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domingo, 20 de janeiro de 2013

A Casa n°13

Hoje foi o dia em que eu e meu amigo Mal viemos a casa numero 13.

Havia um rumor circulando em nosso bairro de que se você ficar na casa abandonada numero 13 durante todo o dia e noite na sexta-feira 13, o proprietário anterior da casa aparecerá à meia-noite, porem, todos dizem que ele era um assassino.

Haviam relatórios policiais sobre esta casa, como na ocasião em que Mary Jayne Stalin e Joe Geller foram encontrados mortos, decapitados e esfaqueados 666 vezes. O assassino, também conhecido como "The Grim" era um criminoso sexual fichado, estuprador, e praticante de magia negra.

Então farei um resumo dos acontecimentos do dia. Mal meu parceiro me falou sobre esse rumor, e como éramos a dupla de "skatistas mais Destemidos e ousados" da escola, decidimos ir.

Eu peguei todo meu material de camping e preparei a minha Magnum.44, mesmo sendo uma arma ilegal que meu pai ganhou por ser um membro de uma máfia, eu levei munição extra na mochila também, havia uma série de perigosos moradores de rua que se abrigavam naquela casa, então, eu e Mal chamamos o nosso companheiro Jad para vir com a gente. Porque nos não iríamos sozinhos até la nem fudendo.

Jad decidiu levar seu Xbox 360, havia energia elétrica naquela casa, mas eu duvido que ainda estivesse funcionando, eu tentei convence-lo a não levar, mas segundo ele "precisamos dele". Ele levou 2 jogos com ele, XXXXXXX e XXXXXXX, o relógio indicava 5,00 horas, então nós arrumamos nossas coisas e decidimos pegar a estrada.

Nós chegamos aqui às 5:15min. Entramos pela porta dos fundos porque ninguém podia nos ver. É ilegal ficar nesta casa durante a noite.

Já dentro da casa quando apertei o interruptor de luz, para minha surpresa, ele funcionou. Jad disse: "Hah! eu avisei." Eu podia ver o sarcasmo gravado em seu rosto haha.

Então ele encontrou uma tomada e ligou seu Xbox na TV empoeirada e que surpreendentemente ainda funcionava. Não é preciso dizer que cada um de nós se cansou de matar nazistas jogando XXXXXXXXXX, então colocamos o xxxxxxxxxx, amava-mos aquela violência, matando as pessoas as estilo Osama (tiro no olho esquerdo, **** ), empurrando prostitutas escada abaixo e matando as pessoas enquanto dormiam, se esse assassino desse as caras ele iria ter um belo desafio, todos nos estávamos com nossas Magnums e comentamos que iríamos pegar uma das facas enferrujadas na cozinha e esfaqueá-lo pra ver se ele gostava. Ok, eu tenho de admitir que nos deixamos levar. É que apenas de lembrar desse tal “Grim” ficávamos putos.

De volta ao jogo, estávamos no México, quando Jad montou um acampamento, ele viajou para Tumbleweed, a cidade mal-assombrada, ele achou apropriado visto que nós estávamos neste lugar. O relógio se aproximava da meia-noite quando começamos a ficar ansiosos, ouvimos tábuas do piso rangendo, gritando e até mesmo rindo, Jad matou todos os bandidos e foi para a mansão Tumbleweed. Ele tentou abrir a porta da frente, mas como de costume, estava trancada, ele foi pelo caminho dos fundos quando de repente a TV apagou, as luzes ainda estavam acesas, mas a TV e o xbox desligados. Foi quando começamos a ouvir pegadas. vindas do sótão, descendo as escadas. Todos nós engatilhamos as nossas Magnums e aguardamos. Então, como esperávamos, o assassino apareceu, um olho cego, cabeça raspada, bandana vermelha em volta de seu rosto e vestindo peles de animais. Nós atiramos com tudo o que tínhamos, mas as balas voaram, como se houvesse um campo de força em torno dele.

