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sábado, 25 de abril de 2015

Milhares

Você vai para a cama ás nove. Interessante, é um pouco cedo, mas você não parece se importar. Você se mexe por alguns minutos, antes de perceber...

Alguém está te observando, você tem certeza disso, e mesmo depois de olhar ao redor e não encontrar nada, você ainda sente medo.

Mas você continua deitado, encarando o quarto, e algum tempo depois, fecha os olhos na tentativa de dormir.

Não consegue.

Você ainda pode sentir algo encarando você.

Você puxa a coberta até a cabeça e o sentimento passa, então, você relaxa e fecha os olhos novamente, mas assim que seus olhos se fecham o sentimento retorna; você sente medo de mover a coberta e finalmente encontrar o que teme.

Você está muito assustado, mas mesmo assim remove a coberta, e enquanto você o faz, seu coração começa a acelerar. Você olha ao redor do quarto, encontrando nada novamente.

O sentimento some de vez, e você mesmo se critica por estar agindo como uma criança boba, e então, depois de um momento você vira para a parede e dorme rapidamente.

Mas deixe-me perguntar uma coisa: Você sabe quantos lugares poderiam ser feitos de esconderijo no seu quarto?

Eu sei. Milhares.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Suposto Fantasma Aparece em Foto

O pai dessa garotinha tirou essa foto dela em uma praia no Japão, e depois quando olhou a foto percebeu que atrás dela tinha duas pernas, ou seja, alguém em pé atrás dela, mas não da pra ver ninguém na foto além desses pés e da menina.

Ele disse que um amigo tirou outras fotos, no mesmo lugar, mas não aparece nada atrás dela, e não tinha ninguém lá além deles... vai entender.







terça-feira, 21 de abril de 2015

8 Relatos de Viagens para Universos Paralelos

Desde 1954 quando Hugh Everett III defendeu sua tese a respeito da idéia de universos paralelos, intitulada “Teoria dos Muitos Mundos” , muitas mentes tem estudado o tema. De cientistas à blogueiros, todo mundo fala muito mas a realidade é que todos nós ainda entendemos pouco sobre o assunto.

Contudo, um fato interessante é que a História, muito mesmo antes de Everett ter explicado como funciona essa ideia bizarra, já apresentava uma grande quantidade de relatos de seres humanos que experimentaram algum tipo de viagem interdimensional.

Esse post traz relatos a respeito do tema, pessoas que dizem que atravessaram nossa membrana universal e foram parar em algum lugar além!

Confira:

8. O Viajante de Taured


Em um dia aparentemente normal, em 1954, um homem supostamente voou para Tóquio, mas após o desembarque no Aeroporto Internacional de Tóquio, a viagem “comum” tinha tomado um rumo muito estranho.

Quando ele entregou o seu passaporte para ser carimbado, o homem foi imediatamente interrogado sobre suas origens. Não, não era um caso de discriminação: enquanto seu passaporte parecia autêntico, enumerou um país que ninguém nunca tinha ouvido falar chamado “Taured”.

O homem misterioso alegou que seu país estava localizado entre a França e a Espanha, mas quando ele foi convidado a indicá-lo em um mapa, apontou para o Principado de Andorra. Insistindo que ele nunca tinha ouvido falar de Andorra e que Taured já existia há 1000 anos, ele afirmou que estava no Japão à negócios, algo que ele vinha fazendo nos últimos cinco anos! Seu passaporte mostrava isso: coberto de visto e selos de visitas anteriores (embora os selos não eram exatamente os mesmos que os japoneses tinham, porém com notável semelhança). Ele até tinha uma carteira de motorista emitida pelo país misterioso e um talão de cheques contendo cheques de um banco desconhecido.

