"Estes são filmes que foram encontrados em 10 caixas em uma venda de imóveis. Estava 5 dólares a caixa. As caixas estavam sendo mantidas em um celeiro a cerca de 15 km ao oeste de Austin, Texas. Continha também alguns registros antigos, algumas ferramentas enferrujadas, toneladas de latas de tinta, vários outros pedaços de sucata velha inútil, fora essas caixas. As pessoas que começaram com venda da propriedade não pareciam saber que esses materiais estavam lá. Os filmes variam em formatos que variam de antigos rolos de banco de 35 milímetros para betamax. Vemos também o que parecem ser as mesmas pessoas recorrentes nesses filmes. Muitos dos filmes são danificados, mas nós estamos tentando nosso melhor para reparar e recuperá-los. À medida que explorarmos através da caixas, catalogar e digitalizar mais vídeos e áudio vamos postar mais. Até então, por favor, compartilhe com a gente o que você acha que pode estar acontecendo com essas fitas." - Jack Torrance.
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terça-feira, 21 de abril de 2015
Videos da Deep Web
Os videos a seguir foram supostamente encontrados na Deep Web, veja por sua própria conta e risco:
"Estes são filmes que foram encontrados em 10 caixas em uma venda de imóveis. Estava 5 dólares a caixa. As caixas estavam sendo mantidas em um celeiro a cerca de 15 km ao oeste de Austin, Texas. Continha também alguns registros antigos, algumas ferramentas enferrujadas, toneladas de latas de tinta, vários outros pedaços de sucata velha inútil, fora essas caixas. As pessoas que começaram com venda da propriedade não pareciam saber que esses materiais estavam lá. Os filmes variam em formatos que variam de antigos rolos de banco de 35 milímetros para betamax. Vemos também o que parecem ser as mesmas pessoas recorrentes nesses filmes. Muitos dos filmes são danificados, mas nós estamos tentando nosso melhor para reparar e recuperá-los. À medida que explorarmos através da caixas, catalogar e digitalizar mais vídeos e áudio vamos postar mais. Até então, por favor, compartilhe com a gente o que você acha que pode estar acontecendo com essas fitas." - Jack Torrance.
"Estes são filmes que foram encontrados em 10 caixas em uma venda de imóveis. Estava 5 dólares a caixa. As caixas estavam sendo mantidas em um celeiro a cerca de 15 km ao oeste de Austin, Texas. Continha também alguns registros antigos, algumas ferramentas enferrujadas, toneladas de latas de tinta, vários outros pedaços de sucata velha inútil, fora essas caixas. As pessoas que começaram com venda da propriedade não pareciam saber que esses materiais estavam lá. Os filmes variam em formatos que variam de antigos rolos de banco de 35 milímetros para betamax. Vemos também o que parecem ser as mesmas pessoas recorrentes nesses filmes. Muitos dos filmes são danificados, mas nós estamos tentando nosso melhor para reparar e recuperá-los. À medida que explorarmos através da caixas, catalogar e digitalizar mais vídeos e áudio vamos postar mais. Até então, por favor, compartilhe com a gente o que você acha que pode estar acontecendo com essas fitas." - Jack Torrance.
domingo, 19 de abril de 2015
Blackbirds
Jeremy e Anthony tinham o hábito de caçarem juntos. Como todos os bons amigos no Colorado, subiam as montanhas, localizavam os pássaros, e atiravam.
As montanhas ficavam cobertas por uma branca e gelada camada de neve, mesmo durante o verão.
Porém, naquele dia algo estava errado.
Os pássaros circulavam no céu, em um movimento estranhamente coordenado. Excitado, Anthony sugeriu que se aproximassem do local para atirar nos pássaros, pois os movimentos deles estavam fáceis de prever. No entanto, quando chegaram ao local, viram algo terrível.
Era uma criatura. O corpo dela parecia humanoide, mas suas pernas e braços possuíam ossos que rompiam a pele, tornando-se visíveis. A pele possuía cortes em forma de pássaros, como se fossem tatuagens. O único orifício em seu rosto, era uma boca rasgada, com uma língua esponjosa que pendia para fora. A garganta de Jeremy começou a inchar e suas mãos começaram a suar quando ele liberou um tremendo grito de desespero.