Nós corremos como loucos para fora de casa, mas por alguma razão, nos escondemos no jardim. O assassino, carregando com um martelo cheio de sangue, veio andando para fora, como se ele soubesse onde estávamos,  então ele começou a correr em nossa direção, com dor e mancando. Por algum motivo não chegamos a puchar novamente nossas magnums, ou mesmo começamos a correr, eu estava paralisado. Eu e Jad apenas observamos Mal ser morto. O assassino, repetidamente, batendo nele, começamos a correr por nossas vidas mas então parei, olhei para trás e atirei na cabeça dele, ele não morreu, ele simplesmente caiu no chão, atordoado.

Finalmente chegamos as nossas casas e chamamos a polícia, mas há algo que eu tenho que te dizer. Eu, a pessoa a contar esta história sou Jared (Jad). A pessoa que chamei de "eu" é uma figura da minha imaginação. Desde este incidente, estou trancado em um hospício por 2 anos, em tratamento para o Transtorno da Personalidade. Malvern Hoff (Mal) no entanto, existiu. Eu ainda vejo a morte de meu melhor amigo, todas as noites nos meus sonhos. Eu vou estar marcado por toda minha vida, mas eu sei de uma coisa. Aquele desgraçado ainda está lá fora. Nós não o matamos, mas ele continua a matar pessoas inocentes, desde aquela noite de sexta-feira em 13 de Outubro de 2003. Uma vez que eu sair dessa porra de asilo, eu e meus companheiros novos iremos à procura de Grim, e com certeza o mataremos.

Teke Teke




Teke Teke é uma lenda urbana do Japão sobre uma menina que caiu sob um trem e foi cortado pela metade. Ela levou muito tempo para morrer e agora o seu fantasma perambula pelo Japão, arrastando-a metade de cima junto com sua garra mãos. Toda vez que ela se move, ela faz uma "teke-teke" som.
Há no Japão uma história sobre um garoto que estava saindo de sua escola numa noite, quando ouviu um barulho atrás dele. Procurando pela origem do som, viu uma bela garota em uma janela. A menina tinha os braços apoiados sobre o parapeito da janela e estava apenas olhando para ele.
O garoto estranhou ver uma garota por ali, afinal era um colégio de meninos, e perguntou a menina, o que ela fazia por ali.

Foi então que a garota o viu olhando para ela, a menina sorriu e abraçou-se, segurando seus cotovelos com as mãos. Então, de repente, ela pulou da janela e caiu do lado de fora do solo.
O menino horrorizado foi ver o que tinha acontecido e ficou chocado ao ver que a menina, não possuía a metade inferior de seu corpo.

Ela então começou a ir em direção a ele, agarrando no chão, e batendo seus cotovelos fazendo um som teke-teke-teke-teke-teke. O rapaz estava cheio de terror e repulsa. Ele tentou correr, mas estava congelado de medo. Em poucos segundos, ela estava sobre ele,ela tirou uma foice e o partiu ao meio.

Quando as crianças contam essa história, eles alertam uns aos outros sobre Teke-Teke. Dizem que ela carrega uma serra afiada ou uma foice, e se ela te pega, ela vai te cortar na metade e você vai se tornar igual a ela. Diz-se perseguir crianças que brincam ao entardecer. Ela também é conhecida como "Bata-Bata" (novamente, o som que ela faz ao bater seus cotovelos no chão para andar) ou "A menina que corre em seus cotovelos."

Em Tokyo a lenda conta que não é em qualquer banheiro que isso ocorre. A cabina assombrada seria a quarta mais próxima da porta e estaria no banheiro ao lado do ginásio de esportes da escola, velho e raramente usado e, portanto, este deveria ser evitado.

Fonte: Terror 666

Tulpas

De acordo com crenças do Tibet, Tulpa é uma “criatura materializada pelo pensamento humano que deve servir ao seu criador”.

Mas essa não é uma atividade muito fácil, já que de acordo com monges tibetanos “existe uma fórmula certa para isso”.

O livro “Magic and Mystery in Tibet”, de Alexandra David-Neel, fala sobre as experiência da escritora com Tulpas. Segundo Alexandra, a criação de um Tulpa trás consigo algumas consequências, pois depois de formada, esta criatura tem vontade própria, se desenvolve como qualquer indivíduo e pode ficar violenta e até mesmo matar o seu criador.

