Se quiser perder todo o rastro da realidade e destruir sua sanidade por completo, simplesmente deve escutar o relógio.
Contudo, permita-me dizer, isto não será fácil. Não é algo com o que você deva brincar. É somente uma forma simples de perder cada rastro de sua mente, lá dentro dos confins... Do seu lugar. Para conseguir, tem que seguir algumas regras...
A primeira deve ser, você estar em um quarto sem janela nenhuma. Pode ser um quarto qualquer, só não deve ter janelas.
A segunda é que, pode começar a qualquer hora do dia, inclusive se decidir começar à noite. Este processo durará 24 horas para ser completo.
Terceira, cancele qualquer compromisso que tenha no dia e desligue o telefone. Você não pode ter nenhuma distração.
Quatro, esteja seguro que seja um dia tranquilo, sem ventos ou trovões.
Por último, para terminar isso, deve colocar no quarto escolhido, um relógio. Esse relógio deve ter um distinto “tic-tac” em cada segundo que vá passando e, como única iluminação do lugar, uma vela.
Uma vez que tenha tudo o que é requisitado, quero que faça uma pergunta a si mesmo , e responda com toda a sinceridade: “Quero realmente fazer isso?” Se a resposta for afirmativa, então espero que Deus, Lucifer o qualquer que seja sua crença, tenham piedade de sua alma, porque eu, só estou aqui para lhe preparar.
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quinta-feira, 11 de julho de 2013
Creepypasta: Espíritos Presos
Algumas religiões acreditam que, quando a pessoa morre de forma abrupta, fica, por um tempo, presa ao local de sua morte, até conseguir libertar-se ir seja lá para onde for. Como, por exemplo, em um acidente de carro, onde a morte é rápida, o espírito da pessoa pode ficar por anos junto ao carro, sem saber o que aconteceu.
Li muito sobre isso, pois o que aconteceu comigo, quando tinha apenas 9 anos, me obrigou a buscar alguma explicação plausível, que não duvidasse de minha sanidade mental (fui em muitos psiquiatras, não tenho problema mental nenhum).
Minha família era pequena, apenas minha mãe, dona-de-casa, meu pai, vendedor ambulante, minha irmã e eu. Nós duas dividíamos a mesma cama de solteiro, mas chegou um ponto que não foi mais possível, eu já tinha 9 anos e ela, 12. Então minha mãe decidiu procurar uma beliche para nosso quarto.
Por sermos muito pobres, a única alternativa era procurarmos em lojas de móveis usados. Encontramos uma beliche que minha mãe conseguiria pagar. Era de madeira, aparentemente muito antiga, e com alguns arranhões.
Um amigo do meu pai foi buscar a cama e logo ela estava em nosso quarto. Vendemos nossa cama antiga e assim pudemos comprar mais um colchão. Eu estava muito feliz, pois nunca ganhava presentes como as outras crianças, e uma cama nova era algo incrível para mim.
Meu pai conseguiu alguns restos de tinta de uma obra perto da nossa casa, e resolvemos pintar a cama para que ficasse mais bonita. Eu, empolgadíssima, insisti para ajudá-lo. Ele deixou que eu pintasse a parte de baixo e ele, a de cima. Deitei na cama de baixo e, entre uma pincelada e outra, percebi que os arranhões que eu tinha visto no dia da compra da cama, na verdade, eram palavras.
Fiquei um pouco assustada com o que dizia ali. Meus pais disseram para eu não sentir medo, pois era coisa dos antigos donos da cama, mas não consegui evitar. Antes de pintar, anotei cada palavra que dizia ali, numa agenda que guardo até hoje. Leia:
"Dormir para morrer."
"A maldição está aqui."
"Fuja"
"Não durma."
"Nunca durma."
"Ele está aqui."
"Ele nunca sairá daqui."
"Ele está em você?"
"Eu dormi e ele está em mim."
Depois disso, não consegui dormir na cama de baixo da beliche. Implorei para minha irmã que deixasse eu dormir na cama de cima e ela concordou. Me arrependo de ter feito esse pedido à ela até hoje.