Anthony preparou o rifle e atirou diretamente na testa da coisa, enquanto ela se arrastava na direção deles. BAM! O monstro tinha caído. Eles ficaram em silêncio; um tenso e angustiante silêncio.
Bam! Um pedaço de madeira foi atirado diretamente na cabeça de Anthony. Enquanto observava ao sangue escorrer de sua cabeça, como se fosse a clara saindo de um ovo quebrado, um segundo pedaço de madeira acertou Jeremy nas costas. Enquanto Jeremy caía na inconsciência, ele ouviu um leve bater de pés. Então ele acordou de repente, sendo encarado por uma criança. Era uma criança de aspecto frio, sem cor, incrivelmente desnutrida, com uma bulbosa barriga d’água. Ela estava completamente nua, exceto por algumas partes do corpo cobertas por bandagens feitas de folhas. Seu longo cabelo alaranjado cobria os olhos. Ela grunhia e guinchava ruídos excitados enquanto inclinava-se sobre ele.
Assim que Jeremy estava completamente consciente, ela o atingiu com outro pedaço de madeira. Ele acordou em uma mesa, coberto com uma mistura de restos humanos e animais. Coberta pela mesma mistura orgânica, estava a garotinha. Ela ergueu um afiado pedaço de pedra e começou a cantar “Sing a song of sixpence” e continuou “a pocket full of rye,” enquanto cortava a boca de Jeremy, de lado à lado. Sua língua foi forçada a cair para fora como uma esponja úmida. A garotinha continuou a cantar “Four and twenty black birds” enquanto cortava formas de aves por todo o corpo de Jeremy.
Ela continuou “baked in a pie” enquanto retirava os pequenos pedaços de pele dos cortes e os atirava em um pote. E ela cantou “When the pie was opened, the birds began to sing.” Então os pássaros pretos voaram para o pote e começaram a comer a pele que fora jogada ali. “Wasn't that a dainty dish set before the king” ela cantou enquanto mastigava o resto dos pedaços de pele. “The king was in his counting house, counting out his money” ela cantou enquanto usava a pedra afiada para raspar as pernas de Jeremy. “The queen was in the parlor, eating bread and honey” enquanto raspava o peito de Jeremy. “The maid was in the garden, hanging out the clothes.” Enquanto raspava a cabeça de Jeremy. Finalmente, ela cantou “When down came a blackbird and pecked off her nose.” Enquanto arrancava o nariz de Jeremy, cortava suas orelhas e quebrava seus braços.
Ela o jogou de um pequeno morro, e ele imediatamente correu para a floresta.
Ele viu dois homens e correu para pedir-lhes ajuda.
Um dos homens gritou, enquanto o outro preparava o rifle e...
BAM!
As montanhas ficavam cobertas por uma branca e gelada camada de neve, mesmo durante o verão.
Porém, naquele dia algo estava errado.
Os pássaros circulavam no céu, em um movimento estranhamente coordenado. Excitado, Anthony sugeriu que se aproximassem do local para atirar nos pássaros, pois os movimentos deles estavam fáceis de prever. No entanto, quando chegaram ao local, viram algo terrível.
Era uma criatura. O corpo dela parecia humanoide, mas suas pernas e braços possuíam ossos que rompiam a pele, tornando-se visíveis. A pele possuía cortes em forma de pássaros, como se fossem tatuagens. O único orifício em seu rosto, era uma boca rasgada, com uma língua esponjosa que pendia para fora. A garganta de Jeremy começou a inchar e suas mãos começaram a suar quando ele liberou um tremendo grito de desespero.
Anthony preparou o rifle e atirou diretamente na testa da coisa, enquanto ela se arrastava na direção deles. BAM! O monstro tinha caído. Eles ficaram em silêncio; um tenso e angustiante silêncio.
