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sexta-feira, 18 de julho de 2014

"Abandonados pela Disney"

Talvez vocês não saibam, mas a Disney é a principal responsável por tornar uma pequena vila em uma vila fantasma que hoje é conhecida como “Ghost Town”. Deixe-me explicar, a Disney construiu o “Treasure Island Resort (Resort da Ilha do Tesouro)", que em 1999 teve o nome alterado para “Discovery Island (Ilha da Descoberta)" que esta localizada na Baía de Baker, nas Bahamas.

Discovery Island não era uma vila fantasma. Navios de cruzeiro da Disney realmente desembarcavam no resort e deixava os turistas para relaxarem no luxo.

Outro fato verdadeiro que você mesmo pode comprovar é que a Disney investiu 30 milhões neste paraíso tropical... Sim, trinta milhões de dólares.

Em seguida eles simplesmente abandonaram o local.

Eles culparam as águas rasas (rasas demais para que seus navios operassem em segurança), e sobrou até para os trabalhadores. A Disney disse que como eles eram das Bahamas, eles eram muito preguiçosos para trabalhar em um horário regular.

É aqui que a natureza factual da história acaba. Não era por causa da areia, e obviamente não era porque "os trabalhadores eram preguiçosos demais". Ambas eram desculpas convenientes.

Não, eu sinceramente duvido que essas razões eram legítimas. Porque eu simplesmente não acreditei na história oficial?

Por causa do Palácio de Mogli.

Perto da cidade litorânea de Emerald Isle na Carolina do Norte, a Disney começou a construção do "Palácio de Mogli" na década de 1990. O conceito era um resort com a temática da selva, com um enorme PALÁCIO, como você pode imaginar, no centro de tudo isso.

Você viu meu filho?

"Você viu meu filho?"; a mulher perguntou freneticamente à velha senhora do outro lado da rua.

"Não, desculpa querida"; a velha respondeu.

"Você viu meu filho?"; a mulher perguntou ao policial local, mais apavorada desta vez
"Não, me desculpe senhora, mas nós vamos procura-lo imediatamente" o oficial respondeu pegando o rádio, tentando não olhar para os olhos tristes da mulher.

"Por favor ... por favor me diga que o meu filho está aí dentro", pediu a mulher à um amigo dela, que vivia ao lado de sua casa.

"Eu realmente sinto muito Clarice, nós não o vimos" a mãe respondeu.

A mulher procurou em todos os lugares, percorreu a rua inteira, gritando: "Onde está o meu filho." Ela estava chorando, puxando seu cabelo, desesperada. Seus vizinhos, por pena, a ajudaram em sua busca

"JIMMY, JIMMY! ONDE VOCÊ ESTÁ! POR FAVOR, SAIA! "

A partir deste dia, a partir de 10 da manhã até às 8 da noite, a mulher iria sair de sua casa, parecendo um lixo. Ela parecia um cadáver; pele pálida, cabelos crespos, e seu corpo cada vez mais magro. Ela gritou por todas as partes da cidade, "Você viu meu filho?"

Na segunda semana, todo mundo ja devia estar pensado que ela já tinha enlouquecido.
Ela foi para o departamento de polícia local de novo ...
"Você viu meu filho?"

O oficial encarregado deixou escapar um suspiro profundo: "Eu sinto muito senhora"
A mãe voltou para casa, parecendo deprimida. Mas assim que ela fechou a porta da frente, um sorriso se abriu em seu rosto.

Com uma risada, a mulher sussurrou para si mesma. "Eu acho que eu escondi bem o corpo!"

Fonte: MEDO B

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Fotografias Pós Morte


Na era Vitoriana, era comum a prática de fotografia dos mortos, especialmente no final do século 19. A fotografia Post-Mortem era uma maneira barata para as pessoas que não tinham muitas condições pudessem imortalizar seus entes queridos mortos, principalmente as crianças. A taxa de mortalidade infantil era significativamente alta nesse período, e as fotografias Post-Mortem eram geralmente as únicas fotografias que uma criança teria.

Os corpos eram geralmente colocados em posição natural como sentado em uma cadeira ou no sofá, e os olhos eram abertos para dar ilusão de vida.

Se o morto era uma criança, a mãe muitas vezes era fotografada com ele, às vezes até carregando o corpo nos braços. Em algumas circunstâncias, os olhos do morto permaneciam fechados, e o corpo era posto em uma cama, como se estivesse em sono profundo.

Apesar da mórbida natureza das fotografias, esses retratos eram geralmente um trabalho simples para o fotógrafo. Os corpos sempre se provavam perfeitos para fotografias, parados o suficiente para eliminar os borrões dos movimentos dos vivos e reter os detalhes intrincados dos rostos.

Esse feito, combinado com a posição que parecia dar vida aos corpos, às vezes ofuscava os vivos nos retratos. Porém é claro, sempre havia exceções. Em 1899 por exemplo, um fotógrafo chamado Louis

Desmond teve que tirar várias fotos de uma garotinha.


O corpo dela foi posto em uma cadeira feita especialmente para os mortos, com uma estrutura que mantinha os corpos completamente parados para a fotografia. Apesar da estrutura e rigidez do corpo e do rosto da garotinha, a sua mão esquerda saia inexplicavelmente borrada em algumas fotografias.