Naquela noite, antes de dormir, ouvi o último "boa noite" de minha irmã. Eu não fazia ideia do que estava prestes a acontecer, mas mudou minha vida para sempre.
No outro dia, minha irmã acordou perturbada. Ela gritava e dizia que sua garganta e estômago estavam queimando. Minha mãe deu alguns medicamentos à ela, mas não adiantou. Ela urrava de dor e se debatia. A única alternativa foi levá-la correndo para o hospital. Seus últimos 5 dias de vida, foram os 5 dias de internação.
Nenhum medicamento fez efeito. Nenhum tratamento conseguiu curá-la. Seus gritos eram escutados de fora do hospital, mas nenhum calmante fazia com que ela dormisse. Ela arrancou os próprios cabelos com as mãos, fazendo seu couro cabeludo sangrar e rasgou a pele dos braços e pernas com as próprias unhas. Ela foi amarrada na cama. No seu último dia de vida, minha mãe implorou que o médico lhe deixasse levá-la para casa. Ela não aguentava mais ver minha irmã naquele estado e, se ela não se curasse, pelo menos estaria em casa, conosco. O médico, após avisar minha mãe de que minha irmã estava em estado crítico e não viveria muito tempo, liberou-a, e uma ambulância nos levou para casa, com ela. A última visão que tive da minha irmã foi dela deitada na parte de baixo da nossa beliche, com apenas algumas mechas de cabelo, com os braços e pernas em carne viva, olhando fixamente para mim. Por algum motivo, a parte branca de seus olhos estava vermelha, cheia de sangue e seu rosto estava roxo devido às pancadas que levou enquanto se debatia. Ela faleceu, deitada naquela cama, duas horas após chegarmos em casa.
Eu só dormi uma noite naquela cama, pois com todo o acontecido, minha mãe permitiu que eu dormisse junto com ela nas outras noites. Após a morte de minha irmã, ela decidiu vender a cama, pois precisávamos de dinheiro. No dia em que a cama seria levada para uma loja de móveis usados, deitei novamente na parte de baixo da beliche. Qual não foi minha surpresa, ao ver que, por cima da pintura, haviam palavras:
"Ele sempre estará aqui."
"Não durma aqui."
"Prisão."
E, com a letra da minha irmã:
"Eu também estou aqui."
Li muito sobre isso, pois o que aconteceu comigo, quando tinha apenas 9 anos, me obrigou a buscar alguma explicação plausível, que não duvidasse de minha sanidade mental (fui em muitos psiquiatras, não tenho problema mental nenhum).
Minha família era pequena, apenas minha mãe, dona-de-casa, meu pai, vendedor ambulante, minha irmã e eu. Nós duas dividíamos a mesma cama de solteiro, mas chegou um ponto que não foi mais possível, eu já tinha 9 anos e ela, 12. Então minha mãe decidiu procurar uma beliche para nosso quarto.
Por sermos muito pobres, a única alternativa era procurarmos em lojas de móveis usados. Encontramos uma beliche que minha mãe conseguiria pagar. Era de madeira, aparentemente muito antiga, e com alguns arranhões.
Um amigo do meu pai foi buscar a cama e logo ela estava em nosso quarto. Vendemos nossa cama antiga e assim pudemos comprar mais um colchão. Eu estava muito feliz, pois nunca ganhava presentes como as outras crianças, e uma cama nova era algo incrível para mim.
Meu pai conseguiu alguns restos de tinta de uma obra perto da nossa casa, e resolvemos pintar a cama para que ficasse mais bonita. Eu, empolgadíssima, insisti para ajudá-lo. Ele deixou que eu pintasse a parte de baixo e ele, a de cima. Deitei na cama de baixo e, entre uma pincelada e outra, percebi que os arranhões que eu tinha visto no dia da compra da cama, na verdade, eram palavras.
Fiquei um pouco assustada com o que dizia ali. Meus pais disseram para eu não sentir medo, pois era coisa dos antigos donos da cama, mas não consegui evitar. Antes de pintar, anotei cada palavra que dizia ali, numa agenda que guardo até hoje. Leia:
"Dormir para morrer."