Bam! Um pedaço de madeira foi atirado diretamente na cabeça de Anthony. Enquanto observava ao sangue escorrer de sua cabeça, como se fosse a clara saindo de um ovo quebrado, um segundo pedaço de madeira acertou Jeremy nas costas. Enquanto Jeremy caía na inconsciência, ele ouviu um leve bater de pés. Então ele acordou de repente, sendo encarado por uma criança. Era uma criança de aspecto frio, sem cor, incrivelmente desnutrida, com uma bulbosa barriga d’água. Ela estava completamente nua, exceto por algumas partes do corpo cobertas por bandagens feitas de folhas. Seu longo cabelo alaranjado cobria os olhos. Ela grunhia e guinchava ruídos excitados enquanto inclinava-se sobre ele.
Assim que Jeremy estava completamente consciente, ela o atingiu com outro pedaço de madeira. Ele acordou em uma mesa, coberto com uma mistura de restos humanos e animais. Coberta pela mesma mistura orgânica, estava a garotinha. Ela ergueu um afiado pedaço de pedra e começou a cantar “Sing a song of sixpence” e continuou “a pocket full of rye,” enquanto cortava a boca de Jeremy, de lado à lado. Sua língua foi forçada a cair para fora como uma esponja úmida. A garotinha continuou a cantar “Four and twenty black birds” enquanto cortava formas de aves por todo o corpo de Jeremy.
Ela continuou “baked in a pie” enquanto retirava os pequenos pedaços de pele dos cortes e os atirava em um pote. E ela cantou “When the pie was opened, the birds began to sing.” Então os pássaros pretos voaram para o pote e começaram a comer a pele que fora jogada ali. “Wasn't that a dainty dish set before the king” ela cantou enquanto mastigava o resto dos pedaços de pele. “The king was in his counting house, counting out his money” ela cantou enquanto usava a pedra afiada para raspar as pernas de Jeremy. “The queen was in the parlor, eating bread and honey” enquanto raspava o peito de Jeremy. “The maid was in the garden, hanging out the clothes.” Enquanto raspava a cabeça de Jeremy. Finalmente, ela cantou “When down came a blackbird and pecked off her nose.” Enquanto arrancava o nariz de Jeremy, cortava suas orelhas e quebrava seus braços.
Ela o jogou de um pequeno morro, e ele imediatamente correu para a floresta.
Ele viu dois homens e correu para pedir-lhes ajuda.
Um dos homens gritou, enquanto o outro preparava o rifle e...
BAM!
A Caixa de Correio
Existe uma caixa de correio em algum lugar da cidade que pode resolver todos os seus problemas.
Em qual cidade? Bem, isso vai depender de quem você perguntar. Pode haver até mesmo mais de uma, quem sabe? De qualquer forma, esta caixa de correio não é mais esvaziada - o serviço de correio se esqueceu completamente dela. Mas ela ainda parece "funcionar". Ela está localizada em algum lugar relativamente improvável, um em que você não pensaria imediatamente sobre. Mandar algo para você mesmo não vai levar à lugar algum. Esta caixa é especial. Escreva uma carta sobre seus problemas para as pessoas que deveriam ser encarregadas de lidar com eles: o seu chefe, a Receita Federal, enfim, tire tudo o que está entalado no fundo do peito. Jogue toda a merda no ventilador livremente.
Você vai ver que os problemas irão se resolver em breve, de formas totalmente inesperadas.
A questão, claro, é que você não terá realmente certeza de que encontrou a caixa de correio certa. E se você não tiver, as coisas, com certeza, ficarão muito piores depois que você enviou a(s) carta(s)...
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Traduzido de www.creepypasta.wikia.com
Adaptado por: Lua Pálida
Em qual cidade? Bem, isso vai depender de quem você perguntar. Pode haver até mesmo mais de uma, quem sabe? De qualquer forma, esta caixa de correio não é mais esvaziada - o serviço de correio se esqueceu completamente dela. Mas ela ainda parece "funcionar". Ela está localizada em algum lugar relativamente improvável, um em que você não pensaria imediatamente sobre. Mandar algo para você mesmo não vai levar à lugar algum. Esta caixa é especial. Escreva uma carta sobre seus problemas para as pessoas que deveriam ser encarregadas de lidar com eles: o seu chefe, a Receita Federal, enfim, tire tudo o que está entalado no fundo do peito. Jogue toda a merda no ventilador livremente.