Depois de mais de interrogatório e confusão para ambas as partes, o viajante foi enviado para um hotel nas proximidades até que uma decisão oficial ser emitida. Lá ficou acompanhado com a guarda de dois oficiais de imigração do lado de fora da porta do hotel até a manhã seguinte. Foi então que eles descobriram que o homem misterioso tinha desaparecido sem deixar rasto, sendo que a única saída possível era uma janela sem borda, no décimo quinto andar … e que permanecia fechada!

O departamento de polícia de Tóquio realizou uma extensa pesquisa, mas continuaram de mãos vazias. É, uma hora dessas, Taured deve ter mais um louco que fala sobre um tal de Principado de Andorras que “não existe”!

Videos da Deep Web

Os videos a seguir foram supostamente encontrados na Deep Web, veja por sua própria conta e risco:


"Estes são filmes que foram encontrados em 10 caixas em uma venda de imóveis. Estava 5 dólares a caixa. As caixas estavam sendo mantidas em um celeiro a cerca de 15 km ao oeste de Austin, Texas. Continha também alguns registros antigos, algumas ferramentas enferrujadas, toneladas de latas de tinta, vários outros pedaços de sucata velha inútil, fora essas caixas. As pessoas que começaram com venda da propriedade não pareciam saber que esses materiais estavam lá. Os filmes variam em formatos que variam de antigos rolos de banco de 35 milímetros para betamax. Vemos também o que parecem ser as mesmas pessoas recorrentes nesses filmes. Muitos dos filmes são danificados, mas nós estamos tentando nosso melhor para reparar e recuperá-los. À medida que explorarmos através da caixas, catalogar e digitalizar mais vídeos e áudio vamos postar mais. Até então, por favor, compartilhe com a gente o que você acha que pode estar acontecendo com essas fitas." - Jack Torrance.




domingo, 19 de abril de 2015

Blackbirds

Jeremy e Anthony tinham o hábito de caçarem juntos. Como todos os bons amigos no Colorado, subiam as montanhas, localizavam os pássaros, e atiravam.

As montanhas ficavam cobertas por uma branca e gelada camada de neve, mesmo durante o verão.

Porém, naquele dia algo estava errado.

Os pássaros circulavam no céu, em um movimento estranhamente coordenado. Excitado, Anthony sugeriu que se aproximassem do local para atirar nos pássaros, pois os movimentos deles estavam fáceis de prever. No entanto, quando chegaram ao local, viram algo terrível.

Era uma criatura. O corpo dela parecia humanoide, mas suas pernas e braços possuíam ossos que rompiam a pele, tornando-se visíveis. A pele possuía cortes em forma de pássaros, como se fossem tatuagens. O único orifício em seu rosto, era uma boca rasgada, com uma língua esponjosa que pendia para fora. A garganta de Jeremy começou a inchar e suas mãos começaram a suar quando ele liberou um tremendo grito de desespero.

Anthony preparou o rifle e atirou diretamente na testa da coisa, enquanto ela se arrastava na direção deles. BAM! O monstro tinha caído. Eles ficaram em silêncio; um tenso e angustiante silêncio.

Bam! Um pedaço de madeira foi atirado diretamente na cabeça de Anthony. Enquanto observava ao sangue escorrer de sua cabeça, como se fosse a clara saindo de um ovo quebrado, um segundo pedaço de madeira acertou Jeremy nas costas. Enquanto Jeremy caía na inconsciência, ele ouviu um leve bater de pés. Então ele acordou de repente, sendo encarado por uma criança. Era uma criança de aspecto frio, sem cor, incrivelmente desnutrida, com uma bulbosa barriga d’água. Ela estava completamente nua, exceto por algumas partes do corpo cobertas por bandagens feitas de folhas. Seu longo cabelo alaranjado cobria os olhos. Ela grunhia e guinchava ruídos excitados enquanto inclinava-se sobre ele.