Segundo a crença tibetana, em grande parte dos casos, o Tulpa tende a desaparecer com a morte de seu criador, mas há relatos de algumas criaturas criadas com tanta vontade que acabam sobrevivendo.

Muitos acreditam que o conhecido “Bicho Papão", terror das criancinhas, seja na verdade um Tulpa, ou seja, uma criação inconsciente da criança quando está sozinha e assustada no escuro.

A existência de Tulpa também poderia explicar alguns relatos sobrenaturais, como fantasmas vistos em lugares abandonados, nos quais ouve alguma tragédia, monstros e o aparecimento de diversas criaturas sobrenaturais.
Em livros do escritor H. P. Lovecraft, criaturas como os Tulpas são descritas como ”Shoggoths”, pois que segundo o autor, antes do surgimento dos seres humanos o mundo era habitado por alienígenas. Essas criaturas podiam adquirir qualquer forma para executar cada função específica. Assim como os Tulpas, os Shoggoths tiveram “rompantes de consciência" e se rebelaram contra seus criadores, resultando em uma guerra que acabou com parte da população.

A existência de Tulpas já foi abordada também em algumas séries de sucesso, como: “Arquivo X”, “Supernatural”

Banco de Trás

Essa história que vou contar realmente aconteceu comigo. Não sou um motorista ruim e não tenho medo algum de dirigir sozinho, mesmo em lugares que desconheço o caminho.

Mas existe algo que me perturba dentro do carro.

Se estiver com alguém não existe problema nenhum. O problema é se estou sozinho à noite.

Conheço muitas pessoas que compartilham essa minha angústia, quando estão sozinhas no carro não conseguem parar de olhar para o banco traseiro, na impressão que existe alguém ali, ou ficam apreensivos, olhando o espelho retrovisor, como se algo esperasse entre as sombras do banco dos passageiros.

Normalmente circulo à noite com minha namorada e alguns amigos, deixando eles em casa pelo caminho, sendo que minha namorada é a última casa da rua, depois faço o retorno e volto para casa.

Mas não naquela noite.

No caminho, a bagunça habitual dentro do carro. Deixei todo mundo, e quando deixei minha namorada o silêncio e a solidão tomaram conta do ambiente.

Nesse dia me fez falta o som do carro, que havia quebrado há pouco tempo, normalmente ele é a melhor opção para me distrair. Fiz o retorno com o carro a caminho de casa.

No caminho, porém, comecei a me sentir extremamente desconfortável. “Aquele velho medo de novo” não conseguia parar de pensar.

Respirei fundo, virei a cabeça e olhei para trás. Nada. Claro, por que haveria?

Após alguns momentos comecei a sentir como se estivesse sendo observado de novo. Dando pequenas olhadas no retrovisor, a única coisa que eu via no bando traseiro eram as luzes dos postes passando, intercaladas com a sombra dos espaços entre eles.

E a cabeça de uma mulher.

Tomei um susto tão violento que quase cometi um acidente. Entre os movimentos da luz e da sombra por um momento achei ter visto a cabeça de uma mulher, com longos cabelos negros sobre o rosto, mas era apenas o encosto da cabeça do passageiro.

Uma peça ilusória que minha mente havia me pregado no jogo de luz e sombra.

Mas é claro que depois daquilo minha imaginação não parava de imaginar as piores coisas.

Ria sozinho e tentava me distrair, mas não conseguia deixar de olhar de vez em quando para o espelho, encarando no escuro aquele contorno redondo do encosto, e rezando para não ver mais aquele rosto.

Depois do tempo que pareceu durar uma eternidade cheguei em casa, finalmente poderia sair daquele carro, finalmente poderia relaxar.

Sorri despreocupado quando parei em frente ao portão do condomínio.

A segurança do condomínio é reforçada, e eu abri a janela para o guarda me ver e liberar a passagem.

Mas o portão não abriu.

Olhei para o guarda na guarita, sorri e disse “Não está me reconhecendo, sou o morador do 101”

Ele franziu os olhos e mirou com a lanterna na janela

- Estou reconhecendo, mas quem é essa mulher atrás de você?

