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sábado, 19 de outubro de 2013

O Casarão da Rua Flee

Era tarde da noite, algo em torno das 3:30 da manhã. A cidade estava fria, silenciosa e o tempo anunciava chuva. Eu e meu amigo estávamos voltando de uma noitada quando tivemos a ideia de entrar no casarão abandonado da rua Flee. O casarão da família Hopkins, que viveu ali durante duas gerações. Não foi preciso pensar muito - já que não estávamos pensando direito devido ao álcool. Decidimos ir.


A rua Flee era praticamente deserta e o único movimento que podia ser visto era o das folhagens e folhas das árvores quando sopradas pelo vento, assim como suas respectivas sombras que dançavam entre os muros. As vezes um ou dois cães também podiam ser avistados perambulando por perto. Chegamos a rua Flee em menos de 10 minutos. O casarão dos Hopkins ocupava um quarteirão inteiro, e as casas vizinhas, menores, estavam todas para alugar. Poucas eram as pessoas que moravam nas redondezas, se é que moravam. Pensando melhor agora, é bem raro ver uma luz acesa, mesmo nas casas habitadas. Os portões de metal do casarão estavam abertos, cobertos por ferrugem, folhagens e trepadeiras que desceram o muro e se enrolaram por entre as grades, forçando-as a permanecer sempre abertas. Entramos com o carro, devagar. Meu amigo ergueu a luz dos faróis; estava muito escuro e conseguíamos ver apenas o que era iluminado por eles. Parecia até que a luz da Lua não conseguia penetrar na residência. Uma fileira de mato e arbustos acompanhavam as laterais da estradinha pela qual o carro seguia - a vegetação reivindicou seu espaço, literalmente.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Te Observando

Alessa era uma jovem garota que passava o dia olhando pela janela, talvez procurando algo de interessante ou algo do tipo.

Ela mora com os avós em uma casa pequena e confortável, o lugar da casa que ela mais gosta é o quarto onde tem uma enorme janela.

Nada de novo acontecia até que um dia, um garoto se mudou para a casa em frente a sua.

Ele parecia tímido e muito quieto, por coincidência ele estava usando a camisa da banda preferida dela, ela logo percebeu que eles tinham algo em comum.

Assim como Alessa, ele passava os dias olhando pela janela, sempre que ele olhava, ela sentia algo estranho, parecia que ele olhava diretamente pra ela.

Já era noite, Alessa tomou um banho quente e foi deitar. Era meia-noite e ela não conseguia dormir, era como se alguém estivesse observando ela dormir. 

Ela levantou e olhou pela janela, e lá estava ele, observando..

Ela fechou as cortinas e foi dormir, ou pelo menos tentar. No dia seguinte enquanto trocava de roupa ela percebeu que ele estava sentado e olhando ela trocar de roupa.

Aquilo foi a gota d'água, foi então que ela tomou coragem e foi até a casa dele tirar satisfações.

A porta estava aberta e a casa parecia vazia, ela subiu as escadas e foi até o quarto dele, ao entrar 
encontrou pregado na janela um bilhete que dizia: Não estou aqui, mas se você olhar pela janela poderá ver que eu ainda te observo.

Alessa desmaiou e quando acordou estava amarrada na cama, sentado ao seu lado estava ele, olhando pra ela mais uma vez.


15 minutos depois ele disse: Agora você e eu podemos nos olhar pra sempre, até o nosso sangue secar e a nossa carne apodrecer.

O que se sabe sobre Alessa é: Ela aprendeu a observar. 
Cuidado, ela pode estar te observando agora.  

terça-feira, 15 de outubro de 2013

O manual completo do suicídio

"Em 1993 o escritor Japonês Wataru Tsurumi publicava um livro que não tardaria em se converter em uma das obras mais polêmicas e controversas do Japão. Se trata do Manual Completo do suicídio, um peculiar guia que mostra com todo um luxo de detalhes os diversos modos que existem de passar desta para a melhor, de forma voluntária.

A primeira edição do 'Kanzen Jisatsu Manyuaru' vendeu mais de um milhão de cópias, se convertendo em um grande êxito em vendas.
O Japão é um dos países com os mais altos índices de suicídios e desde a publicação do livro, este é encontrado próximo ao corpo do suicida, em alguns casos, estudantes.

O livro pode ser considerado bastante limpo e direto, já que não condena nem incita ao suicídio e em nenhum caso, entra nos aspectos filosóficos ou morais desta última decisão pessoal.
Simplesmente, através de suas 198 páginas, se dedica a descrever com riqueza de detalhes e de forma explícita, como tirar a própria vida com métodos como overdose, enforcamento, auto-defenestração afogamento, envenenamento por monóxido de carbono, etc...

