aquela camisa? Sendo que para aquela idade vestir algo assim era assustador. Detalhe, naquela época, Animês/Mangás ainda não eram coisas tão comuns assim como atualmente.
Dias depois, Akira se mudava de sua antiga residencia em Yokohama…E deixava alguns filminhos para servir de base para quem quisesse morar lá. Acontece que algumas horas depois uma criança aparecia no quarto antigo, e chorava muito… Seus olhos estavam negros.. Não se sabia o porque de chorar tanto… A criança sussurrava com um tom depressivo…
“Eu só queria ver meu Amigo…”
Mas qual “Amigo”?
Nesse momento havia algo curioso… A criança mudou de calça, passou a usar um relógio e um tênis diferente, mas continuava a usar a mesma camisa com a imagem do dragão negro e supostamente morto. O que deixava a perceber que aquela criança era a mesma que havia dado a ideia do personagem Shenlong que Akira aderiu, mas que fora modificado mais tarde por ser considerado algo ”ruim” para um dragão estampado na camisa do pequeno garoto.
A criança ficava lá...Chorando... E os tempos se passando…
Anos se passaram, finalmente lançava-se a animação japonesa Dragon Ball. Porem ao mesmo tempo, um policial, também oriental, entrou no que poderia ser uma casa onde haviam muitos materiais de desenho antigos. Provavelmente a antiga casa que pertencia a Akira Toriyama.
O Policial vasculhava a casa em busca de drogas de boa quantidade, pois era possível que aquela casa servisse para abrigo de traficantes ou “Yakuzas” (mafia japonesa). Porem durante uma busca aprofundada, o policial e os seus companheiros encontraram uma imagem aterrorizante: Eram os traficantes… Todos tiveram seus corpos dilacerados por algum tipo de animal feroz, possivelmente Selvagem.
O policial e seus companheiros não ficaram assustados com a cena a principio, porem ao olhar bem para o cadáver mais próximo, perceberam que os olhos daquele cadáver haviam ficado totalmente avermelhados, e que sua cabeça mostrava ferimentos em alto grau de gravidade. Parecia “Ter lutado com alguém até a morte”…
Alguns dias depois durante a pericia, um dos médicos especializados em investigação de necrópsia, descobriu em um dos cadáveres algo estranho, no corpo havia manchas de sangue bruto, ou seja, sangue “Seco”, e a ferida mais exposta formava um dragão desenhado no corpo dos cadáveres, onde ainda havia vestígios de sangue liquido se formava o olho do dragão. E todos os que estavam no hospital privado(Similar ao instituto medico legal do Brasil) estavam com a mesma simbologia em seus corpos. Algo fora do normal…
Em cada corpo havia uma ”tatuagem” de sangue em forma de dragão. E cada cadáver tinha o mesmo diagnostico, cabeças com ferimentos violentamente graves, e pupilas que eram bizarramente banhados de sangue, oque assustava muito os médicos.
Ainda no Japão os policiais buscavam o responsável por esses bizarros assassinatos. Acreditava-se que fosse algum tipo de ritual satanista…
Mas como alguém teria capacidade "médica" de mudar a cor das pupilas das vitimas? E o que significava tais ferimentos nas cabeças de forma tão psicótica? E o que significava tal dragão desenhado com sangue nos corpos?
As famílias das vitimas relatavam que as vitimas desapareceram após o dia 14/07/1998… Nessa época se passava uma reprise do filme do Dragon Ball ( A Lenda de Shenlong/Shenlong no Densetsu) que aparentemente seria a primeira aparição do supremo dragão Shenlong, o famoso dragão que realizava desejos, quando as 7 esferas eram reunidas…
A cada noite que se passava tal episodio novos casos de desaparecimentos e assassinatos brutais e cenas de necromancia, extremamente bizarros aconteciam…
Mas aonde estava aquela estranha criança, a que desejava que seu dragão da camisa, com ferimentos expostos e olhar macabro, fosse o verdadeiro Shenlong da série?
Por ironia do destino na casa, onde aconteciam os estranhos assassinatos, a porta do quarto estava trancada.
