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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

O Anjo Lamentador

Já tiveram a sensação de estarem sendo observados?

Matheus sempre sentia isso,sempre que ia ao cemitério visitar o túmulo de seu irmão caçula,Diego,que havia sofrido um acidente de carro com um amigo aos 13 anos e não sobreviveu.Matheus tinha 23 anos,achava que essa sensação era normal pois estava em um cemitério,lugar aonde as almas descansam.

Em uma sexta-feira,como de costume,Matheus foi acender uma vela em seu túmulo,quando passou por um túmulo teve a sensação de estar sendo vigiado,ele olhou para ver o que era,em cima desse túmulo havia uma estátua,uma estátua de um anjo,a impressão era que o anjo estava olhando para ele,ele ignorou e seguiu em frente.Acendeu a vela,fez suas orações e foi embora,quando passou em frente do tal túmulo,olhou para o anjo e viu que algo estava estranho,a mãos do anjo estavam juntas,como se estivesse rezando,nesse mesmo momento Matheus pensou "Eu estou ficando louco" e foi embora.

Passou a semana toda pensando naquele momento sombrio.

Quando voltou ao cemitério na outra sexta-feira teve a ideia de tirar duas fotos do anjo,uma quando havia chegado e outra quando fosse embora.Quando chegou ao local tirou a foto,o anjo estava com os braços abertos.Ele foi até o túmulo de seu irmão e fez a mesma coisas como faz todas as sextas,voltou ao local do anjo para a segunda foto,quando tirou percebeu que o anjo estava com as mãos juntas novamente,assustado foi embora.

Chegou em casa,sentou-se no sofá e ficou observando as fotos,quando ele cometeu um erro,Matheus piscou.O que ninguém sabe é que as estátuas não podem se mexer,não quando alguém estiver olhando,como ele havia piscado o anjo havia se aproximado da tela,ele ficou assustado "Como isso é possível?"...ele piscou novamente e o anjo chegou mais próximo da tela,Matheus jogou seu celular no chão e correu para fora,mas a porta havia se trancado sozinha,ao olhar para trás viu que o anjo havia saído para fora de seu celular,ele começou a gritar e as luzes começaram a falhar,quando as luzes piscaram o anjo estava cara a cara com Matheus,ele era rápido,Matheus tentou correr para outro cômodo da casa mas o anjo o segurou pela blusa quando Matheus o deu as costas.As luzes se apagaram e a única coisa que se ouvia no mesmo momento era o silêncio.

No outro dia uma vizinha havia chamado a polícia pois havia sangue escorrido por debaixo da porta e ninguém atendia a porta.Quando a polícia invadiu a casa,havia apenas o celular de Matheus e muito sangue no chão e nem sinal do corpo ou algum móvel quebrado,A imagem do celular era sombria,era um anjo de costas tampando os olhos e esperando sua próxima vítima.


terça-feira, 1 de janeiro de 2013

O chinelo

Por volta dos meus nove anos de idade, morávamos somente eu, minha mãe e minha irmã, passávamos por um momento complicado da vida e uma das maiores diversões que tínhamos era a ida semanal ao parque de areia que existia perto de casa.

O parque era já tão conhecido que minha mãe nos deixava com certa liberdade durante algumas horas, eu particularmente gostava de construir casas e fazer buracos onde escondia meus brinquedos. Muitos destes brinquedos ficavam perdidos para sempre na areia, não sem antes serem procurados por mim em vários espaços.

Certo dia, enterrei um pé dos meus chinelos, preocupada com o que minha mãe acharia disso passei a procurar por todos os lados, sujando toda a minha mão e roupa de areia.

Quando minha mãe me chamou para ir embora, minha ultima procura desesperada na areia me fez ver um pequeno buraco parecendo recentemente aberto. Sem medo nenhum comecei a desenterrar algo que parecia com meu chinelo.

Quando finalmente consegui, descobri que não era o meu chinelo, era um pouco menor que meu pé e era vermelho, mas achei ele lindo e coloquei no meu pé. Como era exatamente o pé que faltava, calcei e fui para casa, torcendo para que minha mãe não percebesse a diferença.

Chegando em casa coloquei rapidamente o chinelo embaixo da minha cama. Jantei, assisti tv como de costume e fui dormir, me esquecendo completamente do chinelo.

Durante a noite eu acordei com muito frio e me virei na cama para achar mais cobertor, percebi que todo ele estava na ponta dos meus pés, como se tivessem sido puxados para lá. Ergui a cabeça para pegar de volta o cobertor quando senti que algo estava me observando… Olhei para a porta e percebi uma pessoa com a cara branca e um sorriso perverso, seu olhos pareciam negros e profundos, era horrivel (so de lembrar me da calafrios) , ele foi contudo em cima de mim e pegou o chinelo, e eu sem saber oq fazer apenas gritei, e ele falou :" shhh...go to sleep"


Sozinho em Casa

Você está sozinho em casa, escuta no noticiário o perfil de um assassino que está foragido. Você olha para porta de vidro que leva ao quintal e nota um homem parado na neve. Ele se encaixa perfeitamente no perfil do assassino, e ele está sorrindo para você.