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

5 casos completamente bizarros de maldições que deram certo

Por mais cético que você seja, é bem provável que, em algum momento da sua vida, você tenha acreditado em uma ou outra história macabra. As histórias que você vai conhecer a seguir são bastante medonhas e, acredite você ou não, elas são reais também. A questão é: será que elas têm relação com alguma maldição ou será que não passam de coincidências?

1 – A maldição do homem de gelo



Homem de gelo foi o apelido ganhado por Oetzi, cujo esqueleto foi encontrado em uma região dos Alpes entre a Itália e Áustria, em 1991. A maldição tem a ver com a morte de sete pessoas que estiveram envolvidas com o resgate dos ossos de Oetzi. Entre esses sete óbitos, quatro foram causados de maneira muito violenta ou estranha.

A primeira das mortes ocorreu em 1992, quando o médico forense Rainer Henn, que colocou os ossos de Oetzi em um saco com as próprias mãos, sofreu um acidente fatal de carro enquanto ia a uma conferência para falar sobre o Homem de Gelo. Kurt Fritz, que levou Henn até os ossos do homem encontrado, morreu durante uma avalanche. A terceira vítima foi o homem que filmou a descoberta – ele morreu de câncer no cérebro.

O quarto a morrer foi Helmut Simon, a primeira pessoa a perceber o corpo de Oetzi no gelo. Depois de ficar desaparecido por oito dias, seu corpo foi encontrado com o rosto de frente para um córrego, onde ele “pousou” depois de despencar de um penhasco de quase 100 metros de altura. A pessoa que encontrou e resgatou Helmut, um homem chamado Dieter Warnecke, morreu de ataque cardíaco uma hora depois do funeral de Helmut.

A sexta pessoa a morrer foi o cético Konrad Spindler, por esclerose múltipla, seis meses depois de declarar que as associações das mortes com uma possível maldição do homem do gelo eram “coisa da mídia” e que “se fosse assim, daqui a pouco estarão dizendo que eu sou o próximo”.

A última pessoa a morrer foi Tom Loy, o cientista que descobriu vestígios de sangue humano no Homem de Gelo. Loy morreu de uma doença no sangue. Doença essa que, coincidentemente, foi descoberta em 1992, no ano em que o cientista começou a investigar o corpo de Oetzi.


Melhor pegadinha de todos os tempos!

Para divulgar o remake de "Carie, a Estranha", uma das pegadinhas mais bem elaboradas de todas foi planejada, confiram:

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Sadness

Esse curta metragem de suspense, foi finalista em festivais internacionais do gênero, espero que gostem (feito por André Schuck, ele q me enviou o/)


Exorcistas acreditam que feitiços do Harry Potter são reais


Um trio de jovens americanas está ficando famoso por combater demônios aos fins de semana. Ao contrário do que pode parecer, não se trata de uma série, filme ou livro teen. Bryne Larson, de 18 anos, e as irmãs Tess e Savannah Scherkenback, de 18 e 21 anos, são exorcistas profissionais e, atualmente, estão em Londres tentando expulsar os espíritos malignos da capital da Inglaterra, segundo o site do jornal Daily Mail.

As meninas — conhecidas como “teenage exorcists” , ou exorcistas adolescentes — moram no Arizona, nos Estados Unidos, e afirmam que os jovens britânicos podem estar possuídos por recitarem feitiços presentes nos livros da série “Harry Potter”. O trio enxerga a Grã-Betanha como um foco de atividades ocultistas e ressalta que os feitiços usados nos best-selleres não apenas são reais, como muito perigosos:

- Eles vem de bruxaria - garante Tess.

A equipe também crê que a “moral frouxa” é a principal causa de possessão demoníaca e destaca que a prosmicuidade pode transmitir demônios sexualmente transmissíveis.

O trio recebe o apoio de Bob Larson, famoso reverendo americano e pai de Brynne, e diz ser capaz de identificar e curar pessoas possuídas. As aventuras das moças será mostrada no documentário “Teen Exorcists”, que será exibido no canal por assinatura britânico BBC3.

A história gera polêmica, pois Bob diz ser guiado por Deus e ter expulsado mais de 15.000 demônios. Por outro lado, os céticos afirmam que ele usa a fé das pessoas como uma ferramenta de comércio, ao tenta vender seus livros, DVDs e “cruzes de libertação”. Além disso, apesar das participação nas reuniões de exorcismo ser gratuita, as sessões privadas custam aproximadamente R$ 718.

Fonte: Jornal O Globo