Mas mesmo após tantos anos anda haviam sons vindo de trás dessa porta, sons que lembravam um choro, mas não um choro de criança, mas sim um choro engrossado, um choro que parecia ser de algo que não era humano…
Durante o choro um sussurro, uma frase era dita no quarto de forma macabra e melancólica, mas ainda com a voz grave…
“ Eu quero meu amigo… Eu quero ver meu amigo… Amigo “
Após esse sussurro uma folha de papel saia por debaixo da porta dentro e, nessa folha tinha uma mancha que de certa forma era parecida com uma cabeça de um monstro…
Ao lado da mancha, uma frase…. “Estou aqui… Estou Aqui“
Fonte: Psicológico Macabro
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Teoria da Pixar
É uma teoria do jornalista Jon Negroni que, após assistir exaustivamente todos os filmes da Pixar e achar os easter eggs, formulou a hipótese de que todos eles se passam no mesmo universo e contam uma só história: o apocalipse da Terra e um futuro bem estranho. Para entender esta história, primeiro é preciso colocar os filmes na ordem cronológica correta, coisa que o jornalista fez observando as inúmeras "pistas" deixadas pela empresa de animação. Como já tem muita história, vamos contar a síntese e deixar os easter eggs e pormenores (até física quântica entra na história) para sermos (acreditem) mais enxutos possível. É importante avisar que o texto abaixo contém vários spoilers.
Tudo começa (cronologicamente falando) pelo filme medieval Brave. Nele, uma bruxa (que tem o péssimo hábito de desaparecer por trás de portas) desenvolve uma poção que humaniza animais e objetos. É o único filme da Pixar que se presta a explicar a humanização deles. Seria aqui o começo de uma geração de animais e objetos racionais.
A seguir, vem Ratatouille, a história do ratinho que adentra a sociedade gastronômica de Paris. Aqui seria a época em que os animais racionais já se proliferaram e começaram a ousar interagir com os humanos de igual para igual, chegando até a nos superar, mas ainda sem uma comunicação clara estabelecida. Os objetos também se proliferaram? Sim, em Toy Story. Mas este filme vai além. Do que falam os três Toy Story? Não só de objetos com inteligência própria, mas de brinquedos que estão cansados de serem negligenciados pelos seus donos. #basta #revolução #vemprarua. E o que encontramos no terceiro e último filme da série?
Sim, um postal do Carl e da Ellie - o casal de Up!. Subtendendo-se que Ellie está viva nesta época, a história de Up! se passa depois da de Toy Story. Nela, o vilão desenvolve colares para os cachorros falarem. Ou seja, parece que o boato dos animais serem inteligentes se espalhou e só lhes falta uma coisa: um idioma. Senão, pra quê ele faria os colares? Enquanto isso, no mar, Marlin e Dory estão Procurando Nemo. Perceba que os peixes, embora sejam inteligentes, o máximo que desenvolveram semelhante à sociedade humana é uma escola. E lembra que a história de Up! começa pq Carl precisa arrancar a casa dele do chão pq senão ela seria demolida? Ok, guarde isso.
Então passamos para Os Incríveis! O começo deste filme fala de uma vida normal com super-heróis no mundo até a morte deles, certo? Pelo grafismo, parece que isso aconteceu nos anos 70. Até casarem e terem filhos grandes, a família superpoderosa passaria pela história do filme já nos anos 90. Época que, teoricamente, Toy Story tb se passa. E quem é o grande obstáculo da família? O maluco do Síndrome? Não - aquele robozão gigante. E os outros heróis acabaram morrendo ou pelas mãos deste robô ou tendo as capas tragadas por turbinas. Hum... parece que não são só os objetos do Andy que estão se revoltando contra o homem, não é? E estes foram mesmo direto ao ponto: eliminar os heróis.
Sem heróis, as máquinas dominam. Começa uma era de revolução industrial. Tudo tem que ceder espaço para o progresso. Até a casa de Carl entra na jogada e tem que ceder o espaço para a modernidade (aplique aqui o "guarde isso"). Por fim, a Terra fica tão poluída que quase todos os animais morrem e os humanos precisam fugir pro espaço. Por aqui, ficam só os objetos como brinquedos, casas e... Carros. Em Carros e Carros 2 simplesmente não existem humanos, embora seja claro que tenham existido em algum momento (rodovias, placas, corridas, etc). Estes filmes se passam numa realidade onde tinha acabado de sair do planeta. Em séculos, nada mais restará a não ser lixo e um robozinho melancólico e solitário chamado Wall-E. Esta animação já pula para a época em que o homem volta ao planeta. Mas Wall-E não estava sozinho - ele tinha a companhia de uma barata. Ou seja, insetos também sobreviveram ao apocalipse. E, inteligentes, continuaram a desenvolver sua sociedade e viver sua Vida de Inseto. Se em Procurando Nemo a sociedade animal era muito pouco parecida com a nossa, entre os insetos, séculos depois e sem a interferência do homem, já está bem mais parecida. Eles têm até um circo!
No filme dos peixes há presença humana, o que não acontece no filme dos insetos. Isso pq, segundo a teoria, os insetos já estariam vivendo sem nós há muito tempo. Os perigos citados sempre são "insetos maiores". A não ser o pássaro que aparece no final, que, junto com a farta vegetação, indicaria que esta história é ambientalizada quando a nave já voltou ao planeta e já estamos por aí, só que ainda muito raros para os insetos saberem. Seríamos nós os "insetos maiores"? Ou de fato alguma raça de inseto se desenvolveu de uma forma inesperada com toda poluição? Será que voltamos e, junto com esses super-insetos, acabamos desenvolvendo uma nova espécie? Uma espécie híbrida de criaturas mutantes que trabalhassem numa empresa chamada Monstros S.A.?