Assim que Jeremy estava completamente consciente, ela o atingiu com outro pedaço de madeira. Ele acordou em uma mesa, coberto com uma mistura de restos humanos e animais. Coberta pela mesma mistura orgânica, estava a garotinha. Ela ergueu um afiado pedaço de pedra e começou a cantar “Sing a song of sixpence” e continuou “a pocket full of rye,” enquanto cortava a boca de Jeremy, de lado à lado. Sua língua foi forçada a cair para fora como uma esponja úmida. A garotinha continuou a cantar “Four and twenty black birds” enquanto cortava formas de aves por todo o corpo de Jeremy.

Ela continuou “baked in a pie” enquanto retirava os pequenos pedaços de pele dos cortes e os atirava em um pote. E ela cantou “When the pie was opened, the birds began to sing.” Então os pássaros pretos voaram para o pote e começaram a comer a pele que fora jogada ali. “Wasn't that a dainty dish set before the king” ela cantou enquanto mastigava o resto dos pedaços de pele. “The king was in his counting house, counting out his money” ela cantou enquanto usava a pedra afiada para raspar as pernas de Jeremy. “The queen was in the parlor, eating bread and honey” enquanto raspava o peito de Jeremy. “The maid was in the garden, hanging out the clothes.” Enquanto raspava a cabeça de Jeremy. Finalmente, ela cantou “When down came a blackbird and pecked off her nose.” Enquanto arrancava o nariz de Jeremy, cortava suas orelhas e quebrava seus braços.

Ela o jogou de um pequeno morro, e ele imediatamente correu para a floresta.

Ele viu dois homens e correu para pedir-lhes ajuda.

Um dos homens gritou, enquanto o outro preparava o rifle e...

BAM!

A Caixa de Correio

Existe uma caixa de correio em algum lugar da cidade que pode resolver todos os seus problemas.

Em qual cidade? Bem, isso vai depender de quem você perguntar. Pode haver até mesmo mais de uma, quem sabe? De qualquer forma, esta caixa de correio não é mais esvaziada - o serviço de correio se esqueceu completamente dela. Mas ela ainda parece "funcionar". Ela está localizada em algum lugar relativamente improvável, um em que você não pensaria imediatamente sobre. Mandar algo para você mesmo não vai levar à lugar algum. Esta caixa é especial. Escreva uma carta sobre seus problemas para as pessoas que deveriam ser encarregadas de lidar com eles: o seu chefe, a Receita Federal, enfim, tire tudo o que está entalado no fundo do peito. Jogue toda a merda no ventilador livremente.

Você vai ver que os problemas irão se resolver em breve, de formas totalmente inesperadas.

A questão, claro, é que você não terá realmente certeza de que encontrou a caixa de correio certa. E se você não tiver, as coisas, com certeza, ficarão muito piores depois que você enviou a(s) carta(s)...

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Traduzido de www.creepypasta.wikia.com
Adaptado por: Lua Pálida

Câmeras de Pedra

A oeste da Nova Inglaterra e leste das florestas de Nova York, existem milhares de enigmáticas construções conhecidas como Câmaras de Pedra. Atraindo pouca atenção dos estudiosos, essas onipresentes estruturas parecem fazer parte da paisagem por pelo menos desde as primeiras presenças humanas na região. Apesar de apontadas pelos historiadores locais como armazéns feitos por antigos colonizadores, nunca houve qualquer evidência que aponte quem realmente as construiu, quando e por qual motivo.

Nenhuma tribo americana anunciou-se como proprietários das construções, e nenhum dado existe para comprovar qualquer especulação feita por pesquisadores que tentam comprovar suas origens. Sem artefatos, rabiscos, sem sinal de habitação, nada além de uma construção uniforme e a precisão denuncia a sua natureza artificial.

Uma pequena quantidade de lendas e curiosidades se espalharam sobre as construções em uma tentativa de preencher o vácuo de informações convincentes:


Em Maio de 1988, Frank Muelin e seu filho passaram um final de semana pescando e acampando em Fahnestock State, NY. Na segunda noite de acampamento, os dois decidiram montar a barraca próximo a uma das construções.