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

O manequim

Eu acho lindo como minha filha, Karen, tem uma imaginação vívida. Ela sempre me agradece por carregá-la para a cama depois que ela adormece no sofá. Mas eu nunca faço isso, eu descobri que ela acorda, muito sonolenta, e caminha para a cama sempre que isso acontece.

Uma noite, Karen e eu estavamos assistindo a um filme. Normalmente, eu não a deixo ficar até muito tarde, mas já que era verão, que mal podia fazer?

E eis, que nós duas caímos no sono, Karen no sofá, e eu na poltrona. Eu acordo e olho para o relógio, 02:47 da manhã. Eu peguei o controle remoto e desliguei a televisão.

"Karen, hora de dormir", eu disse meio grogue. Nenhuma resposta. Eu inclino minha cabeça para ter uma visão melhor do sofá, e, para minha surpresa, Karen não estava ali. Eu fui para o andar de cima onde ficava seu quarto, só para ter certeza de que ela estava dormindo.

Eu empurrei a porta e liguei a luz. Karen virou-se, e olhou para mim, um pouco confusa.

"Você me acordou," ela disse, "obrigado por ter me carregado mãe."

"Eu não a carreguei filha. Você acordou se levantou e foi para o seu quarto, sua boba. "

"Não, eu não ... você me carregou. Eu acordei quando estávamos na escada, e vi seus braços por debaixo das minhas pernas. "Eu congelei. Eu sei que ela tem uma imaginação enorme, mas isso era muito estranho para mim. Eu tentei colocar alguma lógica na situação, rotulando um de nós, como sonâmbulos. Mas não consegui ver algum sentido no que Karen havia me dito, então me lembrei que poderia gravar minha filha, assim saberia o que estava acontecendo, resolvi que iria comprar uma câmera.

Fui na loja, e comprei uma câmera. Uma vez carregada, eu coloquei a câmera sobre uma mesa lateral, de modo que tinha uma visão bem ampla da sala de estar e da escada. Perfeito!

De noite, Karen foi para o sofá assistir seu desenho favorito, Bob Esponja.

"Divirta-se com a maratona do Bob Esponja filha. Eu vou para a cama. " Eu falei.

"Ok, boa noite!"

Antes de ter ido para o meu quarto, liguei a câmera. A luz de gravação estava ligada, então fui para minha cama.

A luz da manhã veio e inundou meu quarto. Imediatamente me lembrei da gravação de ontem à noite, então saí correndo da cama, e fui direto para a câmera. Peguei a câmera e liguei em meu computador para ver o que havia acontecido na noite passada.

Tudo parecia normal nos primeiros episódios da maratona de Bob Esponja. Mas então chega o episódio em que um verme grande invade a Fenda do Biquini. Eu sempre ria daquele episódio quando o Patrick dizia "devemos ter cuidado para não nos afogarmos Bob Esponja!"(afinal, eles já estão dentro da água) Então, é claro, eu estava esperando essa frase. Eu estava pronta para rir quando notei que algo não estava certo com o episódio. Durante aquela cena em que todos os cidadãos da cidade estão debatendo o que fazer no Siri Cascudo, eu percebi que havia um manequim aleatório jogado no meio da multidão. Mas, em vez de ser um personagem desenhado como o resto dos peixes no desenho, o manequim era realista, err, mais ou menos. Ele não tinha olhos, ouvidos, ou nariz, mas a maioria dos manequins também não. No entanto, ele tinha uma pequena boca.

Eu sei que às vezes tem escondido no Bob Esponja algumas insinuações sexuais, mas um manequim aleatório no meio da multidão não parece ser "normal" no Bob Esponja. Por fim, o episódio tem a minha parte favorita! Mas o episódio ainda não estava certo. Patrick começou a dizer sua frase, mas a frase que ele disse foi perturbadora.

"Devemos afogar o manequim e mandá-lo para o mundo de Karen, Bob Esponja!", ele disse, enquanto olhava diretamente para a tela.

Fiquei com medo. Será que ele realmente só quis dizer um nome aleatório, ou estava falando da minha filha?!

Como o episódio continuou, o peixe da Fenda do Biquini começa a empurrar o manequim para um pequeno lago e a visão muda para a frente da tela, o manequim parece estar afundando para fora da tela. Depois de uns minutos que o desenho fica sem som, o manequim começa a passar através da televisão! O manequim atravessa aos poucos, então cai e bate com força no chão, bem em frente a minha filha, aquilo realmente estava acontecendo, então o manequim se levanta.