O fotógrafo culpava a mãe pelo borrão, convencido de que seus movimentos estavam fazendo as tábuas soltas do soalho do estúdio tremerem, fazendo com que a cadeira se movesse.

As fotografias, no entanto, provam outra coisa - as fotos onde a mãe estava perto do corpo mostravam que a mão da garotinha permanecia perfeitamente imóvel.

Outros exemplos de Post Mortem :

domingo, 13 de julho de 2014

Câmara de gás

Auschwitz foi um dos campos de concentração mais famosos da Alemanha Nazista, onde milhares e milhares de pessoas foram mortas, além de sofrerem com experimentos sádicos e torturantes. Um dos jeitos mais terríveis de morrer naquele local era a temida câmara de gás, onde gases altamente tóxicos eram jogados no ar, em grande quantidade, e matavam as pessoas sufocadas, às vezes com dores terríveis.

Essa imagem mostra a parede de uma das câmaras, onde, no meio do desespero, as pessoas arrancavam o cimento com as próprias mãos.



Fonte: hypescience

"Criatura" aparece em foto

Essa foto foi tirada do monitor de visualização de uma equipe de enfermagem. Nela, aparece uma criatura negra em cima do paciente que veio a falecer algumas horas depois que a foto foi registrada.


Fonte: HistóriaDeFantasma.

Não pise nas Sepulturas

Em uma noite um grupo de jovens estavam voltando de uma festa ainda animados. eles bebiam e riam alegremente. Até que um deles, ao perceber que estavam chegando perto do cemitério da cidade, decidiu contar histórias de terror. As meninas do grupo foram as que estavam ficando mais assustadas com suas histórias.

- Estamos quase passando pelo cemitério, vocês sabiam que nunca devemos pisar em um túmulo após o sol se por? Se vocês fizerem isto o morto agarra suas pernas e as puxa para dentro da sepultura.

- Mentira. – disse uma delas. – Isto é só uma superstição antiga.

- Se você é tão corajosa, por que não nos mostra? Eu lhe dou R$ 50,00 se você pisar em alguma sepultura.

- Eu não tenho medo de sepulturas e nem dos mortos. Se você quiser faço isso agora.

O menino lhe estendeu uma faca e disse:

- Crave isto em um dos túmulos e então nos saberemos que você esteve lá.

Sem hesitar a garota tomou-lhe a faca e caminhou até a entrada do cemitério, sobre a surpresa dos olhos de seus amigos que duvidavam que ela tivesse esta coragem. A garota entrou no cemitério onde o silencio era total, sombras fantasmagóricas eram formadas pela luz da lua e ela teve a impressão que centenas de olhos a observavam. Chegando ao centro do cemitério olhou em volta.

- Não há nada a temer – disse a si mesmo tentando se acalmar.

Então ela escolheu um túmulo e pisou nele, depois cravou a faca no chão e virou-se para ir embora, mas algo a deteve. Tentou novamente , mas não conseguiu se mover, ficou apavorada!

- Alguém esta me segurando!!! – disse em voz alta e caiu no chão.

Como ela demorava a voltar o grupo de amigos decidiu ir atrás dela, caminharam um pouco e a encontraram sobre um túmulo. Ela estava morta com uma expressão de terror no seu rosto. Inadvertidamente a própria garota havia cravado com a faca sua saia no chão, com muito medo ela pensara que algo sobrenatural a segurava e sofreu um ataque cardíaco morrendo em seguida...


Fonte: SuperNatural

Como é feito o exorcismo?

Voltei povo!

Antes do ritual, o padre verifica se a pessoa está mesmo possuída. Geralmente, há quatro sinais de possessão: domínio de línguas desconhecidas, conhecimento de assuntos improváveis (detalhes da vida do exorcista, por exemplo), força incompatível com a condição física e a idade do sujeito, e aversão ao sagrado. Com a possessão confirmada, o padre dá início ao ritual, que segue o livro Ritual de Exorcismo e Outras Súplicas, publicado pelo Vaticano e reproduzido no Brasil pela Editora Paulus.

1- O exorcismo deve ser discreto, em casa ou em um oratório, com a presença de familiares. Se a vítima apresentar força anormal, pode ficar amarrada em uma cama ou cadeira. O local deve ter um crucifixo e uma imagem da Virgem Maria

2- O rito começa com aspersão de água benta, que pode ser adicionada de sal. A água, jogada sobre o atormentado e sobre os demais presentes, recorda a purificação recebida no batismo. Depois, o sacerdote convida todos a orar

3- Agora é hora da reza brava. O padre recita um ou mais salmos que exaltam a vitória de Cristo sobre o Maligno e lê trechos do Evangelho. O passo seguinte é impor as mãos sobre o fiel atormentado e ler mais palavras de fé

4- Não poderia faltar a principal oração, o Pai-Nosso, que todos rezam de mãos dadas. O padre faz o sinal-da-cruz e assopra a face do fiel possuído, dizendo mais palavras sagradas contra o demônio

5- As "fórmulas de exorcismo" são as orações finais. Há dois tipos: a deprecativa, mais "light", e a imperativa, usada em casos mais extremos. O rito termina com canto de ação de graças, oração e benção

6- Depois da reza e da água benta, o padre avalia se o Diabo saiu ou não pelo semblante da pessoa: se ela estiver calma e demonstrar paz de espírito, sucesso! Se não der certo, rolam novas sessões


Fonte: Mundo Estranho