Quando o Sr. Muelin acordou na manhã seguinte, seu filho, Terrance, havia desaparecido. Ele passou horas o procurando sozinho antes de finalmente contatar as autoridades. Nenhum sinal do garoto foi encontrado na área.

A única evidência descoberta deixou a polícia local desconcertada. Dentro da câmara havia uma trilha de pegadas pertencentes ao filho do Sr. Muelin. Porém, parecia que o garoto havia entrado até a metade da câmara, pois as pegadas acabavam de repente.

O que perturbou os investigadores não foi apenas o fato das pegadas não retornarem para fora da câmara, mas as grandes marcas não identificadas que ligavam o fundo da câmara para as últimas pegadas de Terrance. Uma das marcas cobria completamente o último passo do garoto. As estranhas “pegadas” nunca foram identificadas e nenhuma explicação convincente foi dada para elas. Terrance Muelin continua desaparecido.


Muitas cidades tornaram como ato ilegal a destruição ou modificação dessas câmaras. Essas leis nunca pareceram simples medidas de preservação histórica. Muitas foram mencionadas em livros, geralmente explicando que tais leis garantiam a segurança da população contra os “perigos de fora”.


Muitas pessoas já reportaram vertigem e desorientação ao passar um longo período dentro das câmaras. Alguns dizem sentir “olhos os observando” quando se afastavam da entrada.


Uma lenda originária da região próxima ao Lago Champlain, conta sobre uma mulher que usou uma das construções dentro de sua propriedade como depósito de comidas enlatadas. Em uma manhã de verão, quando ela saiu para pegar uma lata de geleia, percebeu que não conseguia sair da câmara onde havia entrado. Alguma força invisível bloqueava o seu caminho. Ela entrou em pânico e desmaiou. Quando ela acordou, percebeu que já poderia sair. Lá fora, a neve cobria o solo e sua casa havia desaparecido. E as árvores pareciam mais longas que o normal.

Quando ela desceu por um caminho arborizado, onde deveria estar a sua rua, ela viu dúzias de câmaras de pedra alinhadas no caminho. De dentro delas vinham terríveis sons de rangidos. Assustada, ela correu de volta para a câmara onde havia acordado e ficou encolhida em um canto, até desmaiar de exaustão. Ela foi encontrada pelo marido após um longo tempo. Ela perguntou por quanto tempo esteve desaparecida. Ele explicou, aliviado e confuso, que ela esteve desaparecida por dois anos, e ele planejava destruir a câmara, pois ela o lembrava de seu desaparecimento.


Nenhuma cópia do único texto sério já escrito sobre as câmaras, “Uma Análise das Câmaras de Pedra da Nova Inglaterra”, existe hoje. Apenas menções em algumas matérias históricas e uma única página em um jornal de Massachusetts foi tudo o que sobrou. Escrito por um autor anônimo em 1919, o texto “Uma Análise das Câmaras de Pedra da Nova Inglaterra” descrevia propriedades matemáticas e físicas expressas na arquitetura das câmaras, relacionadas ao “Éter”.

O final do texto, indica que as câmaras servem como “condutores” para a “energia éter” e poderiam ser utilizadas para ver “o outro lado”. Aparentemente esta foi a razão pela imagem negativa que os meios acadêmicos atribuíram ao texto, já que na época as teorias de Einstein é que estava na populares.


A palavra “retorno” é sempre associada ás câmaras, embora a origem dessa associação seja desconhecida.
Apesar das estranhas histórias acerca das Câmaras de Pedra, aqueles que vivem próximos a elas por gerações, parecem ignora-las. Quando perguntados sobre as câmaras, os locais sempre desmentiram as histórias, tratando-as como superstições sem sentido.

Porém, será sempre difícil encontrar alguém disposto a passar uma noite dentro de uma dessas câmaras.