Pela teoria, sim. Mike, Sullivan, seus companheiros e companheiras seriam nossos descendentes monstruosos. Uma raça híbrida de humanos com insetos que enfrenta uma grande crise de energia. A viagem no tempo já é praticável, então eles descobrem que é preciso usá-la e conseguir energia no passado - as portas são estes portais. E Sullivan conhece Boo. Muito amor.
De alguma forma, depois do filme, Boo e Sullivan não podem mais se ver. Ela entra em desespero, fica #chatiada e neurótica com a ideia de que é possível que os animais desenvolvam inteligência (ela chamava o monstro de "gatinho"). Já sabendo da real funcionalidade das portas, consegue viajar no tempo. Futuro? Não - passado. Época medieval. Ela volta para tentar humanizar animais e objetos. E consegue. E conhece Brave.
Nó na cabeça: Boo é a bruxa de Brave. Tá de brinqs??? Volte à primeira imagem e olhe direito. Na foto com a bruxa, abaixo do martelo, há o carro da Planet Pizza. Ou seja: ela conhece o futuro. Nos objetos da casa, olhe melhor no canto direito. Não enxergou? Veja um zoom:
Sim, aquilo ali é o Sullivan desenhado. :o Além do mais, esta senhora vive desaparecendo atrás das portas. Desaparecendo não - viajando no tempo. ;)
Esta é a teoria. Os próximos filmes da Pixar podem dar mais peças do quebra-cabeça, acrescentar mais informações ou simplesmente mostrar que esta é uma teoria furada e lunática. Mas, que é muito interessante, isso é.
ps.: Um dos próximos projetos da Pixar se chama "The Good Dinossaur". Vão voltar ainda mais no tempo. Além do que, não é o primeiro dinossauro bonzinho que a empresa inventou (lembram do Rex do Toy Story?). Será que teremos ligações?
Se quiser, vc pode ler o texto original com esta teoria (em inglês).
UPDATE:
O Pessoal do Canal Nostalgia fez um vídeo MUITO BOM explicando a teoria completa. Veja:
Fonte: MUITO interessante
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Links Obscuros #4
Pra quem não sabe, os "Links Obscuros" servem para mostrar o que os blogs parceiros andam postando.
Eu recomendo todas as postagens, são ótimas.
Então, vamos la:
Mini Lua: Lições Assustadoras que aprendemos com Super Mario
Ah Negão! Gato tenta matar cavalo
Creepypasta Brasil Annie
Vai Assistindo Trailer oficial e imagens: Curse of Chucky!
Noite Sinistra Vídeo mostra UFO nas cataratas do Niagara
Eutanásia Mental Aleister Crowley O Maior "Mago" de Todos os Tempos
Creepy World Questão de Perspectiva...
Creepypasta Dark O Devorador
Não Olhe Atras de Você Zumbidos
Scary Universe Demi Lovato revela experiências sobrenaturais: “eu caço fantasmas!”
O Mundo Real Gangrena (18+)
Horror em Dobro Obedece a la Morsa
Lua Pálida: Observar e Absolver
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Por que o numero 666 é do Diabo?
Primeiramente, o trecho bíblico diz que o número 666 é o número de um homem. Segundo Brustolin, que coordena o curso de pós-graduação da Faculdade de Teologia da PUCRS, o homem ao qual o autor do se refere é César Nero. Nero foi um dos imperadores de Roma que mais perseguiu os cristãos. Por isso, os adeptos do cristianismo passaram chamar o imperador de “besta”. Para que não fossem reprimidos por afrontar Nero, resolveram usar uma espécie de código para se referir ao tirano. Os fiéis relacionaram as letras hebraicas que formavam o nome do imperador a números.
“No alfabeto hebraico, esse nome (César Nero), em número, vai dar 666”, diz Brustolin. O teólogo Isidoro Mazzarollo acrescenta que o Apocalipse não quis atingir somente Nero, mas todos os imperadores perversos. “Qualquer rei que seja mau, qualquer déspota que seja mau, é, de fato, uma besta para o autor do Apocalipse”.
Além disso, há uma simbologia do cristianismo que atribui significados a todos os números. Dentro dessa simbologia, Brustolin explica que o número seis foi, por diversas vezes, citado na Bíblia como o número imperfeito e antagônico ao bem. O fato de estar repetido três vezes significa a plenitude. The Number of the Beast, de fato.
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