"A maldição está aqui."
"Fuja"
"Não durma."
"Nunca durma."
"Ele está aqui."
"Ele nunca sairá daqui."
"Ele está em você?"
"Eu dormi e ele está em mim."
Depois disso, não consegui dormir na cama de baixo da beliche. Implorei para minha irmã que deixasse eu dormir na cama de cima e ela concordou. Me arrependo de ter feito esse pedido à ela até hoje.
Naquela noite, antes de dormir, ouvi o último "boa noite" de minha irmã. Eu não fazia ideia do que estava prestes a acontecer, mas mudou minha vida para sempre.
No outro dia, minha irmã acordou perturbada. Ela gritava e dizia que sua garganta e estômago estavam queimando. Minha mãe deu alguns medicamentos à ela, mas não adiantou. Ela urrava de dor e se debatia. A única alternativa foi levá-la correndo para o hospital. Seus últimos 5 dias de vida, foram os 5 dias de internação.
Nenhum medicamento fez efeito. Nenhum tratamento conseguiu curá-la. Seus gritos eram escutados de fora do hospital, mas nenhum calmante fazia com que ela dormisse. Ela arrancou os próprios cabelos com as mãos, fazendo seu couro cabeludo sangrar e rasgou a pele dos braços e pernas com as próprias unhas. Ela foi amarrada na cama. No seu último dia de vida, minha mãe implorou que o médico lhe deixasse levá-la para casa. Ela não aguentava mais ver minha irmã naquele estado e, se ela não se curasse, pelo menos estaria em casa, conosco. O médico, após avisar minha mãe de que minha irmã estava em estado crítico e não viveria muito tempo, liberou-a, e uma ambulância nos levou para casa, com ela. A última visão que tive da minha irmã foi dela deitada na parte de baixo da nossa beliche, com apenas algumas mechas de cabelo, com os braços e pernas em carne viva, olhando fixamente para mim. Por algum motivo, a parte branca de seus olhos estava vermelha, cheia de sangue e seu rosto estava roxo devido às pancadas que levou enquanto se debatia. Ela faleceu, deitada naquela cama, duas horas após chegarmos em casa.
Eu só dormi uma noite naquela cama, pois com todo o acontecido, minha mãe permitiu que eu dormisse junto com ela nas outras noites. Após a morte de minha irmã, ela decidiu vender a cama, pois precisávamos de dinheiro. No dia em que a cama seria levada para uma loja de móveis usados, deitei novamente na parte de baixo da beliche. Qual não foi minha surpresa, ao ver que, por cima da pintura, haviam palavras:
"Ele sempre estará aqui."
"Não durma aqui."
"Prisão."
E, com a letra da minha irmã:
"Eu também estou aqui."
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Não Leia Isso...
Você precisa confiar em mim. Você deve seguir este aviso sem questioná-lo: Você deve parar de ler isto e ir direto ao último paragrafo. Faça isto sem ler os outros parágrafos e faça isto agora! Por favor... Confie em mim!
O que acontecerá à seguir será inteiramente culpa sua. Você falhou no teste e agora você estará em perigo. Não fui eu quem escreveu isto...
Fizeram-me escrever isto. São meus dedos no teclado e seus olhos nestas palavras, apenas isto. O que quer que aconteça, não afaste o olhar destas palavras. Continue lendo até que eu lhe diga pra fazer o contrário. E quando eu lhe disser o contrário, faça exatamente como eu disser pra fazer. Pois se você não ler isto exatamente como eu disser pra você ler, você morrerá!
Preste atenção... Primeiro, você deverá pular o paragrafo à seguir. O que quer que você faça, jamais leia o paragrafo à seguir. Ignore-o completamente, passando seu olhar diretamente para o parágrafo abaixo dele. Prometa-me, pelo bem daqueles que você ama. Esta é sua única chance de se redimir por não confiar em mim antes. Pule o paragrafo à seguir e faça isto agora!