Você vai ver que os problemas irão se resolver em breve, de formas totalmente inesperadas.
A questão, claro, é que você não terá realmente certeza de que encontrou a caixa de correio certa. E se você não tiver, as coisas, com certeza, ficarão muito piores depois que você enviou a(s) carta(s)...
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Traduzido de www.creepypasta.wikia.com
Adaptado por: Lua Pálida
Câmeras de Pedra
A oeste da Nova Inglaterra e leste das florestas de Nova York, existem milhares de enigmáticas construções conhecidas como Câmaras de Pedra. Atraindo pouca atenção dos estudiosos, essas onipresentes estruturas parecem fazer parte da paisagem por pelo menos desde as primeiras presenças humanas na região. Apesar de apontadas pelos historiadores locais como armazéns feitos por antigos colonizadores, nunca houve qualquer evidência que aponte quem realmente as construiu, quando e por qual motivo.
Nenhuma tribo americana anunciou-se como proprietários das construções, e nenhum dado existe para comprovar qualquer especulação feita por pesquisadores que tentam comprovar suas origens. Sem artefatos, rabiscos, sem sinal de habitação, nada além de uma construção uniforme e a precisão denuncia a sua natureza artificial.
Uma pequena quantidade de lendas e curiosidades se espalharam sobre as construções em uma tentativa de preencher o vácuo de informações convincentes:
Em Maio de 1988, Frank Muelin e seu filho passaram um final de semana pescando e acampando em Fahnestock State, NY. Na segunda noite de acampamento, os dois decidiram montar a barraca próximo a uma das construções.
Quando o Sr. Muelin acordou na manhã seguinte, seu filho, Terrance, havia desaparecido. Ele passou horas o procurando sozinho antes de finalmente contatar as autoridades. Nenhum sinal do garoto foi encontrado na área.
A única evidência descoberta deixou a polícia local desconcertada. Dentro da câmara havia uma trilha de pegadas pertencentes ao filho do Sr. Muelin. Porém, parecia que o garoto havia entrado até a metade da câmara, pois as pegadas acabavam de repente.
O que perturbou os investigadores não foi apenas o fato das pegadas não retornarem para fora da câmara, mas as grandes marcas não identificadas que ligavam o fundo da câmara para as últimas pegadas de Terrance. Uma das marcas cobria completamente o último passo do garoto. As estranhas “pegadas” nunca foram identificadas e nenhuma explicação convincente foi dada para elas. Terrance Muelin continua desaparecido.
Muitas cidades tornaram como ato ilegal a destruição ou modificação dessas câmaras. Essas leis nunca pareceram simples medidas de preservação histórica. Muitas foram mencionadas em livros, geralmente explicando que tais leis garantiam a segurança da população contra os “perigos de fora”.
Muitas pessoas já reportaram vertigem e desorientação ao passar um longo período dentro das câmaras. Alguns dizem sentir “olhos os observando” quando se afastavam da entrada.
Uma lenda originária da região próxima ao Lago Champlain, conta sobre uma mulher que usou uma das construções dentro de sua propriedade como depósito de comidas enlatadas. Em uma manhã de verão, quando ela saiu para pegar uma lata de geleia, percebeu que não conseguia sair da câmara onde havia entrado. Alguma força invisível bloqueava o seu caminho. Ela entrou em pânico e desmaiou. Quando ela acordou, percebeu que já poderia sair. Lá fora, a neve cobria o solo e sua casa havia desaparecido. E as árvores pareciam mais longas que o normal.