Neste ponto, os meus olhos estavão arregalados de medo, mas eu simplesmente não conseguia parar de assistir.

O manequim continuava duro em pé por alguns minuutos, e minha querida filhinha estava dormindo no sofá, sem imaginar o que estava acontecendo em frente a ela.

Finalmente, houve um movimento.O manequim sorriu e pegou Karen nos braços, e, sorrindo, levou minha filha até seu quarto..

Passaram-se alguns minutos, eo manequim fez o seu caminho de volta para baixo e para dentro da sala de estar. Pensei que o manequim voltaria para dentro da televisão ou algo assim, mas eu estava errada. Em vez disso, ele caminhou lentamente para a câmera.

Finalmente, a "cara" do manequim estava ocupando toda a tela no meu computador. Ele me dá o mesmo sorriso que deu é Karen, mas o sorriso muda rapidamente. O sorriso torna-se uma visão aterradora de várias fileiras de dentes afiados e amarelos, começa a aparecer o nariz e os olhos frios que o manequim não parecia ter. Oh meu deus! Ele está entrando através do meu compscrgheeuuiruhregvvoouurhirnijvtteekjdsoijgijppeeggaarrogohreh

Luna Game

Em 3 de Abril de 2011, um jogo foi postado no site “Equestria Diary”, chamado “Luna Game”. Parecia inofensivo, então algumas pessoas acabaram baixando-o. Não demorou muito para essas pessoas descobrirem que não era tão ofensivo assim..

O jogo começa e você controla Princesa Luna (a pônei unicórnio-pegasus). É um jogo de plataforma bem simples, onde você é capaz apenas de se mover e pular com as setas do teclado. Porém, depois de cerca de vinte segundos de jogo, (ou mais alguns segundos, se você estiver parado), a tela de repente corta aleatoriamente para uma das duas imagens: Pinkie Pie, com um olhar estranho (estilo “Zalgo”), ou Apple Bloom, com um olhar macabro e malicioso. Neste ponto, um dos quatro remixes sinistros de músicas do desenho começa a tocar aleatoriamente, com murmúrios e gritos tocando ao fundo. Você então percebe que o jogo não fecha nem com a tecla ESC nem com ALT + F4. O cursor do mouse ficará preso na parte inferior direita da tela, e a janela do jogo ficará sob todas as outras janelas. A única maneira de fechar o jogo, neste momento, é abrindo o Gerenciador de Tarefas (via CTRL + ALT + DEL) e finalizando o processo, navegando para o programa usando as teclas de seta e apertando Enter ou ALT + E. Caso contrário, o jogo fecha automaticamente depois de certo tempo.

Depois de ter “fechado” o jogo, quando as pessoas entram na pasta onde eles haviam salvado o jogo, eles se deparam com uma infinidade de imagens (dependendo da imagem que apareceu para o jogador no final) e arquivos de texto, intitulado "The End is Neigh". O texto dentro dos arquivos também continham somente essa misteriosa frase: “The End is Neigh".

Nas primeiras impressões, os fãs do desenho pensavam que o jogo era uma espécie de forma sádica para espalhar um vírus de computador, sob o disfarce de um “inocente” jogo, mas depois de um tempo (e muitas verificações de vírus), foi confirmado que era apenas uma brincadeira macabra. O jogo em si não modifica nem exclui nenhum dos arquivos do computador do usuário; ele simplesmente salva imagens e documentos de texto. Embora que, quando o usuário baixava o jogo direto em sua área de trabalho, se tornava bastante irritante ter que excluir todas as fotos e documentos de textos geradas em seu computador (A não ser que se o usuário tenha sido esperto o suficiente para salva-lo em sua própria pasta).

Se você quer conhecer o jogo, faça o download >>AQUI

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Os 10 Melhores Assassinos dos Filmes de Terror

Em 10° lugar: A Órfã.

A história do filme é sobre um casal que após a morte de um dos seus filhos no nascimento, resolve adotar uma misteriosa garota de 9 anos.