Se você pulou o parágrafo acima, fez muito bem. Mas seus problemas ainda não acabaram. Por colocar sua confiança em mim em segundo plano, lhe foi dado uma chance de viver. Isto é o que você precisa saber. Estão te vigiando. Estão ouvindo seus pensamentos. Estão esperando você cometer um erro. Quando você o fizer, virão até você. Para ficar vivo, você deverá derramar sangue de alguém que você ama. Apenas uma gota será o suficiente. Coloque esta gosta em sua língua. É o que eles querem. É o que precisam. Estão dentro de você agora e estão aguardando. Se entre acordar e cair no sono você fracassar em engolir uma gota do sangue de um ente querido, você jamais acordará.
Siga este conselho e nunca, nunca volte e leia o parágrafo proibido. Confie em mim!
Se você seguiu meu conselho no primeiro paragrafo, muito bem. Pode parar de ler agora. Mas nunca, nunca seja tentado à voltar e ler os parágrafos que você evitou. Você precisa confiar em mim e, por favor, deseje-me sorte. Estou cansado... Tão cansado que você sequer pode imaginar...
O que acontecerá à seguir será inteiramente culpa sua. Você falhou no teste e agora você estará em perigo. Não fui eu quem escreveu isto...
Fizeram-me escrever isto. São meus dedos no teclado e seus olhos nestas palavras, apenas isto. O que quer que aconteça, não afaste o olhar destas palavras. Continue lendo até que eu lhe diga pra fazer o contrário. E quando eu lhe disser o contrário, faça exatamente como eu disser pra fazer. Pois se você não ler isto exatamente como eu disser pra você ler, você morrerá!
Preste atenção... Primeiro, você deverá pular o paragrafo à seguir. O que quer que você faça, jamais leia o paragrafo à seguir. Ignore-o completamente, passando seu olhar diretamente para o parágrafo abaixo dele. Prometa-me, pelo bem daqueles que você ama. Esta é sua única chance de se redimir por não confiar em mim antes. Pule o paragrafo à seguir e faça isto agora!
Parágrafo Proibido: Você tinha de fazê-lo, não é mesmo? Eles sabiam que você faria. Nada agora fará diferença. Se há alguém que você ame, chame-os. Diga à eles seus sentimentos e como você os amava. Diga coisas que alguém que está prestes à morrer diria. Resolva assuntos inacabados. Faça seus últimos preparativos. Deste momento em diante, você estará vivo apenas enquanto estiver acordado. A próxima vez que você dormir será sua ultima. Eles estão te vigiando. Estão ouvindo seus pensamentos. Esperarão por você. Quando você dormir, virão até você. Você deveria ter confiado em mim...
Se você pulou o parágrafo acima, fez muito bem. Mas seus problemas ainda não acabaram. Por colocar sua confiança em mim em segundo plano, lhe foi dado uma chance de viver. Isto é o que você precisa saber. Estão te vigiando. Estão ouvindo seus pensamentos. Estão esperando você cometer um erro. Quando você o fizer, virão até você. Para ficar vivo, você deverá derramar sangue de alguém que você ama. Apenas uma gota será o suficiente. Coloque esta gosta em sua língua. É o que eles querem. É o que precisam. Estão dentro de você agora e estão aguardando. Se entre acordar e cair no sono você fracassar em engolir uma gota do sangue de um ente querido, você jamais acordará.
Siga este conselho e nunca, nunca volte e leia o parágrafo proibido. Confie em mim!
Se você seguiu meu conselho no primeiro paragrafo, muito bem. Pode parar de ler agora. Mas nunca, nunca seja tentado à voltar e ler os parágrafos que você evitou. Você precisa confiar em mim e, por favor, deseje-me sorte. Estou cansado... Tão cansado que você sequer pode imaginar...
Fonte: Creepypasta Brasil Wikia
terça-feira, 9 de julho de 2013
Peak of Lonlyness
Essa é a história de três jovens: Teles, Sandra e Austin. Eles desapareceram sem deixar rastros há 3 anos, e tudo que a polícia conseguiu encontrar para fins de investigação, foi uma câmera e um gravador. Eles eram donos de um blog, onde postavam vídeos de sua própria autoria. Geralmente, pegavam contos e lendas sobrenaturais e tentavam provar sua veracidade, sempre filmando suas “aventuras”. Austin era o câmera-man, enquanto os outros dois “apresentavam”.