Quando ela desceu por um caminho arborizado, onde deveria estar a sua rua, ela viu dúzias de câmaras de pedra alinhadas no caminho. De dentro delas vinham terríveis sons de rangidos. Assustada, ela correu de volta para a câmara onde havia acordado e ficou encolhida em um canto, até desmaiar de exaustão. Ela foi encontrada pelo marido após um longo tempo. Ela perguntou por quanto tempo esteve desaparecida. Ele explicou, aliviado e confuso, que ela esteve desaparecida por dois anos, e ele planejava destruir a câmara, pois ela o lembrava de seu desaparecimento.
Nenhuma cópia do único texto sério já escrito sobre as câmaras, “Uma Análise das Câmaras de Pedra da Nova Inglaterra”, existe hoje. Apenas menções em algumas matérias históricas e uma única página em um jornal de Massachusetts foi tudo o que sobrou. Escrito por um autor anônimo em 1919, o texto “Uma Análise das Câmaras de Pedra da Nova Inglaterra” descrevia propriedades matemáticas e físicas expressas na arquitetura das câmaras, relacionadas ao “Éter”.
O final do texto, indica que as câmaras servem como “condutores” para a “energia éter” e poderiam ser utilizadas para ver “o outro lado”. Aparentemente esta foi a razão pela imagem negativa que os meios acadêmicos atribuíram ao texto, já que na época as teorias de Einstein é que estava na populares.
A palavra “retorno” é sempre associada ás câmaras, embora a origem dessa associação seja desconhecida.
Apesar das estranhas histórias acerca das Câmaras de Pedra, aqueles que vivem próximos a elas por gerações, parecem ignora-las. Quando perguntados sobre as câmaras, os locais sempre desmentiram as histórias, tratando-as como superstições sem sentido.
Porém, será sempre difícil encontrar alguém disposto a passar uma noite dentro de uma dessas câmaras.
Nenhuma tribo americana anunciou-se como proprietários das construções, e nenhum dado existe para comprovar qualquer especulação feita por pesquisadores que tentam comprovar suas origens. Sem artefatos, rabiscos, sem sinal de habitação, nada além de uma construção uniforme e a precisão denuncia a sua natureza artificial.
Uma pequena quantidade de lendas e curiosidades se espalharam sobre as construções em uma tentativa de preencher o vácuo de informações convincentes:
Em Maio de 1988, Frank Muelin e seu filho passaram um final de semana pescando e acampando em Fahnestock State, NY. Na segunda noite de acampamento, os dois decidiram montar a barraca próximo a uma das construções.
Quando o Sr. Muelin acordou na manhã seguinte, seu filho, Terrance, havia desaparecido. Ele passou horas o procurando sozinho antes de finalmente contatar as autoridades. Nenhum sinal do garoto foi encontrado na área.
A única evidência descoberta deixou a polícia local desconcertada. Dentro da câmara havia uma trilha de pegadas pertencentes ao filho do Sr. Muelin. Porém, parecia que o garoto havia entrado até a metade da câmara, pois as pegadas acabavam de repente.
O que perturbou os investigadores não foi apenas o fato das pegadas não retornarem para fora da câmara, mas as grandes marcas não identificadas que ligavam o fundo da câmara para as últimas pegadas de Terrance. Uma das marcas cobria completamente o último passo do garoto. As estranhas “pegadas” nunca foram identificadas e nenhuma explicação convincente foi dada para elas. Terrance Muelin continua desaparecido.
Muitas cidades tornaram como ato ilegal a destruição ou modificação dessas câmaras. Essas leis nunca pareceram simples medidas de preservação histórica. Muitas foram mencionadas em livros, geralmente explicando que tais leis garantiam a segurança da população contra os “perigos de fora”.
Muitas pessoas já reportaram vertigem e desorientação ao passar um longo período dentro das câmaras. Alguns dizem sentir “olhos os observando” quando se afastavam da entrada.
Uma lenda originária da região próxima ao Lago Champlain, conta sobre uma mulher que usou uma das construções dentro de sua propriedade como depósito de comidas enlatadas. Em uma manhã de verão, quando ela saiu para pegar uma lata de geleia, percebeu que não conseguia sair da câmara onde havia entrado. Alguma força invisível bloqueava o seu caminho. Ela entrou em pânico e desmaiou. Quando ela acordou, percebeu que já poderia sair. Lá fora, a neve cobria o solo e sua casa havia desaparecido. E as árvores pareciam mais longas que o normal.