Você engole em seco, pega o telefone à sua direita e começa a discar 190. Você olha novamente para o vidro enquanto leva o telefone para sua orelha, e percebe que o homem está muito mais perto de você agora.

Você derruba o telefone em choque. Não tem nenhuma marca de pegadas na neve.

Aquilo era um reflexo.

Source: Autor Desconhecido

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Homem de Preto

Eu estava de férias e não tinha absolutamente nada para fazer então entrei em um site de bate papo, não havia ninguém on-line somente uma garota chamada Lisa, comecei a conversar com ela até que decidimos Ligar nossas WebCams, ela era uma garota linda, com olhos azuis e cabelos loiros, mas havia um homem todo de preto atras dela e isso me incomodava, então decidi perguntar:

-quem o homem que esta atrás de você?

ela leu a mensagem e assustada olhou para trás e o homem pegou a faca e cortou sua garganta, ele se sentou calmamente na cadeira e digitou:

-Quem é este homem de preto atrás de você?

Eletricidade

Acredito que isso tenha começado há algumas semanas atrás. Os eletrônicos da minha casa começaram a ligar e desligar de repente. No começo era apenas um pequeno incômodo; eu estava na internet e meu computador desligava, ou eu estava cozinhando alguma coisa e o forno parava de funcionar.
Chamei um eletricista, mas ele disse que a fiação da minha casa estava perfeita. Não acreditei nele e chamei outros eletricistas, mas todos disseram a mesma coisa. Então tentei usar menos eletricidade em casa, achando que estava sobrecarregando-a. Eventualmente aprendi a conviver com isso.

O que começou a chamar a minha atenção para este fato foi quando meus colegas de trabalho começaram a reclamar do mesmo problema. A mulher do cubículo ao lado do meu me confidenciara que o iPod dela havia parado de funcionar com a bateria ainda cheia, e que voltara a funcionar minutos mais tarde.
Logo estávamos vendo notícias sobre os mais diversos casos. Nos foi dito que o problema seria consertado logo, e não nos deram mais informações sobre.
Logo descobri que não era apenas nossa cidade que estava sendo afetada; muitas outras áreas ao redor do país - e mais tarde descobri que ao redor do mundo também - estavam sofrendo dos mesmos problemas.


quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Um Bebê Diabólico

O Sequestro

                  

Por que fizeram isto comigo? Há tanto tempo estou sequestrado que já perdi a noção do tempo. Semanas, meses... quem se importa? Os minutos nesta cela, neste purgatório, neste calabouço custam a passa de todo modo.

Já estou no limite! É duro ser acordado a pontapés, a baldes d'água e até chicotadas sem ter feito NADA! Aliás, sem eu ter nada para oferecer em troca de minha liberdade, pois não tenho nenhuma posse, nem nada de valor que interesse estes malditos estrangeiros. Sim, estrangeiros! Só podem ser uma quadrilha internacional, pois falam apenas uma língua que eu não entendo, e também acho que eles não me entendem.

Lembro do dia em que me sequestraram: eu havia saído para almoçar com meu filho menor, pois ele é muito peralta,e minha esposa queria realizar seus afazeres. Amo muito minha família, Adorava passear com meus filhos, sempre foi muito agradável, até este dia... Na volta para casa surgiram estes homens de preto, e tudo que pude fazer foi grita para Dean correr. Eles eram em cinco, e haviam me baleado pelas costas. Ferido, não pude defender meu caçula; espero que não o tenham levado também.

Desde então não tive mais notícias de minha família, nem sei se sabem o que aconteceu comigo.

Às vezes penso que vou enlouquecer! Não falo com ninguém desde que me trouxeram para cá. Os estrangeiros só aparecem para me dar comida (uma verdadeira lavagem) e me acordar. Tem alguns que até me "interrogam". Param na janela de meu cativeiro e parecem falar comigo, até sorriem, mas nunca soube o que me disseram.

E pelo jeito não sou o único sequestrado. Ao lado de meu cativeiro parece ter outro refém, mas ele fala em um idioma indistinguível. Com certeza um idioma diferente até dos estrangeiros.

Pelo tempo que estou aqui deviam ter percebido o engano, não sou quem eles querem! Por que não me soltam? Por que não me matam de uma vez? Tudo é melhor que esta agonia.

Prova que se enganaram é que nem meu nome eles sabem! Eu me chamo Stephen, mas neste lugar, chamado Zoológico, eles me confundem com um tal de Leão...