Seu último post no blog, foi sobre a lenda de Peak of Lonlyness, uma cidadezinha, estilo velho oeste, num deserto dos EUA. Diz a lenda que ninguém consegue ficar por mais de sete dias nessa cidade. Os três resolveram que essa seria sua próxima “aventura”. Então, viajaram até lá e levaram seus equipamentos de filmagem e sua van.
Tudo que será descrito a seguir foi encontrado numa câmera de vídeo e em um gravador de áudio. São vários vídeos e áudios.
Seu último post no blog, foi sobre a lenda de Peak of Lonlyness, uma cidadezinha, estilo velho oeste, num deserto dos EUA. Diz a lenda que ninguém consegue ficar por mais de sete dias nessa cidade. Os três resolveram que essa seria sua próxima “aventura”. Então, viajaram até lá e levaram seus equipamentos de filmagem e sua van.
Tudo que será descrito a seguir foi encontrado numa câmera de vídeo e em um gravador de áudio. São vários vídeos e áudios.
Sonhos..
Quando você acorda, você não se lembra do que tinha visto enquanto dormia. Você não se lembra o que ouviu ou qualquer coisa anterior ao seu despertar. Você pode pensar o que esse conjunto agradável de pensamentos na sua cabeça eram, obviamente, pensa queles eram o que você tinha experimentado em seu sono. Seu subconsciente mente para você e faz com que seu sono fosse doce e agradável. Mas como eu disse, é tudo uma mentira.
Você se lembra como foi o seu sonho? Não. Eles não permitem você de se lembrar. Eles querem que você esqueça. Eles fazem você pensar que tudo estava bem. Mas depois de um tempo, a verdade é revelada. Seus belos sonhos morrem e o mundo imaginário desaba. Seu coração desaparece, sua família está morta diante de seus olhos, assim como os amigos que você conheceu durante a vida.
E você percebe que tudo isso nunca existiu. Eles se transformaram em feras grotescas e monstros. Tudo o que resta é acordar. Mas você não pode acordar, não importa o quanto você tente. Corra, mas eles continuam a se aproximar de você. E agora, seu mundo dos sonhos se transforma num inferno pessoal. As feras ainda estão atrás de você, então você olha e percebe o mundo mudar ao seu redor.
Pessoas com máscaras brancas virão cumprimentá-lo. Eles parecem ser a única coisa amigável lá, mas você está errado. Eles vão levá-lo em uma sala escura. Eles lhe fazer perguntas e se não der resposta, então eles farão você responder. Se não for de uma maneira, será de outra. Eles vão fazer você falar. E depois, você estará eliminado, e seu doce mundo, destruído.
Você se lembra como foi o seu sonho? Não. Eles não permitem você de se lembrar. Eles querem que você esqueça. Eles fazem você pensar que tudo estava bem. Mas depois de um tempo, a verdade é revelada. Seus belos sonhos morrem e o mundo imaginário desaba. Seu coração desaparece, sua família está morta diante de seus olhos, assim como os amigos que você conheceu durante a vida.
E você percebe que tudo isso nunca existiu. Eles se transformaram em feras grotescas e monstros. Tudo o que resta é acordar. Mas você não pode acordar, não importa o quanto você tente. Corra, mas eles continuam a se aproximar de você. E agora, seu mundo dos sonhos se transforma num inferno pessoal. As feras ainda estão atrás de você, então você olha e percebe o mundo mudar ao seu redor.
Pessoas com máscaras brancas virão cumprimentá-lo. Eles parecem ser a única coisa amigável lá, mas você está errado. Eles vão levá-lo em uma sala escura. Eles lhe fazer perguntas e se não der resposta, então eles farão você responder. Se não for de uma maneira, será de outra. Eles vão fazer você falar. E depois, você estará eliminado, e seu doce mundo, destruído.