Quando ela desceu por um caminho arborizado, onde deveria estar a sua rua, ela viu dúzias de câmaras de pedra alinhadas no caminho. De dentro delas vinham terríveis sons de rangidos. Assustada, ela correu de volta para a câmara onde havia acordado e ficou encolhida em um canto, até desmaiar de exaustão. Ela foi encontrada pelo marido após um longo tempo. Ela perguntou por quanto tempo esteve desaparecida. Ele explicou, aliviado e confuso, que ela esteve desaparecida por dois anos, e ele planejava destruir a câmara, pois ela o lembrava de seu desaparecimento.
Nenhuma cópia do único texto sério já escrito sobre as câmaras, “Uma Análise das Câmaras de Pedra da Nova Inglaterra”, existe hoje. Apenas menções em algumas matérias históricas e uma única página em um jornal de Massachusetts foi tudo o que sobrou. Escrito por um autor anônimo em 1919, o texto “Uma Análise das Câmaras de Pedra da Nova Inglaterra” descrevia propriedades matemáticas e físicas expressas na arquitetura das câmaras, relacionadas ao “Éter”.
O final do texto, indica que as câmaras servem como “condutores” para a “energia éter” e poderiam ser utilizadas para ver “o outro lado”. Aparentemente esta foi a razão pela imagem negativa que os meios acadêmicos atribuíram ao texto, já que na época as teorias de Einstein é que estava na populares.
A palavra “retorno” é sempre associada ás câmaras, embora a origem dessa associação seja desconhecida.
Apesar das estranhas histórias acerca das Câmaras de Pedra, aqueles que vivem próximos a elas por gerações, parecem ignora-las. Quando perguntados sobre as câmaras, os locais sempre desmentiram as histórias, tratando-as como superstições sem sentido.
Porém, será sempre difícil encontrar alguém disposto a passar uma noite dentro de uma dessas câmaras.
Fonte: Creepypasta Brasil
terça-feira, 14 de abril de 2015
Experimento Macabro
Gás Mostarda e Lewisite
Como a pesquisa de arma biológica se intensificou na década de 1940, as autoridades também começaram a testar suas repercussões e defesas no próprio Exército.
A fim de testar a eficácia de várias armas biológicas, funcionários eram conhecidos por terem pulverizado gás mostarda e outros produtos químicos, arruinando pulmões e queimando a pele, sobre os soldados sem o seu consentimento ou conhecimento do experimento acontecendo com eles.
Eles também testaram a eficácia das máscaras de gás e roupas de proteção por soldados travando em uma câmara de gás e expondo-os a gás mostarda e Lewisite (verá logo abaixo sobre), evocando a imagem da câmara de gás da Alemanha nazista.
Efeitos do Lewisite
Lewisite é um gás que pode facilmente penetrar na roupa e até mesmo em borracha.
Em contato com a pele, o gás imediatamente provoca dor extrema, coceira, inchaço e até mesmo uma erupção cutânea. Grandes vesículas cheias de líquido se desenvolvem 12 horas após a exposição, sob a forma de queimaduras químicas graves. E isso é apenas em contato com a pele.
A inalação do gás provoca uma dor em queimação nos pulmões, espirros, vômitos e edema pulmonar.
Efeitos do Gás Mostarda
Assintomático até cerca de 24 horas após a exposição, ele tem propriedades mutagênicas e carcinogênicas que mataram muitos submetidos a ele.
Os seus efeitos primários incluem queimaduras graves que se transformam em um fluído amarelo. Embora com tratamento, queimaduras de gás mostarda curam muito, muito lentamente e são extremamente dolorosas.
As queimaduras que deixam o gás na pele são às vezes irreparáveis.
Há também rumores de que, juntamente com os soldados, os doentes em hospitais estavam sendo usados como cobaias para experiências médicas envolvendo produtos químicos, mas que todas as experiências foram alteradas e passaram a ser chamadas de “observações” para afastar suspeitas.