Paradoxo Temporal
Uma menina foi misteriosamente deixada em um orfanato de Cleveland, em 1945. "Jane"cresceu solitária e deprimida, sem saber quem eram seus pais, até que um dia, em 1963, ela é estranhamente atraída por um andarilho. Ela se apaixonou por ele, mas quando as coisas estavam melhorando para Jane, uma série de problemas aconteceu. Primeiro, ela ficou grávida desse homem, que depois desapareceu ao descobrir da gravidez. Em segundo lugar, os médicos descobriram que Jane tinha dois conjuntos de órgãos sexuais e, para salvar sua vida, eles deveriam converter cirurgicamente "ela" para "ele". E finalmente, um estranho misterioso sequestra o bebê da sala de parto.
Sofrendo com esses desastres, rejeitado pela sociedade, desprezados pelo destino "ele" se tornaum bêbado e um vagabundo. Jane não só perdeu seus pais e seu amante, mas perdeu seu único filho. Anos mais tarde, em 1970, ele tropeça em um bar solitário, chamado de Pop Place, econta sua patética história para um dos barmans. O barman simpático oferece ao andarilho a chance de vingar o estranho que a deixou grávida e abandonada, com a condição de que ele se juntar a sua experiência de viagens no tempo. Ambos entram numa máquina do tempo e Jane acaba indo para 1963. O andarilho é estranhamente atraído por uma jovem órfã, que ficagrávida.
O barman avança nove meses, sequestra a menina do hospital, e deixa o bebê em um orfanatode volta em 1945. Em seguida, a bartender encontra o andarilho novamente em 1985, para se alistar no seu experimento de viagens no tempo. O andarilho aceita e se torna um importante membro da sociedade, e, em seguida, se disfarça de garçom e tem de enfrentar sua missãomais difícil: encontrar um certo andarilho no bar Pop Place em 1970.
Sofrendo com esses desastres, rejeitado pela sociedade, desprezados pelo destino "ele" se tornaum bêbado e um vagabundo. Jane não só perdeu seus pais e seu amante, mas perdeu seu único filho. Anos mais tarde, em 1970, ele tropeça em um bar solitário, chamado de Pop Place, econta sua patética história para um dos barmans. O barman simpático oferece ao andarilho a chance de vingar o estranho que a deixou grávida e abandonada, com a condição de que ele se juntar a sua experiência de viagens no tempo. Ambos entram numa máquina do tempo e Jane acaba indo para 1963. O andarilho é estranhamente atraído por uma jovem órfã, que ficagrávida.
O barman avança nove meses, sequestra a menina do hospital, e deixa o bebê em um orfanatode volta em 1945. Em seguida, a bartender encontra o andarilho novamente em 1985, para se alistar no seu experimento de viagens no tempo. O andarilho aceita e se torna um importante membro da sociedade, e, em seguida, se disfarça de garçom e tem de enfrentar sua missãomais difícil: encontrar um certo andarilho no bar Pop Place em 1970.
Viagem ao Inferno
Na pequena cidade canadense de Moncton, New Brunswick, há uma lenda urbana que é contada com freqüência. A história conta que um ônibus preto pode ser visto no meio da noite, nas estradas da cidade. Se esse carro chegar perto de você, você deve entrar. Ao entrar, você vai notar que o ônibus tornou-se um barco, e que você está navegando em águas avermelhadas. O homem na frente irá pedir para você se sentar na parte de trás, e então vai perguntar: "Qual é o local que você mais deseja ir?"
Ao responder, o homem vai levá-lo até lá. No entanto, quando você chegar lá, a água vai ficar mais vermelha, aparecendo sangue e você vai ver imagens terríveis ao seu redor, imagens de dor e sofrimento. Se você gritar, você vai ficar preso neste barco para toda a eternidade.
No entanto, se você ficar quieto, você vai chegar ao seu destino e seus desejos mais profundos serão cumpridos.
Ao responder, o homem vai levá-lo até lá. No entanto, quando você chegar lá, a água vai ficar mais vermelha, aparecendo sangue e você vai ver imagens terríveis ao seu redor, imagens de dor e sofrimento. Se você gritar, você vai ficar preso neste barco para toda a eternidade.
No entanto, se você ficar quieto, você vai chegar ao seu destino e seus desejos mais profundos serão cumpridos.
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