Fonte: Mini Lua
TOC
Eu tenho transtorno obsessivo-compulsivo. Eu não sou um germefóbico ou um daqueles caras que fica verificando várias e várias vezes se uma porta está trancada ou não; é que eu realmente odeio números ímpares. É difícil de explicar - eu só não me sinto bem, como se algo me dissesse que devo corrigir isso. Se vejo um sapato no chão, tenho que encontrar o outro antes que a ansiedade se torne insuportável. Eu sempre compro alimentos em pares. Eu tenho dois carros, mesmo que só use um.
Fiquei tão feliz quando minhas filhas nasceram e eu descobri que eram gêmeas idênticas. Elas foram como uma luz na minha vida, e por algum tempo consegui manter o meu TOC sob controle. É incrível como o amor pelas crianças que você criou pode mudar a sua maneira de pensar nas coisas. Que bobo eu era quando pensava que algo tão arbitrário quanto números ímpares poderiam me governar.
Graças a Deus pelo milagre da vida.
...
Quando a minha filha Sally adoeceu, abatida por uma pneumonia, entrei em profunda depressão. Eu aos poucos fui obrigado a assistir enquanto a minha doce filhinha perdia seu vigor e energia. Me sentei na cadeira ao lado de sua cama enquanto a enfermeira vinha e colocava um lençol sobre o seu rosto.
Olhando para o lençol deixado sobre o rosto de minha filha, minha perna começou a tremer.
Um suor frio começou a descer em minha testa.
Eu odeio números ímpares.
E agora, o que eu faço com a outra?
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Traduzido de www.chillingtalesfordarknights.com
Fiquei tão feliz quando minhas filhas nasceram e eu descobri que eram gêmeas idênticas. Elas foram como uma luz na minha vida, e por algum tempo consegui manter o meu TOC sob controle. É incrível como o amor pelas crianças que você criou pode mudar a sua maneira de pensar nas coisas. Que bobo eu era quando pensava que algo tão arbitrário quanto números ímpares poderiam me governar.
Graças a Deus pelo milagre da vida.
...
Quando a minha filha Sally adoeceu, abatida por uma pneumonia, entrei em profunda depressão. Eu aos poucos fui obrigado a assistir enquanto a minha doce filhinha perdia seu vigor e energia. Me sentei na cadeira ao lado de sua cama enquanto a enfermeira vinha e colocava um lençol sobre o seu rosto.
Olhando para o lençol deixado sobre o rosto de minha filha, minha perna começou a tremer.
Um suor frio começou a descer em minha testa.
Eu odeio números ímpares.
E agora, o que eu faço com a outra?
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Traduzido de www.chillingtalesfordarknights.com
Eu vou apagar a minha conta no Youtube
Meu nome é Chloe. Eu sou uma estudante universitária de 22 anos, moro em Minneapolis e sou uma confessa viciada em internet. Eu mantenho um canal no Youtube que atualizo todos os meses com paródias de programas de TV e outros vídeos ocasionais em que me dirijo aos meus telespectadores diretamente. Ultimamente, no entanto, algo verdadeiramente bizarro aconteceu com o meu canal.
Tudo começou de manhã, depois que eu enviei um vídeo novo para o meu canal. Era nada mais do que um simples e sincero agradecimento aos meus seguidores por terem me ajudado a alcançar a marca de 100.000 inscritos, juntamente com uma série de montagens de mim mesma fazendo coisas bobas que meus fãs haviam sugerido nos comentários. Mas eu fui surpreendida quando fui checar quantas visualizações o vídeo tinha, descobrindo que ele tinha mais "deslikes" do que "likes". Eu sempre me dediquei aos meus vídeos e meus seguidores sempre foram ferozmente leais, então eu não conseguia entender como um vídeo feito especialmente para eles poderia ter sido recebido dessa maneira. Vendo os comentários, notei dezenas de frases como "Eu não entendi" e "Que droga é essa?". Quando eu finalmente decidi ir ver o vídeo, percebi que não era o que eu havia upado na noite passada.
O vídeo que eu havia enviado para o Youtube tinha cerca de cinco minutos de duração e tinha o título "OBRIGADO!". O vídeo que estava sendo reproduzido na minha tela tinha dezesseis minutos de duração e seu título era apenas um timestamp. Voltei para a página anterior e vi que o vídeo estava realmente no meu canal. Curiosa para ver o que havia nele, eu cliquei no botão de iniciar e comecei a assistir. Ele mostrava uma garota ocupada digitando em um computador: eu. Nada acontecia durante todo o vídeo, e ele terminava de forma abrupta e sem qualquer explicação. Acho que eu devo ter deixado a minha câmera ligada enquanto eu estava editando o "OBRIGADO!", e de alguma forma acabei enviando este estranho rascunho. Depois de postar um comentário pedindo desculpas pelo meu "erro", eu peguei meus livros e fui para a escola. Eu queria ter apagado aquele vídeo antes se tivesse tempo.
Quando cheguei em casa, passei as próximas horas terminando a minha lição e arrumando o meu quarto. Eu comi uma "ceia" rápida composta com algumas coisas aleatórias que peguei na geladeira, e em seguida, acessei o canal. Eu olhei com frustração para a tela quando descobri que um outro vídeo indesejado havia sido enviado. Este tinha um pouco mais de três horas de duração. Ele começava comigo deitada no chão, folheando um livro, enquanto fazia minhas atividades. Mais tarde, ele me mostrava andando em volta do meu quarto, reorganizando minha estante e arrumando as roupas que havia usado ontem. Perto do final, eu saía da sala, provavelmente para ir até a cozinha e comer.
Eu não fazia ideia do que estava acontecendo com meu computador. Eu não tinha sequer tocado nele desde de manhã. Eu tinha que fazer alguma coisa com a câmera, ou seria só uma questão de tempo até que um vídeo meu trocando de roupa ou me secando depois do banho fosse postado. Investiguei por entre as entranhas do meu laptop, tentando encontrar o código canceroso responsável por estas filmagens acidentais. Devo ter passado por todos os programas e arquivos umas três vezes, mas tudo parecia estar normal. Eu desisti lá pela meia-noite. Eu ia ter aula às 8:30, de manhã, e precisava dormir. Coloquei uma folha de papel na frente da câmera para que, mesmo se outro vídeo fosse enviado, ninguém iria ver nada que eu não quisesse. Exausta, eu apaguei as luzes e fui dormir.
Eu chequei meu canal antes de ir para a escola na manhã seguinte. Por algum motivo, as atividades nele estavam literalmente bombando. Toda vez que eu clicava no botão de atualizar, o mais recente - e não enviado por mim - vídeo do meu canal parecia receber uma centena de novas visualizações. Mas como um vídeo de seis horas, com uma miniatura totalmente preta, e contando com apenas um timestamp como título, poderia ter ficado tão popular? Comecei a assistir o vídeo, mas nada parecia estar acontecendo. Decidi dar uma olhada nos comentários para encontrar alguma explicação:
"Por que você postou isso?"
"O que fez com os vídeos? Isso é algum tipo de brincadeira?"
"Eu não consigo ver o que está acontecendo..."
(Resposta) "Você viu?"
(Resposta) "Viu o quê?"
(Resposta) "30:18. Olha bem de perto."
Eu saltei para a meia hora do vídeo e olhei fixamente para a tela. Parecia que algo estava se movendo. Era um movimento pouco visível e durou apenas alguns segundos, mas quando parou, eu reconheci os contornos na escuridão. Era o meu quarto, e o "movimento" era eu, me mexendo enquanto dormia. Como a câmera poderia ter captado aquilo? Quando a Chloe no vídeo se mexeu de novo, eu gelei.
O ângulo da câmera deste vídeo era diferente dos outros.
Minha cama não podia ser captada pela câmera.
Aquele vídeo havia sido gravado pela janela do meu quarto.
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Traduzido de www.creepypasta.com
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